quinta-feira, 25 de novembro de 2021
domingo, 14 de novembro de 2021
Roubando o supermercado
Nikita e Natanaelski são dois irmãos com quase a mesma idade. Eles moram junto com os pais na parte mais periférica da cidade, em uma casa simples e pequena com poucos cômodos, carente de reformas. Era o que dava para ter dada as condições de desemprego naquela família, raramente os adultos conseguiam algum bico ou serviço temporário.
Os irmãos se viravam como podiam. Para comer um pão ou um doce juntavam garrafas, papel, plástico ou alumínio. O dinheiro era dividido com os pais que inteiravam para comprar mistura na mercearia, que não estava mais querendo fazer fiado por estarem devendo uma quantia grande de dinheiro. Com frequência a única refeição do dia era apenas um prato de feijão com farinha, com uma salada de folhas nascidas no quintal da casa.
Muitas vezes a pequena Niki e o pequeno Natan deixavam de ir à escola porque não tinham jantado no dia anterior, ou iam com o cinto apertado só esperando a hora da merenda chegar para comerem e repetirem até ficarem satisfeitos. Quando dava eles levavam alguns recipientes para levar sopa ou pão para casa, e vez ou outra seus colegas de classe dividiam seus lanches com eles.
Mas hoje não é dia de aula, e mais outra vez os armários e a despensa estão cheios somente de ar, na geladeira só há garrafas de água e na estante o dinheiro contado para pagar a luz que está atrasada e pode ser cortada a qualquer momento. O único jeito é os dois irmãos saírem para pedir comida por aí, enquanto os adultos vão atrás de levantar algum dinheiro para comprar a alimentação do dia, talvez da semena se der.
Que péssimo dia para Niki e Natan saírem por aí pedindo esmola. O dia começou bastante chuvoso, poucos feirantes apareceram para montar suas vendas, e dos que estavam lá muitos nem se compadeciam da situação dos pequenos irmãos. Ora davam as costas para eles, ora lhe ofereciam vegetais ou frutas totalmente impróprias para consumo humano ou animal. Uma total falta de compaixão até por parte dos escassos compradores presentes na feira.
A próxima parada foi a rodovia onde passavam a todo instante carros, motocicletas e outros veículos, a maioria em altíssima velocidade. Mais crueldade para cima dos nossos protagonistas: motoristas maldosos passavam com o automóvel pelas poças, encharcando e enlameando os dois. E quando ganhavam alguma moeda sempre vinha alguém maior para tomar, ou entregavam de boa ou na base do cascudo. Ao menos um transeunte ofereceu uma toalha para eles se secarem.
A situação era tão desesperadora que nem nas caçambas de lixo se encontrava comida, pois o caminhão da limpeza pública tinha passado há pouco tempo recolhendo todos os resíduos. O eestômago dos dois irmãos começa a roncar de fome, tão forte que Niki começava a chorar desesperada. Natan tenta acalmá-la dizendo para aguentar mais um pouco, ainda tinham um local esperançoso para irem, um supermercado que havia no outro lado da avenida. Lá eles poderiam ter mais sorte.
Não aconteceu nada disso, os dois pareciam invisíveis para a sociedade. Natan se revoltava com aquilo tudo, apenas queria poder oferecer para a irmã qualquer coisa para ela comer e se acalmar. Era doloroso para ele ver a pequena sofrendo. Eis que Natan, novamente enxugando as lágrimas da Niki com a toalha que lhe fora dada de doação, decide tomar uma medida drástica. Se ninguém queria dar, iam tomar na marra, iam roubar aquele mercado.
Nikita se assusta com a ideia do Natanaelski, jamais ele teria pensado antes de maneira tão radical e desonesta. Mas eles foram tratados também desonestamente, desumanamente, aquilo seria um tipo de vingança pelos mau-tratos que causaram à eles. Não os notaram antes, não os notariam agora, ainda mais com aquele supermercado cheio de gente circulando.
O plano estava todo idealizado, eles apenas tinham que tomar cuidado para não serem pegos em flagrante. Iriam pegar algumas gostosuras que tanto amavam daquelas prateleiras, preferencialmente produtos pequenos que fossem fáceis de esconder. Natanaelski aproveitava que sua irmã usava um vestido longo para esconder os objetos do furto ali em baixo, com o auxílio da pochete que eles usavam para guardar as moedas recebidas e também usando o sutiã que a pequena vestia.
A alegria dos irmãos dura pouco. Em um vacilo a Niki deixa um pacote de biscoito mal posicionado cair no chão. Um funcionário do estabelecimento percebe que os dois estavam roubando e sorrateiramente se aproxima deles, agarrando um braço de cada um dos irmãos, os arrastando para o fundo do mercado. Natan consegue chutar o funcionário e se soltar junto com sua irmã, e ambos começam a correr. Contudo Nikita tropeça e cai, e é capturada novamente.
Já um pouco distante o menino olha para trás e não vê a Niki. Talvez o malvado tenha pego sua irmãzinha, era melhor pedir ajuda. Então Natan corre mais um pouco até um posto policial ali perto para que socorressem ele e a pequena, que nesse momento tinha sido levada até uma sala mal iluminada e sem janelas, cheia de mofo e poeira, quase igual à um porão. Lá ela começou a sofrer torturas psicológicas vindas do homem que a flagrou, até começar a chorar mais uma outra vez.
Outro funcionário é chamado para fazer-lhe uma revista. Não satisfeitos com tudo aquilo tiveram a ideia mais perversa de todas. Sem mais nem menos, enquanto o primeiro segurava Niki o outro enchia uma bacia com óleo fervente provindo do fogão daquela salinha. As mãos da pequena foram mergulhadas sem dó naquele líquido quente, fazendo ela agonizar e gritar alto tamanha a dor, ainda assim estava desesperada e preocupada com o que pudesse ter acontecido com o Natan.
Em alguns minutos seu irmão chega acompanhado de um policial e o gerente da loja. Uma aglomeração de curiosos se forma na entrada da sala. O oficial pergunta aos rapazes o porquê da garota estar sendo mantida confinada ali e naquelas condições. Foi-lhe explicado que ela e seu irmão ali foram pegos em flagrante furtando mercadorias. Pois é, aquilo não era justificativa para prender e torturar alguém, ainda mais se tratando de crianças indefesas.
Ao verem as mãos da Niki com grandes queimaduras deram de imediato voz de prisão para os dois indivíduos. Antes de levarem os rapazes o gerente trata de fazer um curativo nas mãos da menina, depois os irmãos pegam uma carona de viatura até em casa. Lá, ao encontrar seus pais, o policial explica o que aqueles moleques haviam aprontado. A cara de Natan e Nikita caíam de vergonha, não tinham conseguido comida e ainda tinham arrumado uma tremenda confusão!
Levaram uma tremenda bronca dos responsáveis. Estavam, todavia, arrependidos de ter feito aquilo sem pensar nas consequências, arrependidos de não raciocinarem na hora da fome. Pediram para voltarem ao mercado para pedir perdão pelo furto feito. Dito e feito, o gerente aceitou suas desculpas, e por serem honestos ao confessar seu erro foram reconpensados com um pacote de biscoitos para cada. Mas não era só isso que os pequenos receberiam.
O gerente pediu o endereço da casa dos irmãos. No dia seguinte ele chega lá junto com o proprietário do supermercado, que para ressarcir os danos causados à Niki com as mãos queimadas, ofereceu-se para pagar qualquer custo relacionado ao tratamento dela. Também ofereceu indenizá-los com uma grande quantidade de dinheiro, fora seis meses de cestas básicas para a humilde família moradora daquele subúrbio.
Mas o que mais os deixou contente foi a oferta de emprego aceita de bom grado pela mãe e o pai das crianças, desde que sobrara duas vagas deixadas pelos funcionários presos. Natan abraçava sua irmã todo alegre, enquanto tinha a cabeça acariciada pelos pais. Nikita se ajoelha e não pára de agradecer. Agora ela e o irmão poderiam ir para a escola com a barriga cheia e prestar atenção nas aulas. Bom, por enquanto Niki vai esperar até as mãos sararem. Mãos que jamais voltaram a tocar naquilo que não lhe pertencia.
domingo, 17 de outubro de 2021
sexta-feira, 15 de outubro de 2021
sábado, 9 de outubro de 2021
A brincadeira que terminou em tragédia
Erizabesu encontrava-se sentada de frente à uma cela de prisão. Do outro lado da grade estava seu professor, acusado injustamente de um crime que não cometeu. A partir de agora vocês ficarão sabendo o porque isso aconteceu e as GRAVES CONSEQUÊNCIAS que esse equívoco causará para esses dois.
