Dia 3- Animais de estimação
É comum e normal na idade das gêmeas ter-se um animal de estimação. E essas gostavam muito dos bichinhos que possuiam (pudera, o irmão quem tinha presenteado as garotas com os mascotes). Hina tinha um hamster de estimação, que custou a cara toda ao invés de só os olhos. Caríssimo! Hana tinha como companheiro um gato preto que fora abandonado e recolhido pelo Hyuu.
Mais uma vez a astúcia sem limites da pequena Hana faz ela planejar uma travessura com a irmã. Tinha achado um rato que ficou preso numa armadilha. O animal era muito parecido com o hamster da Hina, perfeito para enganá-la. Escondeu o mascote verdadeiro em sua gaveta onde ela guardava seus doces e pôs o rato em seu lugar. Depois pegou seu bichano no colo e chamou a Hina.
Fazendo um teatro digno de uma indicação ao oscar, o felino é arremessado pela sua dona dentro do aquário que era adaptado para o hamster não escapar. Não deu outra, o gato que passou muito tempo sobrevivendo pelas ruas, sem luxo e sem frescura tratou de descer o petisco suculento para dentro do seu estômago, para desespero da Hina. E Hana só no canto dando risada.
A dona do hamster chorava a morte de seu bichinho (que nem tinha morrido). Xingava Hana com os poucos palavrões que sabia (tinha aprendido com a Hana!) e enchia-a de mordidas. Eis então que a brincalhona leva a garota nervosa até o local que escondera o mascote valioso. Tragédia! Pelo menos para a Hana: o bichinho tinha roído seu pacote de salgadinho de queijo que estava fechado!
Hina no mesmo instante engole o choro e começa a rir do azar da irmã. Rir não, gargalhar!! Hana começa a se enfurecer e quer expulsá-la do quarto, mas o quarto pertence as duas... Beleza, é melhor ir lavar as mãos pois lembrou que tinha pegado em um rato sem procedência, que com toda a certeza tinha frequentado o lixo e o esgoto. Eca, como teve coragem de tocar tal imundície? Hana vomitou na hora!
Outra história envolvendo o gato da Hana aconteceu quando as gêmeas resolveram por obra da sua dona lavar o felino. Para quê? Não se sabe, mas segundo a Hana o gato não cheirava bem (estaria ele resfriado?). Bem, se a Hina podia lavar seu mascote porque ela não poderia? Aproveitou que estava na hora dela e sua irmã tomarem banho para também lavar o bicho. Com ajuda fica mais fácil de o lavar.
Ficou decidido entre as gêmeas que Hina seguraria o animal enquanto Hana o lavaria. É lógico que como a maioria dos gatos, esse não gostava nem meio pouco de entrar em contato direto com a água. Logo ele se arma de suas habilidades felinas para no mesmo instante se vingar das garotas. Patada de gato, arranhão, presas afiadas e bola de pelos, dificultando sua ensaboação.
Hana perde a paciência e taca o animal na banheira para enxaguá-lo. E vai ajudar a Hina que estava com a pele ardendo por causa dos arranhões. Rapidinho os três saem do banho. Outra vez sobrou pro irmão mais velho passar remédio nas feridas da dupla dinâmica. Que até nos arranhados combinavam! E o gato? Esse foi pego com a toalha da Hina, e secado com o secador, também da Hina!!
Hora do jantar, a família se junta á mesa para comer. E no canto, debaixo da mesa, o prato do gato. Cheio de peixe comprado por sua dona com a mesada do mês, cozinhado pela mãe. Muito melhor que o rato supostamente de esgoto, lixo. Hana mesmo estabanada e exagerada era um amor de menina, assim como a sua irmã. Pena que dinheiro para comprar salgadinho só mês que vem agora!
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