terça-feira, 7 de setembro de 2021

Amigas? Mais que isso! [+16]

  Yuzuki, 13 anos, 1m40, busto tamanho P. Alice, mesma idade, 1m55, busto tamanho EG. Essas duas belas garotas eram grandes amigas que frequentavam a mesma escola, e desde o primário estudavam na mesma sala.

  Isso até o ano passado quando Alice tomou bomba. Todavia, esse pequeno contratempo não a impedia de ficar o tempo todo com a pequena Yuzuki. Tinha os intervalos e aulas vagas para ficarem juntinhas, grudadas e coladas.

  Quase sempre uma ia na casa da outra para uma sessão de estudos ou festa do pijama, e com frequência saíam para passear juntas. Shopping, cinema, arcade, doceria... Todo aquele tipo de divertimento juvenil elas gostavam de passar juntas.

  Passava-se o tempo. Em um determinado momento Yuzuki começou a sentir algo a mais pela sua amiga do que simplesmente amizade. Não tinha certeza do que poderia ser, mas agora toda vez que a via sentia um calor no peito e o rosto começava a corar.

   Foi consultar seu irmão mais velho, que era a pessoa mais inteligente e mais confiável que ela conhecia. Depois de ter-lhe explicado tudo que ela sentia antes e passou a sentir agora pela Alice, foi prontamente diagnosticada pelo irmão. A doença da menina era o amor, Yuzuki estava apaixonada pela amiga.

  Será mesmo? A pequena estava confusa... Certamente Alice era a pessoa fora da família que ela  era mais apegada, o suficiente para serem melhores amigas. Não entrava em sua cabeça a ideia de que aquela amizade pegajosa pudesse ser amor. Seria certo duas garotas jovens namorarem? O que os outros iriam pensar?

 Enquanto pensava nisso, Alice que estudava na classe ao lado entra na sala da Yuzuki. O que ela queria da sua amiga que estava uma série a sua frente? Bem, o que aquela turma iria ouvir de seus lábios ia os surpreender bastante. Principalmente a Yuzuki que seria a mais afetada com a revelação que seria feita ali na hora, em primeira mão.

 Alice começa a confessar seus sentimentos amorosos em relação à sua amiga, que ouve tudo aquilo com o rosto avermelhado ao extremo. Uma verdadeira declaração romântica toda sentimental, regada a elogios diversos. No fim a garota pergunta se Yuzuki quer ser sua namorada. Esta se encontrava totalmente desorientada por aquele acontecimento repentino.

 Yuzuki pediu um tempo para organizar as ideias e pensar no caso. Logo daria a resposta para a amiga. Seus colegas surpresos com aquilo tudo começaram a incentivar para que ela aceitasse a proposta, para não magoar Alice. E também como eram tão apegadas era questão de tempo até surgir um sentimento mais aprofundado entre as duas. Que situação diferente e incomum naquela escola, duas garotas namorando uma com a outra!

 No final da aula Yuzuki vai de encontro com Alice para dar o sim. Tudo bem em namorarem já que seus sentimentos se equivaliam. Depois da confirmação, Alice não se segurou, se agachou à altura da Yuzuki e lhe beijou na boca. Bem desajeitada, repentinamente, encostando língua com língua, fazendo a amiga ter uma aceleração explosiva dos seus batimentos cardíacos.

 O vermelho das bochechas se espalharam pelo resto do corpo, e o suor começava a jorrar debaixo do braço. Se Yuzuki fosse personagem de anime sua cabecinha estaria fumaçando e seu nariz estaria jorrando sangue. Ali estava oficializado o começo do namoro de Yuzuki e Alice, testemunhado por quase toda a escola.

 O que farão a seguir agora? A primeira coisa que veio à cabeça da Alice era acompanhar Yuzuki até sua casa, de mãos dadas! Mais um motivo para ambas ficarem envergonhadas. Por que será que um simples aperto de mão resultaria naquele constrangimento? O amor é um sentimento tão estranho...

 Yuzuki chega em casa com sua amiga. Seu irmão é o primeiro (naquela casa) a receber a notícia de que a Alice a pediu em namoro e ela aceitou. Ele cordialmente cumprimenta a namorada da sua irmã e pede que a partir de agora tome conta muito bem dela, que ela a faça feliz com o relacionamento.