Erizabesu era uma estudante afoita e hiperativa, era a aluna que mais aprontava na sua classe. Bagunceira e encrenqueira, toda hora estava de castigo ou levando bronca dos educadores, exceto de um. Esse conseguia manter a garota calma, assim deixando o ambiente mais pacífico para se estudar. Para a menina aquele professor era especial.
Ele não parecia cair nas suas provocações, não dava atenção para ela. E era o que Eliza queria, ser o centro das atenções, queria que todos notassem sua presença. Queria principalmente a atenção dos adultos, sentia-se sozinha e abandonada pelos pais dela que pouco queriam saber o que ela fez ou deixou de fazer.
Era um dia comum, final das aulas. Somente o professor e a garota permanecem na sala. O mestre estava corrigindo avaliações e a Eliza tentando atrair seu olhar. Não funcionou lhe jogar bolas de papel, nem pôr sua cadeira ao lado da dele. Subir em cima da mesa e sentar em cima dos papéis só fez o professor lhe dizer para esperar quieta que ele já ia conversar com a garota.
Aproveitou-se até para dar a prova da Eriza que tinha tirado nota boa. Assim ela o deixaria em paz para terminar seu trabalho. Mas em seguida a danada já consumindo seu juízo de tanto falar seu nome, é quando ele levanta para ver o que a menina tanto queria com o professor. Para sua surpresa a garota acaba por levantar sua saia revelando sua roupa de baixo. Era a gota! Isso merecia uma repreensão e uma suspensão. Mas como Eriza era uma criatura de desconfiar-se preferiu se retirar antes que ele se lascasse com a brincadeira. Terminaria as correções em casa.
Na porta da escola o professor é abordado por policiais e autuado em flagrante por abusar sexualmente de uma estudante. É, alguém tinha visto o levantamento de roupa que supostamente ele obrigou a aluna a fazer. Ia ficar preso preventivamente até examinarem a vítima, que ficou desnorteada sem entender porque seu educador fora levado pelo camburão.
Três dias mais tarde ela arruma uma autorização para que, acompanhada de algum responsável visitasse e reconhecesse o abusador. Mesmo ela insistindo que o professor não tivesse lhe feito nada, que foi tudo feito por próprio consentimento, sem querer denegrir ninguém, ela não foi ouvida.E agora sentada ao lado da cela ouve uma lição de moral do seu mestre.
Um testemunho traumatizante sobre a garota ter arruinado sua carreira profissional e vida social com pegadinhas de mal gosto. Quase fora violentado por outros presos por causa de falsa acusação, e agora não queria nunca mais falar com ela tamanha sua decepção. Erizabesu saiu de lá arrasada. Não conseguiu dormir a noite por causa daquelas palavras.
Foi aí que ela resolve fazer uma tragédia: ainda madrugada foi até o banheiro e trouxe de lá um barbeador e uma garrafa de água sanitária. Com a lâmina perfurou um braço e usou o sangue para escrever um bilhete de despedida, e a garrafa ela ia beber toda. Mas no mesmo instante vomitou todo o líquido ingerido.
Mas isso não impediria que Riza se suicidasse, pois com a faca em mãos ela corta retalhos de sua coberta, fazendo um tipo de corda. Uma ponta foi amarrada na madeira que sustenta o telhado, a outra Eri amarrou no pescoço. Lentamente ela se afasta da escada que servia de apoio e ficou pendurada pela corda, até parar de respirar e enfim dormir PARA TODO O SEMPRE.
Os pais da Beti se deparam com aquela cena horripilante pela manhã ao entrarem no quarto para acordar ela, por ser dia de escola. Finalmente eles dariam atenção à sua pequena, porém tarde demais. O mais chocante foi o bilhete deixado por ela, escrito com tinta das veias e artérias.No papel lia-se o seguinte:
"Queridos familiares e conhecidos, é com muita dor e sofrimento que já não mereço viver entre vocês. Eu acabei com a vida de uma pessoa inocente e de bom coração, então nada mais justo que me punir tirando a minha própria. Não precisam mais se preocupar com minhas brincadeiras que uma vez pensei serem inocentes. Espero que meu querido professor saia da cadeia logo, me arrependo de não ter o ouvido. Adeus. E espero que você, MaZu, esteja satisfeito."
Três dias mais tarde o inocente foi solto por falta de provas. Como os outros, ao saber da morte de Iza ficou muito abalado. Tinha perdido o velório da moça, mas fez questão de ir ao seu enterro. Ainda não acreditava que a menina fosse capaz de cometer suicídio. Por ironia do destino nunca mais ele falaria com Erizabesu, nem mais ia poder dar atenção à aquela travessa.
No final o professor conseguiu novamente sua vaga na classe onde dava aula antes. Sala essa que agora era um silêncio mórbido e desanimador por parte dos estudantes, que em homenagem à Eri ficaram um mês de luto. Quanto ao tal MaZu, ninguém nunca o encontrou. Esse mistério permanecerá para sempre? Não sabemos, mas de uma coisa temos certeza: a Erizabesu nunca mais será notada pelos seus conhecidos. Nunca mais irá mostrará sua calcinha para quem ela amava.
sábado, 2 de outubro de 2021
As irmãs gêmeas atacam novamente- final da segunda temporada
Extra dois: A piscina caseira
É um dia quente e sem aulas. Dia perfeito para as gêmeas pertubarem a mãe e o irmão para irem à praia. Sem sucesso, ambos estavam ocupados fazendo a arrumação da casa. Oras, vão sozinhas ou com os colegas folgantes. Hana não queria, esses amigos só iam lá para ficar na água salgada até a pele enrugar. Podia ser interesseira mas não era burra, se por um lado ela não gostava de ir ao mar com a turma por outro quando a mãe a levava era sempre uma maravilha.
Tudo por causa das iguarias que comia às custas do dinheiro dos responsáveis: camarão, salmão, caranguejo, ostra, comidas gostosas que só na praia ela e a Hina podiam experimentar. Sentava numa cadeira toda espreguiçada e colocava seus óculos de sol, comia e cochilava debaixo da sombra do guarda-sol gigantesco. Se não fosse assim nem fazia questão de ir. Logo a ideia da praia foi aos ares, então seguiram para a casa da amiga Nayume para pegar sua piscina inflável emprestada.
Antes ela emprestasse de boa, mas o problema é que o produto encontrava-se rasgado graças a um certo felino pertencente à uma das gêmeas. Hana e Hina saem frustradas de lá e de cabeça quente, calor suficiente para acender a lâmpada da primeira. Se não tinham uma piscina em mãos, iam fabricar elas a própria! A garota conta todo o plano para Hina que aceita ajudar a irmã a colocar aquela ideia para frente. Se as duas se unissem ficaria fácil "fabricar a piscina". Seria melhor que um simples banho de mangueira ou na banheira!
Na garagem encontravam-se os instrumentos para a confecção da obra. Pás, tijolos, baldes, uma corda e uma lona que cobria o veículo da família. Aos poucos o material foi carregado aos fundos do quintal da casa. Começaram a escavar o local com toda a força de vontade, em meia hora já tinham feito um grande buraco quase da altura delas. Hina era a que mais se esforçava, Hana era a mais relaxada. Com o buraco já bem fundo e largo Hana já cansada pede tempo para descansar.
Hina aproveita para pedir à sua irmã algo para tomar, estava com sede. Apoiou-a com as mãos e lhe deu um impulso para sair do buraco. Esta se aproveita da ausência dos adultos da casa para misturar na água gelada pó para preparo de suco de limão, e umas fatias de queijo com doce de goiaba. O lanche foi compartilhado com a Hina que ainda estava presa no fundo da escavação. Tudo bem, ela ia precisar da Hanamaru para fazer as coisas lá de cima.
Tais coisas incluíam puxar com a corda os baldes pesados com terra para longe da piscina, usar o mesmo balde para entregar os tijolos para a garota usar como a base da construção e jogar a lona lá embaixo para fazer sei lá o que, era Hana que pensava em tudo, Hina tinha que dar uma sugestão para o projeto. Ela logo queimou alguns neurônios e deduziu que poderiam fazer o chão e as paredes do buraco usando aquele plástico. Fixaria a lona apoiando-a com os poucos tijolos inteiros que não tinham se espatifado em seu pé, agora dolorido. Que bom que não foram mirados na sua cuca!
Eis que começa a chuva. Nada que impeça as pequenas de concluir a obra-prima delas. Se não desse para curtir no momento, que esperassem porque a chuva não era eterna. Mas era intensa: a enxurrada que se formou em minutos na rua logo encontra a piscina das garotas, o buraco começa a encher e Hina desesperada pede socorro para a irmã que tenta puxá-la com a corda. Hana escorrega e cai na água também. Será que dessa vez as garotas vão partir dessa para melhor?
Por sorte Hyuu e a mãe tinham chegado e conseguiram resgatar as meninas antes que a água as afogasse. Como estavam sujas de lama da enxurrada foram direto para o banheiro tomar banho, nunca se sabe se a água da rua estava contaminada. Foi dada uma bronca nelas, e como castigo iriam tapar o buraco que fizeram assim que estiasse, e iam arrumar a bagunça no quintal e na garagem. No fim as duas ficaram sem seu banho de piscina.
Isso até Hana se lembrar da caixa d'água abandonada na garagem que poderiam usar sem problemas como banheira ao ar livre no local onde estava o buraco. Hinatsuki furiosa como um gato começou a descontar sua raiva na irmã com mordidas e arranhões, mas logo se cansou e resolveu ajudá-la a encher o recipiente com água para brincarem. E de quebra ainda convidaram a amiga Nayume, a viciada em água, para a folia na piscina de 500 litros improvisada.
quarta-feira, 29 de setembro de 2021
Irmãs gêmeas e de sangue (segunda temporada, parte 1 de 2)
Hanamaru e Hinatsuki Hoshi, mais conhecidas como as gêmeas Hana e Hina, mais uma vez aprontam das suas. Na verdade a Hana que gosta de pregar peças na sua irmã ingênua. Normal para a idade delas, mas por muitas vezes a garota não tem noção de limite. Ainda assim quando uma brincadeira acabava em choro ou machucado a pequena Hana sempre auxiliava Hina e pedia desculpas.
Hoje Hana está inquieta pois está sozinha em casa. A mãe e o irmão mais velho foram ao atacado da cidade vizinha para fazer a feira do mês. Na verdade foram comprar a comida da semana já que eles não são engenheiros. Hina tinha sido convidada por alguns amigos para ir à praia, lugar que Hana pouco gostava. A areia de lá invadia seu traje de banho e dava trabalho para remover. Fora o sal da água que arruinava seu cabelo.
Hora de reinar! Se não tinha algo divertido para fazer, era só inventar! Com esse pensamento Hana vai explorar o quarto do irmão: toda vez encontrava coisas interessantes lá. Toda vez deixava seu rastro de bagunça naquele quarto, e toda vez que fazia isso levava um sermão que podia não doer na pele mas doía no psicológico. Entretanto isso não vai impedir que as mãozinhas da garota entrem em ação.
Os olhos atentos da Hana logo enxergam um estojo de pintura com grandes canetas coloridas, parecidas com aquelas que a professora usava para escrever no quadro. Hyuuski (vulgo Hyuu) deve ter comprado para fazer seus trabalhos de arte comissionados. -Bom, ele não vai se importar se eu pegar umas canetinhas emprestadas- pensou a garota -E também ele faz a maioria dos seus desenhos pelo computador! Assim ela catou metade do estojo de pintura e correu para o próprio quarto.
A mente da Hana começa a processar travessuras. Poderia fazer algo mais interessante com aquele material que pintar o sete. Assim como eu o narrador me baseio em obras diversas para fazer minhas histórias, a menina pegou uma ideia de um programa que assistiu recentemente na televisão para enganar Hina, que tomaria um grande susto e talvez molhasse as calças. E só ia gastar uma caneta vermelha daquelas seis unidades surrupiadas do irmaozão.
O primeiro passo era tirar a camiseta que vestia. Mas não se preocupem, o programa que Hana assistiu não era para maiores de idade. O motivo para isso era pintar seu busto com a tinta vermelha, simulando sangue. Sim, a garota Hina era hematofóbica. Qualquer corte que precisasse ser estancado já deixava a coitada em estado de choque. Hana queria ver se a irmã aguentaria encarar aquela cena recheada de sangue.
Pintou a barriga, os braços,o rosto e o chão. Acabou com toda a tinta do pincel atômico. Para ficar mais convincente cobriu uma faca com esmalte vermelho e posicionou-a na "cena do crime". Foi para a janela esperar Hina. Assim que a maninha surgiu dobrando a esquina, Hana começa a se preparar. Deita por cima da faca e da poça de mentira e com sua habilidade especial prende a respiração e fecha os olhos, esperando o tipo de reação a outra gêmea teria.
Hina abriu o portão, abriu a porta de casa, abriu a porta do seu quarto. Quando acende a luz, toma logo um susto! E manda logo um grito de desespero!! Hana tinha se matado... -Por quê minha irmãzinha se matou? Será que foi algo mal que fiz a ela? Assim pensou Hina, que chorava desesperada, tão desorientada que nem percebeu aquele sangue mal feito pela gêmea sapeca. Foi uma questão de segundos para pressão da garota cair e ela desmaiar.
Hana antes segurando a respiração e o riso levantou-se preocupada. A pequena Hina tinha tombado com força e estava pálida. E o pior, não estava respirando nem tinha pulso. Pronto,dessa vez tinha matado Hina e agora iam por ela na cadeia! Pensando nisso o desespero passa para ela, que tentava reanimar a irmã com massagem no seu tórax. Por sorte HIna recobra a consciência sem maiores danos. Hana respira profundamente, aliviada por sua irmã estar teoricamente bem.
Hina ainda trêmula abraça Hana fortemente agradecida por essa estar bem, mas e aquela sangria toda? Logo lhe foi explicada que aquilo tudo era tinta de caneta de escrever no quadro. O abraço aos poucos foi virando tentativa de estrangulamento, mas Hina resolveu apenas deixar para lá e perdoou Hana. E como extra concordou em ajudar a irmã a tirar todo aquele vermelho de sua pele branca.
Tentaram em vão na pia da cozinha, por mais que Hina fizesse força não conseguia tirar o "sangue" da Hana. Mal sabiam que a tinta era permanente, não sairia com facilidade. E para aflorar ainda mais os nervos das gêmeas acabavam de chegar a mãe e o Hyuu. Hana que estava traumatizada com a traquinagem nem quis saber de se defender e desembuchou logo tudo, para ver se teria o castigo abrandado pelos seus responsáveis.
Como disse a verdade sem enrolar, pouparam-a da punição severa. Mais ou menos, pois lhe aplicaram na pele um líquido para dissolver a tinta enquanto a garota estava se banhando na banheira. Aquilo ardia e coçava muito!! Hana tinha saído do banho com a pele toda fervendo. E Hina dizia bem baixinho, dando risadas: -Espero que agora você aprenda, bobona... ha ha ha ha ha! Mas bem sabemos Hina, isso não vai impedir sua irmã gêmea de aprontar outras contigo! Por ora cuide do seu coraçãozinho!
segunda-feira, 27 de setembro de 2021
domingo, 19 de setembro de 2021
terça-feira, 14 de setembro de 2021
segunda-feira, 13 de setembro de 2021
sexta-feira, 10 de setembro de 2021
terça-feira, 7 de setembro de 2021
Amigas? Mais que isso! [+16]
Yuzuki, 13 anos, 1m40, busto tamanho P. Alice, mesma idade, 1m55, busto tamanho EG. Essas duas belas garotas eram grandes amigas que frequentavam a mesma escola, e desde o primário estudavam na mesma sala.
Isso até o ano passado quando Alice tomou bomba. Todavia, esse pequeno contratempo não a impedia de ficar o tempo todo com a pequena Yuzuki. Tinha os intervalos e aulas vagas para ficarem juntinhas, grudadas e coladas.
Quase sempre uma ia na casa da outra para uma sessão de estudos ou festa do pijama, e com frequência saíam para passear juntas. Shopping, cinema, arcade, doceria... Todo aquele tipo de divertimento juvenil elas gostavam de passar juntas.
Passava-se o tempo. Em um determinado momento Yuzuki começou a sentir algo a mais pela sua amiga do que simplesmente amizade. Não tinha certeza do que poderia ser, mas agora toda vez que a via sentia um calor no peito e o rosto começava a corar.
Foi consultar seu irmão mais velho, que era a pessoa mais inteligente e mais confiável que ela conhecia. Depois de ter-lhe explicado tudo que ela sentia antes e passou a sentir agora pela Alice, foi prontamente diagnosticada pelo irmão. A doença da menina era o amor, Yuzuki estava apaixonada pela amiga.
Será mesmo? A pequena estava confusa... Certamente Alice era a pessoa fora da família que ela era mais apegada, o suficiente para serem melhores amigas. Não entrava em sua cabeça a ideia de que aquela amizade pegajosa pudesse ser amor. Seria certo duas garotas jovens namorarem? O que os outros iriam pensar?
Enquanto pensava nisso, Alice que estudava na classe ao lado entra na sala da Yuzuki. O que ela queria da sua amiga que estava uma série a sua frente? Bem, o que aquela turma iria ouvir de seus lábios ia os surpreender bastante. Principalmente a Yuzuki que seria a mais afetada com a revelação que seria feita ali na hora, em primeira mão.