 Eita! A pequena Yuzuki tinha crescido e amadurecido muito rápido. Tão jovem e já tinha arrumado uma companheira no amor. Que importa se era alguém do mesmo sexo, a escolha da Yuzuki era uma pessoa séria e responsável. Quem manda no coração dela é ela mesma, que ela esteja feliz com sua decisão.

 Alice fora convidada para passar a noite e dormir lá, só que a moça estava toda cheia de afazeres pendentes. E ansiava contar pessoalmente para seus pais sobre sua nova namorada. Despediu-se dando outro beijo na Yuzuki, dessa vez na testa para não desfalecer de vez a pequena que via o irmão morrendo de tanto rir.

 Um pouco mais tarde que o normal retorna ao lar a menina Alice, que com tom mais que sério narra seu dia épico para os pais, que levam a conversa numa boa e apóiam a menina. Era inesperado por eles que sua filha ficasse com a sua melhor amiga, entretanto no fundo estavam aliviados por Alice estar se interessando nesses assuntos mais maduros. Se lhe houvessem duvidas ou quisesse conselhos lá estariam seus velhos para a auxiliar.

 Enquanto aos pais da Yuzuki, eles não deram a mínima para seus relatos. Sempre acharam que Alice era uma má influência para a filha, o que poderia se esperar de uma repetente que só tinha tamanho? Bom, logo essa maluquice sairia da mente inteligente da Yuzuki e voltaria tudo ao normal.

 Mas aquilo não teria mais volta. Yuzuki foi deitar e passou a madrugada toda pensativa. Que gostoso foi aquele beijo meio que roubado que Alice tinha lhe dado,era bem diferente dos que recebia dos parentes. Dava aquele calor bom no corpo que ela sempre sentia ao ver Alice. Seu primeiro beijo na boca, com gosto de leite e achocolatado, hummmm... Quando Alice a beijaria novamente nos lábios? Pensou tanto que acabou vazando lá em baixo. E não era urina!

 No outro dia, Alice esperava Yuzuki na porta da casa dela. Tinha madrugado para ir com a namorada até a escola como sempre, mas agora de mãos dadas como no dia anterior. Mais coladas que o costumeiro, e mais tímidas do que nunca. Hora das aulas, o casal tem que se separar. Hora do lanche, é a vez da Yuzuki surpreender Alice. Dessa vez ela que dá um beijo cinematográfico na outra moça.

 Terminado a cena romântica, Alice sugere uma experiência inédita. Alimentar sua querida namorada com o famoso aviãozinho, era isso que casais faziam de acordo com sua mente fértil. E assim chamando a atenção de uma multidão de estudantes curiosos, Yuzuki e Alice iam revezando os aviões carregados de cereais açucarados nadando no leite, na cena mais fofa já vista em todos os tempos naquele recinto de aprendizagem juvenil.

 Foram duas semanas com essas duas seguindo essa rotina: Alice levando Yuzuki para a escola, beijo nos intervalos, beijo nas aulas vagas, comidinha na boquinha, cafunés, fungadas de cangote e Alice retornando Yuzuki ao seu lar. Rotina que começava a incomodar os pais dela que em hipótese alguma aceitariam que a filha tenha virado lésbica. A pura Yuzukizinha estaria sendo corrompida por aquela garota diabólica. 

 A gota d'água ocorreu logo na terceira semana de namoro. O casal era o centro das atenções por onde passava. Alice resolveu marcar o pescoço da Yuzuki com uma leve chupada. Talvez por medo de perder sua amada para outro garoto, talvez porque no seu pensar casais apaixonados faziam isso.

 Esse ato lhe trouxe consequências: estava ela proibida de frequentar a casa da Yuzuki. E a menina marcada no pescoço ainda teve como castigo uma surra que marcou seu traseiro. Yuzuki nem ligou tanto, até porque os pais da Alice eram mais de boa. Passou ela a ir até a casa da sua namorada para irem juntas à escola.

 E lá estavam livres para ficar de paquera enquanto não tivessem assuntos escolares para tratar. Estavam sempre procurando algo novo para experimentarem no namoro, mas já não conseguiam pensar em mais nada que já não tinham feito antes. Yuzuki então pensou em pegar algumas dicas nas revistas que seu irmão costumava ler. Procurando-as online para olhar, tinha vergonha de pedir emprestada.