Alice começa a confessar seus sentimentos amorosos em relação à sua amiga, que ouve tudo aquilo com o rosto avermelhado ao extremo. Uma verdadeira declaração romântica toda sentimental, regada a elogios diversos. No fim a garota pergunta se Yuzuki quer ser sua namorada. Esta se encontrava totalmente desorientada por aquele acontecimento repentino.
Yuzuki pediu um tempo para organizar as ideias e pensar no caso. Logo daria a resposta para a amiga. Seus colegas surpresos com aquilo tudo começaram a incentivar para que ela aceitasse a proposta, para não magoar Alice. E também como eram tão apegadas era questão de tempo até surgir um sentimento mais aprofundado entre as duas. Que situação diferente e incomum naquela escola, duas garotas namorando uma com a outra!
No final da aula Yuzuki vai de encontro com Alice para dar o sim. Tudo bem em namorarem já que seus sentimentos se equivaliam. Depois da confirmação, Alice não se segurou, se agachou à altura da Yuzuki e lhe beijou na boca. Bem desajeitada, repentinamente, encostando língua com língua, fazendo a amiga ter uma aceleração explosiva dos seus batimentos cardíacos.
O vermelho das bochechas se espalharam pelo resto do corpo, e o suor começava a jorrar debaixo do braço. Se Yuzuki fosse personagem de anime sua cabecinha estaria fumaçando e seu nariz estaria jorrando sangue. Ali estava oficializado o começo do namoro de Yuzuki e Alice, testemunhado por quase toda a escola.
O que farão a seguir agora? A primeira coisa que veio à cabeça da Alice era acompanhar Yuzuki até sua casa, de mãos dadas! Mais um motivo para ambas ficarem envergonhadas. Por que será que um simples aperto de mão resultaria naquele constrangimento? O amor é um sentimento tão estranho...
Yuzuki chega em casa com sua amiga. Seu irmão é o primeiro (naquela casa) a receber a notícia de que a Alice a pediu em namoro e ela aceitou. Ele cordialmente cumprimenta a namorada da sua irmã e pede que a partir de agora tome conta muito bem dela, que ela a faça feliz com o relacionamento.
Eita! A pequena Yuzuki tinha crescido e amadurecido muito rápido. Tão jovem e já tinha arrumado uma companheira no amor. Que importa se era alguém do mesmo sexo, a escolha da Yuzuki era uma pessoa séria e responsável. Quem manda no coração dela é ela mesma, que ela esteja feliz com sua decisão.
Alice fora convidada para passar a noite e dormir lá, só que a moça estava toda cheia de afazeres pendentes. E ansiava contar pessoalmente para seus pais sobre sua nova namorada. Despediu-se dando outro beijo na Yuzuki, dessa vez na testa para não desfalecer de vez a pequena que via o irmão morrendo de tanto rir.
Um pouco mais tarde que o normal retorna ao lar a menina Alice, que com tom mais que sério narra seu dia épico para os pais, que levam a conversa numa boa e apóiam a menina. Era inesperado por eles que sua filha ficasse com a sua melhor amiga, entretanto no fundo estavam aliviados por Alice estar se interessando nesses assuntos mais maduros. Se lhe houvessem duvidas ou quisesse conselhos lá estariam seus velhos para a auxiliar.
Enquanto aos pais da Yuzuki, eles não deram a mínima para seus relatos. Sempre acharam que Alice era uma má influência para a filha, o que poderia se esperar de uma repetente que só tinha tamanho? Bom, logo essa maluquice sairia da mente inteligente da Yuzuki e voltaria tudo ao normal.
Mas aquilo não teria mais volta. Yuzuki foi deitar e passou a madrugada toda pensativa. Que gostoso foi aquele beijo meio que roubado que Alice tinha lhe dado,era bem diferente dos que recebia dos parentes. Dava aquele calor bom no corpo que ela sempre sentia ao ver Alice. Seu primeiro beijo na boca, com gosto de leite e achocolatado, hummmm... Quando Alice a beijaria novamente nos lábios? Pensou tanto que acabou vazando lá em baixo. E não era urina!
No outro dia, Alice esperava Yuzuki na porta da casa dela. Tinha madrugado para ir com a namorada até a escola como sempre, mas agora de mãos dadas como no dia anterior. Mais coladas que o costumeiro, e mais tímidas do que nunca. Hora das aulas, o casal tem que se separar. Hora do lanche, é a vez da Yuzuki surpreender Alice. Dessa vez ela que dá um beijo cinematográfico na outra moça.
Terminado a cena romântica, Alice sugere uma experiência inédita. Alimentar sua querida namorada com o famoso aviãozinho, era isso que casais faziam de acordo com sua mente fértil. E assim chamando a atenção de uma multidão de estudantes curiosos, Yuzuki e Alice iam revezando os aviões carregados de cereais açucarados nadando no leite, na cena mais fofa já vista em todos os tempos naquele recinto de aprendizagem juvenil.
Foram duas semanas com essas duas seguindo essa rotina: Alice levando Yuzuki para a escola, beijo nos intervalos, beijo nas aulas vagas, comidinha na boquinha, cafunés, fungadas de cangote e Alice retornando Yuzuki ao seu lar. Rotina que começava a incomodar os pais dela que em hipótese alguma aceitariam que a filha tenha virado lésbica. A pura Yuzukizinha estaria sendo corrompida por aquela garota diabólica.
A gota d'água ocorreu logo na terceira semana de namoro. O casal era o centro das atenções por onde passava. Alice resolveu marcar o pescoço da Yuzuki com uma leve chupada. Talvez por medo de perder sua amada para outro garoto, talvez porque no seu pensar casais apaixonados faziam isso.
Esse ato lhe trouxe consequências: estava ela proibida de frequentar a casa da Yuzuki. E a menina marcada no pescoço ainda teve como castigo uma surra que marcou seu traseiro. Yuzuki nem ligou tanto, até porque os pais da Alice eram mais de boa. Passou ela a ir até a casa da sua namorada para irem juntas à escola.
E lá estavam livres para ficar de paquera enquanto não tivessem assuntos escolares para tratar. Estavam sempre procurando algo novo para experimentarem no namoro, mas já não conseguiam pensar em mais nada que já não tinham feito antes. Yuzuki então pensou em pegar algumas dicas nas revistas que seu irmão costumava ler. Procurando-as online para olhar, tinha vergonha de pedir emprestada.
E assim pela tela de seu celular Yuzuki começa a ler as revistas junto com a Alice. Muitas diversões que eram exemplificadas as duas já faziam desde que eram apenas amigas, todavia agora como namoradas poderia ser uma nova experiência. E foi.
Primeiramente dividiram uma enorme taça de milk shake, o famoso beijo indireto pelo canudinho. Andaram de montanha russa, com Yuzuki no colo da Alice e no cinema, aos beijos e agarradas assistiam à uma comédia romântica. E o público ali só ignorava o filme para prestar atenção nas jovens apaixonadas.
Porém, o último conteúdo do material conseguido pela astuta Yuzuki continha experimentos muito intenso para jovens como elas. Como por exemplo a brincadeira do toque, que consistia em tocar em cada parte do corpo do(a) amado(a) até descobrir sua parte mais sensível. Como assim? Yuzuki não entendeu direito, mas Alice ficou interessada em tentar a brincadeira. Não ali naquele momento porque pela descrição aquilo seria de extremo constrangimento se fosse realizado em público.
O teste do toque foi marcado para ser feito no intervalo das aulas dessa segunda feira, e Yuzuki seria a cobaia. No laboratório mais conhecido como banheiro feminino Alice começa a seguir fielmente as instruções daquele folheto digital. Com todo cuidado começa a despir o uniforme da sua amada, que começa a se avermelhar de vergonha.
Que sensual estava Yuzuki com um conjunto rendado todo vermelho... Sem mais enrolar a menina começa a tocá-la primeiro na bochecha. Nada de reações. Em seguida foi o pescoço. Sem resultado.
Aí chega a vez de tocar em seus seios quase planos. Yuzuki reagiu na hora com um gemido. Teria Alice achado seu ponto sensível? Começou então a lhe cutucar os mamilos e dar pequenas beliscadas. A menina se contorcia toda e gritava, não de dor, mas de satisfação. E ia ficando cada vez mais quente até que Alice resolveu apelar: com uma mão tapou a boca escandalosa da Yuzuki e com a outra massageava aqueles peitinhos na velocidade do som.
Yuzuki não resiste por muito tempo, cai exausta no chão do banheiro com sua parte íntima jorrando novamente o líquido misterioso. Alice não tinha apenas achado seu ponto sensível como também provocou um orgasmo violento na sua parceira. Queria ter experimentado aquela euforia, mas já ia terminar o recreio e Yuzuki tinha que se vestir para retomar os estudos.