 E assim pela tela de seu celular Yuzuki começa a ler as revistas junto com a Alice. Muitas diversões que eram exemplificadas as duas já faziam desde que eram apenas amigas, todavia agora como namoradas poderia ser uma nova experiência. E foi.

 Primeiramente dividiram uma enorme taça de milk shake, o famoso beijo indireto pelo canudinho. Andaram de montanha russa, com Yuzuki no colo da Alice e no cinema, aos beijos e agarradas assistiam à uma comédia romântica. E o público ali só ignorava o filme para prestar atenção nas jovens apaixonadas.

 Porém, o último conteúdo do material conseguido pela astuta Yuzuki continha experimentos muito intenso para jovens como elas. Como por exemplo a brincadeira do toque, que consistia em tocar em cada parte do corpo do(a) amado(a) até descobrir sua parte mais sensível. Como assim? Yuzuki não entendeu direito, mas Alice ficou interessada em tentar a brincadeira. Não ali naquele momento porque pela descrição aquilo seria de extremo constrangimento se fosse realizado em público.

 O teste do toque foi marcado para ser feito no intervalo das aulas dessa segunda feira, e Yuzuki seria a cobaia. No laboratório mais conhecido como banheiro feminino Alice começa a seguir fielmente as instruções daquele folheto digital. Com todo cuidado começa a despir o uniforme da sua amada, que começa a se avermelhar de vergonha.

 Que sensual estava Yuzuki com um conjunto rendado todo vermelho... Sem mais enrolar a menina começa a tocá-la primeiro na bochecha. Nada de reações. Em seguida foi o pescoço. Sem resultado.

 Aí chega a vez de tocar em seus seios quase planos. Yuzuki reagiu na hora com um gemido. Teria Alice achado seu ponto sensível? Começou então a lhe cutucar os mamilos e dar pequenas beliscadas. A menina se contorcia toda e gritava, não de dor, mas de satisfação. E ia ficando cada vez mais quente até que Alice resolveu apelar: com uma mão tapou a boca escandalosa da Yuzuki e com a outra massageava aqueles peitinhos na velocidade do som. 

 Yuzuki não resiste por muito tempo, cai exausta no chão do banheiro com sua parte íntima jorrando novamente o líquido misterioso. Alice não tinha apenas achado seu ponto sensível como também provocou um orgasmo violento na sua parceira. Queria ter experimentado aquela euforia, mas já ia terminar o recreio e Yuzuki tinha que se vestir para retomar os estudos.

 Ok, essa seria a brincadeira da semana sendo que elas revezariam os papéis de tocada e tocadora. Na teoria, porque na prática Yuzuki ficou viciada naquilo. Sempre passava mal o final de semana quando Alice não estava por perto para a satisfazer. É, a garota estava corrompida. Até passou a frequentar mais vezes a casa da namorada que também gostava de receber os toques. Principalmente em sua área sensível que não eram seus seios volumosos, mas sim sua cavidade anal. Que pervertidas!

 Mas tudo que é bom dura pouco. As saidinhas semanais e atrasos da Yuzuki, chegando cada vez mais tarde em casa, fizeram os pais desconfiarem da pequena. Logo deram a ela uma penalização que consistia em uma hora de castigo a cada hora de atraso.

  E nada de sair sábado ou domingo a partir de agora. Que pais mais chatos! Quando o irmão começou a namorar eles não eram tão ditadores assim. E essa implicância toda é só porque Yuzuki acha Alice mais atraente que um garoto! Desnecessária essa homofobia, ninguém está saindo prejudicado. Ao contrário, o filho mais velho até aproveitava daquele relacionamento para escrever seus doujins.

 Enfim só restava a escola para fazerem suas brincadeiras safadas. Ora no banheiro, ora no galpão onde armazenavam material esportivo, ou até mesmo numa sala abandonada que existia no prédio e que elas acharam por acaso. O casal não podia fazer nada além disso devido aos pais severos da Yuzuki, pelo menos até essa sexta-feira onde surgiria uma oportunidade imperdível para ambas.