Ok, essa seria a brincadeira da semana sendo que elas revezariam os papéis de tocada e tocadora. Na teoria, porque na prática Yuzuki ficou viciada naquilo. Sempre passava mal o final de semana quando Alice não estava por perto para a satisfazer. É, a garota estava corrompida. Até passou a frequentar mais vezes a casa da namorada que também gostava de receber os toques. Principalmente em sua área sensível que não eram seus seios volumosos, mas sim sua cavidade anal. Que pervertidas!
Mas tudo que é bom dura pouco. As saidinhas semanais e atrasos da Yuzuki, chegando cada vez mais tarde em casa, fizeram os pais desconfiarem da pequena. Logo deram a ela uma penalização que consistia em uma hora de castigo a cada hora de atraso.
E nada de sair sábado ou domingo a partir de agora. Que pais mais chatos! Quando o irmão começou a namorar eles não eram tão ditadores assim. E essa implicância toda é só porque Yuzuki acha Alice mais atraente que um garoto! Desnecessária essa homofobia, ninguém está saindo prejudicado. Ao contrário, o filho mais velho até aproveitava daquele relacionamento para escrever seus doujins.
Enfim só restava a escola para fazerem suas brincadeiras safadas. Ora no banheiro, ora no galpão onde armazenavam material esportivo, ou até mesmo numa sala abandonada que existia no prédio e que elas acharam por acaso. O casal não podia fazer nada além disso devido aos pais severos da Yuzuki, pelo menos até essa sexta-feira onde surgiria uma oportunidade imperdível para ambas.
Os pais da Yuzuki iriam passar dois dias viajando, logo só ficariam os irmãos em casa. Chance de ouro para Alice praticar com a namorada uma nova modalidade de toque, usando a língua. Cedo os donos do lar saíram, cedo Alice chegou. Levou um monte de bugigangas com ela, como material escolar e brinquedos suspeitos. Hoje a dobradinha era sessão de estudos e festa do pijama. O dia todo ficaram as duas belas moças jovens como de costume: no beijo e no grude, na hora do almoço e do jantar.
O ápice aconteceria na hora do banho. Yuzuki foi na frente, e Alice entrou segundos depois. Que coisa, em todos esses anos nunca tinham tomado banho juntas. Yuzuki foi ficando vermelha de vergonha, mesmo já costumada a ficar exposta para a Alice, jamais tinha feito isso completamente nua, sempre estava usando no máximo uma lingerie no corpo.
Yuzuki porém logo tratou de ficar impressionada com o corpo totalmente despido da Alice. Era incrivel como seus seios imensos não ficavam caídos como os de sua mãe. Não se segurou, como se fosse um bebê a garota gasta um crédito da brincadeira do toque e começa a sugar os mamilos da Alice. Enquanto isso suas brancas e delicadas mãos deslizavam sobre os glúteos igualmente grandes da Alice.
Que reagia alisando as axilas da Yuzuki fazendo-a segurar o riso. Chega, é hora de terminar o banho porque o homem da casa queria usar o cômodo. A farra continuará no quarto da Yuzuki. Ainda molhada a dona da cama deita-se não para dormir, mas para provar uma massagem provocante que Alice aprendeu naquelas pesquisas proibidas.
A garota abre a bolsa e tira de lá uma espécie de vibrador e algo que parecia um óleo corporal. O líquido foi despejado na Yuzuki e o aparelho introduzido no local onde a pequena desenvolveu alguns pêlos pubianos. Enquanto Alice deslizava pelo corpo da namorada, Yuzuki dava gemidos altos de satisfação. Do quarto de seu irmão se ouvia todo o estardalhaço que as garotas faziam. Em um momento de vacilo Yuzuki consegue lamber a área preciosa da Alise.
Como jovens saudáveis e curiosas poderiam ficar naquele momento prazeroso o resto da noite. Mas tudo estava prestes a ser jogado no ventilador. A história sobre os pais saírem era uma armadilha para pegar Yuzuki no pulo. E a isca foi mordida. No meio da folia das duas os responsáveis chegam e da porta escutam os gritos e berros que a pura e inocente Yuzuki dava.
Sem baterem a porta já entram como policiais invadindo o barraco de um cidadão pirateiro. Lá em cima do colchão estavam as meninas nuas e grudadas, desde a boca até lá em baixo onde se insere os vibradores. Dessa vez Yuzuki ficou branca, pálida, albina, transparente! Sem ter o que explicar o fio do carregador começou a trabalhar no couro da Yuzukizinha. O rapaz do quarto ao lado também apanhou por ter permitido a entrada daquela má influência.
Alice foi embora às pressas, nem se importou com os itens que deixou de guardar ns mochila. E estava decidido que Yuzuki seria transferida para outra escola, cortando de vez os laços entre as duas garotas. E para garantir o irmão seria obrigado a acompanhar a menina. Basta de fazer safadeza com garotas, ela vai a esquecer e começar a pensar em namorar garotos. Assim pensavam esses pais preconceituosos.
Yuzuki começou a ficar doente por estar longe da namorada. A abstinência estava a deprimindo, a vontade que tinha era de tomar veneno e morrer. Mas Alice poderia fazer o mesmo, melhor não. Melhor mais uma vez pedir conselhos ao seu irmão mais velho, o único adulto que ela respeitava a partir de agora. Como ele poderia ajudar sua pequena dessa vez? Pensou um pouco e fez um sacrifício pelo bem da garota.
Nada de pentagrama, sangue de galinha preta ou vela vermelha. O rapaz se desfez de seu celular para o doar à Yuzuki. Iria ele até Alice pessoalmente pegar seu contato, assim as duas poderiam se ver e conversar a hora que quisessem. A menina Yuzuki ficou em choque, chegou a ajoelhar aos pés do irmão para agradecer. Ele a levanta e começa a lhe afagar a cabeça, confortando-a e a acalmando.
Falado e realizado, o contato da Alice foi acrescentado. E ela foi logo fazendo uma chamada usando a câmera... Tinha chegado nesse instante da escola, e resolveu ligar para sua amada enquanto tirava sua farda, ficando do jeito que costumava brincar com Yuzuki no banheiro da escola. Que maravilhosa é a tecnologia que une dois corações apaixonados em situações difíceis...
Antes abatida e desesperançosa, Yuzuki estava agora alegre e ouriçada. Toda hora era troca de fotos e vídeos entre as duas namoradas. Conteúdo que excitaria qualquer garoto da idade delas. Principalmente uma filmagem da Alice tomando banho, sugestivamente tocando as partes de seu corpo que Yuzuki adorava passar a mão.
Yuzuki amava esses vídeos mais provocantes que Alice fazia. Mesmo que não a pudesse tocar diretamente podia a sentir através do brinquedo vibrante abandonado pela sua amada, objeto que a pequena guardava como um tesouro precioso. Reproduzia o vídeo da Alice e ligava o dispositivo, o quentinho do coração e corpo retornava, assim como seus orgasmos
Mas não era a mesma coisa. Yuzuki ainda ficava intrigada pelo distanciamento entre ela e Alice. Tinha que sumir de uma vez dali. Decidiu que ia fugir de casa, ia arrumar algum serviço e um lugar para morar com sua menina. Se ela quisesse, claro. Yuzuki arruma suas coisas e despede-se do seu irmão querido, aos prantos. Foi embora de casa assim que os pais foram ao serviço. Nunca mais voltaria ali.
Yuzuki peregrinou pela cidade, até achar um bar onde estavam contratando ajudantes. O dono do estabelecimento estava relutante em aceitar uma moça tão jovem para o serviço que seria pesado, mas a garota insistiu tanto que o senhor resolveu fazer um teste com a Yuzuki. Por conveniência ou acaso lá nos fundos do comércio havia uma espécie de alojamento onde a garota podia se instalar.
E assim de manhã Yuzuki estudava e de tarde trabalhava arduamente para juntar dinheiro. E o serviço nem era tão pesado, pois tinha duas colegas de trabalho para agilizar as tarefas e o atendimento. A pequena novamente tornou-se destaque entre as outras funcionárias, era muito menor que elas e ficava muito mais fofa em seu uniforme ligeiramente folgado.
Algumas vezes pela noite quando não estava esgotada fazia hora extra como cantora amadora, se apresentando no pequeno palco que existia no boteco. Cantava e dançava segurando numa barra fixada no centro do palanque, suas acobracias espetaculares acabavam fazendo os clientes noturnos deixarem generosas gorjetas para ela. Entre suas folgas visitava sua amada Aliset para fazerem tudo aquilo que adoravam fazer.
Poucos meses trabalhando Yuzuki junta o suficiente para comprar um presente muito especial para sua amada. Depois que seu irmão conseguiu lhe retransferir à sua antiga escola, a pequena vai até a sala da Alice para entregar em mãos o produto da compra. Era uma linda aliança folheada a ouro coberta de pedrinhas semipreciosas. Após o presente ser aceito as duas se beijam com muita emoção, e a classe toda aplaude de pé.