 Os pais da Yuzuki iriam passar dois dias viajando, logo só ficariam os irmãos em casa. Chance de ouro para Alice praticar com a namorada uma nova modalidade de toque, usando a língua. Cedo os donos do lar saíram, cedo Alice chegou. Levou um monte de bugigangas com ela, como material escolar e brinquedos suspeitos. Hoje a dobradinha era sessão de estudos e festa do pijama. O dia todo ficaram as duas belas moças jovens como de costume: no beijo e no grude, na hora do almoço e do jantar.

 O ápice aconteceria na hora do banho. Yuzuki foi na frente, e Alice entrou segundos depois. Que coisa, em todos esses anos nunca tinham tomado banho juntas. Yuzuki foi ficando vermelha de vergonha, mesmo já costumada a ficar exposta para a Alice, jamais tinha feito isso completamente nua, sempre estava usando no máximo uma lingerie no corpo.

 Yuzuki porém logo tratou de ficar impressionada com o corpo totalmente despido da Alice. Era incrivel como seus seios imensos não ficavam caídos como os de sua mãe. Não se segurou, como se fosse um bebê a garota gasta um crédito da brincadeira do toque e começa a sugar os mamilos da Alice. Enquanto isso suas brancas e delicadas mãos deslizavam sobre os glúteos igualmente grandes da Alice.

 Que reagia alisando as axilas da Yuzuki fazendo-a segurar o riso. Chega, é hora de terminar o banho porque o homem da casa queria usar o cômodo. A farra continuará  no quarto da Yuzuki. Ainda molhada a dona da cama deita-se não para dormir, mas para provar uma massagem provocante que Alice aprendeu naquelas pesquisas proibidas.

 A garota abre a bolsa e tira de lá uma espécie de vibrador e algo que parecia um óleo corporal. O líquido foi despejado na Yuzuki e o aparelho introduzido no local onde a pequena desenvolveu alguns pêlos pubianos. Enquanto Alice deslizava pelo corpo da namorada, Yuzuki dava gemidos altos de satisfação. Do quarto de seu irmão se ouvia todo o estardalhaço que as garotas faziam. Em um momento de vacilo Yuzuki consegue lamber a área preciosa da Alise.

 Como jovens saudáveis e curiosas poderiam ficar naquele momento prazeroso o resto da noite. Mas tudo estava prestes a ser jogado no ventilador. A história sobre os pais saírem era uma armadilha para pegar Yuzuki no pulo. E a isca foi mordida. No meio da folia das duas os responsáveis chegam e da porta escutam os gritos e berros que a pura e inocente Yuzuki dava.

 Sem baterem a porta já entram como policiais invadindo o barraco de um cidadão pirateiro. Lá em cima do colchão estavam as meninas nuas e grudadas, desde a boca até lá em baixo onde se insere os vibradores. Dessa vez Yuzuki ficou branca, pálida, albina, transparente! Sem ter o que explicar o fio do carregador começou a trabalhar no couro da Yuzukizinha. O rapaz do quarto ao lado também apanhou por ter permitido a entrada daquela má influência.

 Alice foi embora às pressas, nem se importou com os itens que deixou de guardar ns mochila. E estava decidido que Yuzuki seria transferida para outra escola, cortando de vez os laços entre as duas garotas. E para garantir o irmão seria obrigado a acompanhar a menina. Basta de fazer safadeza com garotas, ela vai a esquecer e começar a pensar em namorar garotos. Assim pensavam esses pais preconceituosos.

 Yuzuki começou a ficar doente por estar longe da namorada. A abstinência estava a deprimindo, a vontade que tinha era de tomar veneno e morrer. Mas Alice poderia fazer o mesmo, melhor não. Melhor mais uma vez pedir conselhos ao seu irmão mais velho, o único adulto que ela respeitava a partir de agora. Como ele poderia ajudar sua pequena dessa vez? Pensou um pouco e fez um sacrifício pelo bem da garota.

 Nada de pentagrama, sangue de galinha preta ou vela vermelha. O rapaz se desfez de seu celular para o doar à Yuzuki. Iria ele até Alice pessoalmente pegar seu contato, assim as duas poderiam se ver e conversar a hora que quisessem. A menina Yuzuki ficou em choque, chegou a ajoelhar aos pés do irmão para agradecer. Ele a levanta e começa a lhe afagar a cabeça, confortando-a e a acalmando. 