Depois da aula, Alice e o irmão da Yuzuki vão com a mocinha até o bar onde ela trabalha. Yuzuki mostrou seu uniforme fofo, o palco onde ela se apresentava e seu quarto alugado. Alice foi perguntar ao dono do local se por acaso teria uma vaguinha de emprego para ela, mesmo que ela recebesse metade. O senhor não recusa pois Alice tinha belos atributos, era mais encorpada que a namorada.
Três meses mais tarde trabalhando juntas, as garotas resolvem que querem ter mais privacidade. Com consentimento dos pais da Alice (os da Yuzuki estavam pouco se lixando pelo sumiço da filha), uma pequena residência foi alugada para elas. O dinheiro ganho como atendentes era o suficiente para suprir os gastos. E também sobrava para as pequenas irem em encontros no cinema, no shopping, no parque de diversões. Menos nos hotéis, pois não tinham idade para frequentarem.
E longe dos seus pais rancorosos e preconceituosos Yuzuki viveu feliz para sempre com sua adorável Alice. E logo que puderam estavam casadas. Algo inédito em toda aquela cidade.
domingo, 5 de setembro de 2021
terça-feira, 31 de agosto de 2021
domingo, 29 de agosto de 2021
sexta-feira, 27 de agosto de 2021
A vingança da vingança que passou dos limites [+21]
terça-feira, 24 de agosto de 2021
sábado, 21 de agosto de 2021
Irmãzinha>>>>namoradinha
Irmãs mais novas são mais fofas, menos exigentes e mais econômicas, além de serem facilmente manipuladas
sexta-feira, 20 de agosto de 2021
quarta-feira, 18 de agosto de 2021
segunda-feira, 16 de agosto de 2021
sexta-feira, 13 de agosto de 2021
Férias no interior
Finalmente férias da escola. Não sei porque estou comemorando tanto, já que serão apenas duas semanas de folga. Pensando bem, é ótimo comparado à rotina de um trabalhador assalariado que folga um dia a menos da semana... É, a vida de adolescente estudante é para ser aproveitada ao máximo, e eu vou aproveitar esse tempo de recesso para fazer visita à uma tia que mora no interior.
Um lugar bem bonito e pacato, que praticamente parou no tempo. Um matagal sem fim, uma área rural cheia de plantações de tudo que se pode imaginar e todo tipo de animal que se pode encontrar no sítio. Gado, equinos, domesticáveis padrões como felinos e vira-latas e até uns mais repugnantes para mim como cobras, sapos, escorpiões e insetos em geral. As únicas espécies que jamais vi ali foram onças ou jacarés.
Só de pensar naquele lugar no meio do nada faz eu voltar no passado, a infância difícil mas feliz que eu tive morando meus primeiros 11 anos de vida lá. Acordando com o cheiro de café com leite de vaca tirado na hora. A casa era de madeira, a água era esquentada no fogão de lenha e meus brinquedos eram feitos por mim mesmo, com barro, graveto ou qualquer coisa que eu achasse.
Minha família morava ao lado da casa dessa tia que visitarei. Ela é do tipo de pessoa que consegue agradar todo mundo com seu jeito divertido de ser. Como vai ser nostálgico sentir o gosto da boa comida caseira que ela faz... E também vai ser satisfatório novamente poder ouvir suas histórias de vida ora fictícias, ora verdadeiras... Enfim, nos próximos dias estarei respirando grama e terra ao invés de monóxido de carbono.
Parti no trem das 11. Da noite, porque o lugar é extremamente longe, devo chegar lá só amanhã de manhã. Depois de meia década o filho prodígio retornava à suas origens. Será que minha horta continua viva? Como estarão meus antigos amigos, será que algum já está casado? Será que a praça foi asfaltada? Teriam instalado iluminação pública naqueles postes rústicos de madeira? Duvido que aquele local tenha mudado tanto em tão pouco tempo.
Penso nessas coisas enquanto o trem não chega no destino. Sem parar, ele corre pelos trilhos por 4 longas e cansativas horas. Agora é só pegar a condução alternativa até a civilização perdida. Mais 4 horas, o sol já desponta nervoso e brilhante em nossos rostos. Cheguei arrasado, porém a minha bondosa tia já me recebe com um banquete da roça de encher os olhos! Só faltou o tapete vermelho e os fogos de artifício.
Ô que cansaço... vou dormir um pouco no quarto para me recuperar da viagem. Depois vou dar uma andada pela minha terrinha natal que pelo visto mudou sim, e bastante! O distrito comercial se encheu de novas barracas de venda, a igreja do centro da praça foi reformada, a rua principal teve seus barracos de madeira subisituídos por casinhas de alvenaria pintadas no capricho e os postes de madeira agora eram de concreto como o chão, e tinha luzes de led.
Só falta colocar calçamento na rua que a tia mora. Mas já tá mais chique que há 5 anos atrás. Até porque agora temos nessa residência eletricidade, antena parabólica e até internet com fibra ótica. Titia também comprou um celular de penúltima geração porque de acordo com seus pensamentos isso facilitaria a comunicação entre os familiares. Sim, é fato, mas primeiro eu terei que ensiná-la a usá-lo. Mas isso qualquer um aprende rapidão.
A modernidade chegava para os interioranos. Mas para nossa rua ainda tinha o problema de abastecimento hídrico. Encanamento tem, água é o que falta. Sorte que por ali perto, à uns 1120 passos de distância da casa, tinha uma nascente e um rio com água limpa. Na parte da nascente as pessoas enchiam os baldes, garrafas e tonéis com água para beber e cozinhar, e o rio ficava para outras atividades, como lavar roupa.
E é esse favor que farei nessa história, a partir dos próximos parágrafos, para a minha tia que me acolherá por esses dias. Então licença que enquanto o autor escreve vou pegar a roupa suja, os utensílios,sabão em pó e o carro de mão. Em prol das lembranças quando ia eu e a mãe para a beira do rio tirar o sujo dos panos. E eu miúdo e inocente que mais atrapalhava que ajudava. Na verdade o meu interesse era nadar naquela piscina ao ar livre.
Partindo para o rio olho para trás e vejo minha antiga casa ainda em pé, do jeitinho que foi abandonada. E do lado minha linda plantação! Uau, é como se fosse uma floresta, cresceu mais que seu dono... Talvez minha tia tenha cuidado dela com tanto carinho quanto tratava seu sobrinho. Bom, bom, bom... cada vez mais vou me afastando da rua e adentrando na mata onde se encontra o oásis. Estou quase lá, é só virar a trilha... O caminho começa a clarear.
O rio está lá, do jeito que sempre esteve. E dentro dele uma pessoa que me deixou impressionado e surpreso ao mesmo tempo! Parecia um espírito divino da floresta tamanha a sua beleza. Que bonita moça, que corpo avantajado! Parecia ser uns 2 ou 3 anos mais velha que eu. Meu impressionamento era com sua beleza incomum, para mim. Minha surpresa é que ela estava se banhando totalmente despida, como veio ao mundo!
Tá, exceto por ela ter vindo banguela e sem aquela pelagem toda na sua parte baixa. Que loucura, uma dama daquele porte não tinha vergonha de exibir-se daquele jeito? Mesmo que ali fosse deserto... Epa, ela está vindo ao meu encontro, estou ferrado... Ela vai querer me chamar de tarado e chamar a polícia para me prender. Caramba autor, vai mesmo arruinar as minhas férias? Ai de você se me acontecer algo ruim...
Hum, a senhorita apontou para a roupa no carro. Agora pergunta se quer que eu aceite a ajuda dela para lavar aquela trouxa. Aceitei a sua ajuda, mas logo fui questionar onde estaria as que ela estava vestindo, porque estava totalmente nua dentro da água. Dessa vez ela aponta para suas roupas penduradas num galho, estão molhadas, lavadas! E mais: ela afirma que não fazia sentido algum alguém tomar banho vestido, banho se toma nu.
Não vou discutir com essa cabeça de vento, ela realmente sabe lavar roupa... rapidamente e com delicadeza ela esfrega cada peça que pega. Ela está sendo de grande ajuda, só espero que ninguém nos pegue, pois na minha condição pareço ser o malfeitor da história. Er, eu não estou escravizando ninguém, a dona se ofereceu para ajudar. O que tira minha concentração é seu jeito desleixado porém eficiente de lavar roupa.
Na posição em que os cães ficam para enterrar um osso, nádegas para cima, ela vai fazendo o mesmo serviço que eu 3 vezes mais rápido, e cantando com uma voz fina e aguda. Viro de costas para fazer o meu e dou de cara com sua roupa íntima pendurada. Estampa de gatinhos? Quantos anos ela realmente tem? A garota boa de ouvido logo me responde ter apenas 12. Lascou! agora vão me fuzilar enforcado na guilhotina elétrica de gás césio.
Espera, porque fariam isso se eu não fiz nada de mal com a menina? Só porque ela estava se divertindo no rio sem usar ao menos um traje de banho? Se tem que prender alguém que prendam os pais dela por abandono de incapaz. Ela a todo tempo me chamava de amigo e me falava as pataquadas que se passavam com ela e seus amigos do colégio. Só papo de criança, só conversa fiada, nada de contato físico. Pelo menos até o sol ficar mais potente.
Foi quando a sem noção me pede um favor. Que eu vasculhasse a bolsa dela atrás de seu bloqueador solar, e o passasse em seu corpo! Epa, onde eu já vi algo semelhante? Contatos diretos com a pele feminina? Ah, foi na excursão da escola. Que se dane! Raramente aparece gente aqui e depois aplicar protetor em uma menina mais nova que eu não é necessariamente contra a lei.
Contudo, do jeito que a dona se contorcia parecia que eu estava fazendo aqueles programas que jovens fazem escondidos dos professores nos cantos da escola quando é intervalo. O ponto mais apelativo dessa história foi quando passei o produto na área de suas mamas precoces. Na hora ela cobre sua região peluda e corre para perto de uma moita, de repente deu-lhe vontade de urinar. E ao acabar ela se questiona porque o líquido saiu tão viscoso.
Está bom de fantasias sujas nessa história. As roupas da tia já estavam lavadas e a da jovem, secas. Finalmente vejo a garota vestida, que alívio! Ela resolve me acompanhar na volta, já que tinha aproveitado bastante o rio. Enquanto ela carrega o carro pesado que me foi tomado vou checar alguns aplicativos no celular. Aquele instrumento brilhante logo chama a atenção da garotona moradora do campo.
Eu empresto para ela o aparelho. No plano de fundo estou eu e minha namoradinha da cidade em trajes de banho escolar, e nossos nomes no uniforme. Ela lê a legenda das fardas e pergunta se aquele nome escrito era o meu. Sim, sou eu, Janpierre. Ela sorri e me dá um abraço bem apertado, depois se apresenta como Ayumi. Uau! aquela era a minha amiguinha de infância, a Mizinha!! Como cresceu, nem deu para a reconhecer, mudou mais que aquela cidade toda... e ficou maior que eu!
Ainda lembro do dia que fui embora, a pequenina abriu o berreiro e eu também comecei a chorar. Pensei que nunca mais ia ver minha melhor amiga, foi uma surpresa grande reencontrá-la 5 anos mais tarde apesar das circunstâncias constrangedoras. Vamos aproveitar para por os assuntos em dia, tenho muitas coisas para conversar com ela. E parece que ela também tem muitas coisas para me falar.
Voltando para a casa de titia a mesma convida Ayumi para jantar. Mas ainda são 3 horas da tarde. Vamos estender a roupa e dar uma volta pela cidade, estou curioso para ver mais de perto a incrível evolução do vilarejo. Ela não desgrudava do meu braço direito desde que o celular descarregou. Como ela é forte! Os deconhecidos nos olhavam como se fôsssemos namorados, mas apenas éramos bons amigos de infância. Éramos nada, ainda somos!!
A minha namorada mesmo ficou lá na metrópole. Minha amada Sumizumi é muito ocupada. E claro, como curiosa que só Ayumi vai logo perguntando quem era essa Mizumizuzumi sei lá como se pronuncia... Aaaaah, meu docinho que estampa o fundo de tela do meu celular... A garota que faz os melhores doces de festa, a pequenina filha adotiva do padeiro que eu consegui conquistar, a ex exterminadora de gatos da rua!
Sabia! Foi só contar da minha namorada para minha amiguinha que ela começou a gargalhar sem parar. Se fosse uma conhecida de infância padrão puxaria a faca e travaria a mira meu pescoço. Passada a crise de gargalhadas arrancadoras de lágrimas chegamos numa área do distrito onde tinha umas lojas vendendo roupas de praia. Vou recompensar a Ayumi pela ajuda com a roupa. Ela alegremente aceita o presente que ela mesmo escolhe: um maiô da cor e do modelo que Sumizumi usava na foto.
Paramos depois na praça para apreciar a paisagem e tomar um sorvete. Já anoitecendo voltamos para a casa da minha tia para jantar. Mas antes temos que tirar a sujeira acumulada do passeio. Antes que Mizinha se oferecesse para se lavar comigo eu nego, com a desculpa que o banheiro era muito apertado para nós dois ao mesmo tempo devido estarmos maiores. É notável que o motivo não era bem esse.
Comemos, lavamos a louça e antes de me despedir por hoje da Ayumi minha tia pergunta se ela não queria dormir hoje em casa, já que não via o amigo Janpi há tempos. Ela aceita de imediato, pois era apegadíssima a mim. Então pega emprestado meu celular para avisar à sua mãe onde ia dormir hoje. E lá vou eu invadir meu barraco, deve ter um colchão esquecido lá que ficou de ir na mudança. Tinha. Vou juntar com o outro colchão das visitas e vamos dormir juntinhos na sala!!
O relógio de parede digital acusa meia-noite. Não consigo pregar os olhos porque Ayumi está ao lado cutucando no meu telefone, quando resolvo tomar dela na ignorância. Tenho que enviar pelo menos um boa noite para meu doce já que não falei hoje (nem ontem) com ela. A minha grande pequena colega me cutuca no braço, parece que quer continuar com a mexeção no dispositivo. Errei feio o que ela queria.
O rolo dessa vez foi com os pernilongos. Ayumi queria que eu lhe esfregasse repelente no corpo. Também quem manda ela dormir usando apenas lingerie? O retrucamento da vez era que o calor ali era insuportável e o ventilador não era o suficiente. A astúcia dela mais uma vez era válida, mesmo o ventilador turbo não abrandava o calor que fazia naquela sala. Parecia que o astro rei tinha se abrigado debaixo do rack da televisão!!
Que noite, que noite! Despertei ainda cansado e com o rosto cheio de baba provinda da boca da Ayumi. Fomos nós comer o desjejum mais delicioso da região. Depois dos afazeres da manhã vou ensinar as duas a mexer em smartphones. Como imaginado, as manhas foram pegas rapidamente por esses aparelhos mais modernos serem muito intuitivos. Vou ver agora minha humilde plantação de vegetais. Ayumi veio junto.
Mais uma surpresa levo nessa visita. Descobri que quem tomava conta da horta era minha amiga de infância. Disse ela que toda vez ela ia lá regar, podar e colher legumes para comer. Jurou por tudo que sempre estaria lá cuidando das plantinhas que foram a única lembrança que lhe tinha sobrado de mim. Não resisti... quase chorando dou um abraço forte e aconchegante na minha pequena crescida Ayumi.
Nos dias em que se passam Ayumi passou mais tempo conosco que em sua própria casa. Visitamos conhecidos do passado, e sem me surpreender muitos já nem moravam lá. Dois colegas meus inclusive se casaram e já tiveram 3 filhos. Fui rever a escola que estudava e a mudança era imensa! Cadeiras novas, chão de piso queimado ao invés de barro, filtros de água gelada e ar condicionado em todas as salas. E também foi criado um grande ginásio esportivo junto com uma piscina no pátio.
E para manter o nível de fetichismo dessa história foram muitas lavagens de roupa e muitos banhos de rio tomados até o fim das minhas férias. Agora sem riscos pois Ayumi sempre estava a usar seu presente ousado. E sempre pedia para eu a fotografar... espero que Sumizumi não fique enciumada com essa garota que tem quase o dobro de seu tamanho. Ah, ela não é desse tipo de pessoa, ela sabe que meu gosto é pelas pequenas de corpo.
Minhas férias, assim como essa história, vão chegando ao fim. Voltarei para a cidade carregando lembranças que minha tia fez questão que eu levasse.Também levei algumas verduras da minha criação. Mas também deixei algo para trás: meu celular. Darei para Ayumi como lembrança do seu amigo que nunca mais vai a esquecer. Transferi tudo para meu cartão de memória deixando apenas algumas fotos minhas que agradaram a moça. Ayumi prometeu manter contato. Me despeço do povo interiorano, talvez eu volte para o ano!
Oito horas depois estava eu novamente na civilização contemporânea. Já no dia seguinte estava frequentando o segundo semestre de estudos. Com saudades da tia e da Ayumi, mais tarde farei uma chamada de vídeo e as apresentarei para Sumizumi, que está ali esperano para ter a cabeça esfregada pelas minhas mãos grandes e frias. Que a guriazona do campo esteja no mínimo vestida quando eu fizer a ligação. Mas primeiro tenho que arrumar o meu antigo aparelho ultrapassado, da época que minha Sumizumi era moradora de rua.