 Falado e realizado, o contato da Alice foi acrescentado. E ela foi logo fazendo uma chamada usando a câmera... Tinha chegado nesse instante da escola, e resolveu ligar para sua amada enquanto tirava sua farda, ficando do jeito que costumava brincar com Yuzuki no banheiro da escola. Que maravilhosa é a tecnologia que une dois corações apaixonados em situações difíceis...

 Antes abatida e desesperançosa, Yuzuki estava agora alegre e ouriçada. Toda hora era troca de fotos e vídeos entre as duas namoradas. Conteúdo que excitaria qualquer garoto da idade delas. Principalmente uma filmagem da Alice tomando banho, sugestivamente tocando as partes de seu corpo que Yuzuki adorava passar a mão.

 Yuzuki amava esses vídeos mais provocantes que Alice fazia. Mesmo que não a pudesse tocar diretamente podia a sentir através do brinquedo vibrante abandonado pela sua amada, objeto que a pequena guardava como um tesouro precioso. Reproduzia o vídeo da Alice e ligava o dispositivo, o quentinho do coração e corpo retornava, assim como seus orgasmos 

 Mas não era a mesma coisa. Yuzuki ainda ficava intrigada pelo distanciamento entre ela e Alice. Tinha que sumir de uma vez dali. Decidiu que ia fugir de casa, ia arrumar algum serviço e um lugar para morar com sua menina. Se ela quisesse, claro. Yuzuki arruma suas coisas e despede-se do seu irmão querido, aos prantos. Foi embora de casa assim que os pais foram ao serviço. Nunca mais voltaria ali.

 Yuzuki peregrinou pela cidade, até achar um bar onde estavam contratando ajudantes. O dono do estabelecimento estava relutante em aceitar uma moça tão jovem para o serviço que seria pesado, mas a garota insistiu tanto que o senhor resolveu fazer um teste com a Yuzuki. Por conveniência ou acaso lá nos fundos do comércio havia uma espécie de alojamento onde a garota podia se instalar.

 E assim de manhã Yuzuki estudava e de tarde trabalhava arduamente para juntar dinheiro. E o serviço nem era tão pesado, pois tinha duas colegas de trabalho para agilizar as tarefas e o atendimento. A pequena novamente tornou-se destaque entre as outras funcionárias, era muito menor que elas e ficava muito mais fofa em seu uniforme ligeiramente folgado.

 Algumas vezes pela noite quando não estava esgotada fazia hora extra como cantora amadora, se apresentando no pequeno palco que existia no boteco. Cantava e dançava segurando numa barra fixada no centro do palanque, suas acobracias espetaculares acabavam fazendo os clientes noturnos deixarem generosas gorjetas para ela. Entre suas folgas visitava sua amada Aliset para fazerem tudo aquilo que adoravam fazer.

 Poucos meses trabalhando Yuzuki junta o suficiente para comprar um presente muito especial para sua amada. Depois que seu irmão conseguiu lhe retransferir à sua antiga escola, a pequena vai até a sala da Alice para entregar em mãos o produto da compra. Era uma linda aliança folheada a ouro coberta de pedrinhas semipreciosas. Após o presente ser aceito as duas se beijam com muita emoção, e a classe toda aplaude de pé.

 Depois da aula, Alice e o irmão da Yuzuki vão com a mocinha até o bar onde ela trabalha. Yuzuki mostrou seu uniforme fofo, o palco onde ela se apresentava e seu quarto alugado. Alice foi perguntar ao dono do local se por acaso teria uma vaguinha de emprego para ela, mesmo que ela recebesse metade. O senhor não recusa pois Alice tinha belos atributos, era mais encorpada que a namorada.

 Três meses mais tarde trabalhando juntas, as garotas resolvem que querem ter mais privacidade. Com consentimento dos pais da Alice (os da Yuzuki estavam pouco se lixando pelo sumiço da filha), uma pequena residência foi alugada para elas. O dinheiro ganho como atendentes era o suficiente para suprir os gastos. E também sobrava para as pequenas irem em encontros no cinema, no shopping, no parque de diversões. Menos nos hotéis, pois não tinham idade para frequentarem.

 E longe dos seus pais rancorosos e preconceituosos Yuzuki viveu feliz para sempre com sua adorável Alice. E logo que puderam estavam casadas. Algo inédito em toda aquela cidade.

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