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
segunda-feira, 9 de agosto de 2021
domingo, 8 de agosto de 2021
sábado, 7 de agosto de 2021
sexta-feira, 6 de agosto de 2021
quinta-feira, 5 de agosto de 2021
[+18] Irmã, amante, esposa, mãe das minhas filhas!
Aviso para pessoas sensíveis, menores de idade e/ou que se ofendem fácil com assuntos anti-éticos, políticos ou religiosos: NÃO RECOMENDO CONTINUAR A LEITURA A SEGUIR. ESSE TEXTO FALA DE TEMAS POLÊMICOS/PESADOS COMO INCESTO, GRAVIDEZ E RELAÇÕES PROIBIDAS. Pode não ficar claro para vocês o pensamento/entretenimento que o autor quer lhe passar. Todo o texto, assim como personagens e locais descritos nele não existem na realidade em que vivemos, são todos fictícios e baseados em leituras e outras mídias que o autor fez uso. Nenhuma ideia passada pelo texto corresponde aos ideais que o autor segue. O autor também condena qualquer ideia criminosa que o texto venha a apresentar, sendo essa apenas para motivos explicativos. Se você concorda com esse aviso pode prosseguir. Divirta-se ou fique com nojo do autor.
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19 horas. Hoje o dia foi puxado, escola seguida do primeiro dia no meu primeiro emprego. Passo importante para a minha independência e da minha esposa. Resolvemos alugar uma casa para começar uma nova aventura como um casal, e lá estava ela preparando o primeiro jantar por conta própria... estava tão distraída que nem percebeu minha chegada.
Chego por trás dela e dou-lhe um abraço aconchegante. -Cheguei meu docinho, como você passou o dia? E o bebê, estava muito agitado hoje? Perguntei-lhe enquanto acariciava sua barriguinha enorme de gestante de 8 meses. Ela me respondeu que estavam bem, ela e as crianças. Como assim "as", no plural? Fico sabendo que são duas garotinhas que ela está a esperar! Fico ao mesmo tempo feliz porém assustado.
-Fui fazer a consulta hoje com a mamãe. Ela também ficou impressionada com o seu feito. E também ficou com mais vontade ainda de te estrangular... disse que não o faria porque seria um sofrimento para mim cuidar de duas crianças sozinha, pois ela não ia criar neto nenhum. Eu a convenci que você seria um pai responsável, já que tratou logo de arrumar uma casa e um emprego que pague bem.
-É, é, também... acho que nenhum pai em sua sã consiência aceitaria o que eu te fiz. E eu não devia estar bom do juízo em pensar em fazer aquilo só por vê-la em trajes íntimos no sofá assistindo filmes. Estava eu errado, a sala não era o lugar adequado, e ainda mais com você. Mesmo que já estivesse me apaixonado por ti me sinto culpado de não ter a consultado sobre o assunto. E mais: eu poderia ter me previnido.
-Não leve a culpa apenas para si, lembre-se que o filme que eu estava vendo era impróprio para aquele horário e local. Antes dos nossos responsáveis nos flagrarem eles já me pegaram usando brinquedinhos adultos naquele lugar que você maculou. Usava-os pensando em você. Também tinha me apaixonado por ti, e desde que você fez aquilo comigo, de um jeito suave e gentil, confirmei na hora que o seu brinquedo era melhor que qualquer tipo de masturbação.
Sim, sou um ser considerado abominável para os parentes, amigos e a comunidade em geral. Mas não conseguia enxergá-la como minha irmã de sangue, somente como a pessoa com quem eu queria passar o resto da vida. E assim ela também me enxergava, como um noivo, esposo, companheiro fiel. O mundo estava contra nós, mas não estávamos nem aí para o que o mundo pensava, achava ou opinava. Se nos sentimos felizes assim, assim ficaremos.
Depois daquela conversa fui lavar o suor do dia e fiquei pensando. Quantas aventuras tivemos nesse período que começou com aquele filme no sofá! Eu chegando da partida de basquete, minha querida a sós vendo a tv quase sem roupa se abanando e bem atenta. Eu puxando sua calcinha para baixo de repente e logo após removendo meu calção, falando para ela que naquele momento eu lhe daria um ótimo presente.
Presente que fez ela chorar, rir, gritar, derramar sangue nas almofadas... Dois inexperientes fazendo coisas parecidas com às do filme. Presente interrompido no ápice pela chinelada mais dolorida que nós dois já tínhamos levado na vida, cada um foi pro seu quarto mancando de tanto apanhar. Porém deixando o sofá da sala marcado de alvirrubro para a mãe limpar... mas o que importava é que agora meu amorzinho seria só meu.
Pronto, consegui viciá-la. Toda vez que a mãe saía eu visitava minha garota no seu quarto, ou ela me visitava no meu. Sempre era para lá de dez minutos de prazer várias vezes por semana. Não me preocupava em ejacular dentro dela, pois ela ainda não era fértil. Ou pelo menos não era até pouco tempo. Ela não quis me contar que tinha entrado naquele período, com medo que eu parasse de agradá-la. Olha aí o que deu...
Não vou condená-la, estou orgulhoso demais como o mais novo pai nessa cidade... E tenho certeza que minhas filhinhas serão tão bonitas quanto a mãe. Mamãe que mesmo afastada da escola dá duro nos estudos em casa. Minha esposa é meu orgulho: bonita, estudiosa e trabalhadora, é por isso que me apaixonei por ela. Mesmo não podendo nos casar legalmente, logo lhe comprarei uma aliança, minha preciosa merece!
Terminei o banho, vou dar uma geral na casa para ela descansar. Já sei que gravidez não é doença, mas carregar duas preciosidades por quase 270 dias deve deixar qualquer um exausto. Ela então senta com seu barrigão no sofá e espera a comida ficar pronta. Terminado a arrumação e com a janta pronta, sentamos à mesa e comemos. Vou lavar os pratos e ela começa a me encher de beijos doces, igual ela fazia comigo quando éramos menores.
-Ei, vamos fazer aquilo? Me bateu a vontade de relembrar os tempos perigosos que passávamos enquanto morávamos com a mãe. Tempos divertidos quando chegávamos ao orgasmo e dolorosos quando ela pegava a gente no pulo. Agora que somos independentes não devemos mais nos preocupar com chinelada, cintada, vassourada, vamos? Faria isso por sua irmã, digo, amada esposa?
-Claro que sim querida. A minha felicidade é fazer você feliz. O quanto você aguentar eu farei contigo, devagar e suavemente como estás acostumada a fazer. E vai ser tudinho dentro, já que não tem o risco de termos mais algum bebê, por enquanto. Pode subir para o quarto, já arrumei e forrei os lençóis que vamos sujar essa noite. Farei isso por você mesmo cansado do dia de hoje. Vamos relaxar e aproveitar!
Dito isso fomos para o quarto. E foi o de sempre: choro, gemido e risadas. Caramba, não me canso de alisar e beijar esse lindo abdômen redondo, que alegria!! Posso despejar dentro da minha amada litros e litros de meu amor por ela, sem ter que ficar com o couro ardido por causa disso. Oh, que fofinha! Adormeceu depois do coito... deve estar cansada. Como também estou cansado, vou dormir juntinho dela.
Já é mês seguinte. Com meu primeiro salário consigo pagar as contas, fazer a feira e comprar o enxoval das minhas filhas que nascerão hoje. Fui direto para a maternidade para onde minha vida foi levada para dar à luz. Lá estava minha mãe junto dela, pensei logo que ela me estrangularia ali mesmo. Mas a mais nova vovó da cidade estava abobalhada demais admirando as netinhas recém-nascidas para me dar atenção.
Queria que ficássemos um tempo na nossa antiga casa, até que as crianças ficassem maiorzinhas e mais espertas. Negamos, porém dissemos que faríamos visitas frequentes, afinal se não fosse por aquela mulher que orgulhosamente chamo de mãe, a pessoa mais importante para mim não existiria. E assim foi combinado que todo fim de semana as meninas passariam na casa de sua avó. Conheceriam o sofá onde conheci sua mãe e o quarto onde elas foram geradas. Nossas preciosas, nosso acidente que virou um grande presente!
E assim começa uma nova vida para dois irmãos que eram mais que irmãos, eram amantes proibidos pela família e pela sociedade que agora serão uma família grande e feliz com duas lindas filhas saudáveis. Sim, o fato de sermos parentes de sangue não afetou os genes delas. Milagre? Coincidência? Bom, eu considero uma bênção. E muitos com meu pensamento acharão sorte ter 3 lindas garotas na minha vida. O resto achará doença mental, mas eu e minha esposa NÃO ESTAMOS NEM AÍ, é tudo inveja!!
Se for de sua coragem e vontade, pode copiar e reproduzir na mídia de sua preferência. Mas me credite, está bem? É que dá trabalho escrever... No mais, nos vemos em breve,talvez! Até a próxima, caro leitor!
















