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|AVISO!! ATENÇÃO!! ALERTA!! CUIDADO!! LEIA A DESCRIÇÃO ATENTAMENTE ANTES DE TUDO! |
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O CONTEÚDO DESSA HISTÓRIA É EXTREMAMENTE PESADO E PERTUBADOR PARA PÚBLICOS SENSÍVEIS. NÃO É RECOMENDADO PARA PESSOAS DE ESTÔMAGO FRACO. NÃO É RECOMENDADO PARA MENORES DE 21 ANOS, NEM PARA RELIGIOSOS FANÁTICOS, PESSOAS QUE TÊM PROBLEMAS DE RACIOCÍNIO OU PARA PÚBLICOS QUE REPUDIAM CRIMES. NÃO ME RESPONSABILIZO POR ATOS QUE VOCÊ POSSA VIR A FAZER BASEANDO-SE NESSA LITERATURA, MUITOS MENOS INCENTIVO-O A COMETER CRIMES SIMILARES. NENHUM FATO AQUI NARRADO É BASEADO EM FATOS REAIS, PODENDO HAVER OU NÃO COINCIDÊNCIAS: TUDO É BASEADO EM OUTRAS OBRAS LITERÁREAS OU TELEVISIONADAS CONSUMDAS PELO AUTOR. TEXTO FEITO APENAS PARA FINS DE ENTRETENIMENTO E REFLEXÃO SOBRE A VIDA, VERDADE E UNIVERSO. BOM DIVERTIMENTO E ATÉ A PRÓXIMA. RESPEITE A LEI E SE CUIDE. TCHAU POR ORA!_______________________________________
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Escola de Naoeda Suwakonta, lugar de estudantes excepcionais. Atletas no esporte, gênios que pulam de série, viciadas em banho de rio, fisiculturistas e até uns que eram preguiçosos porém inteligentes. Um bom lugar para se estudar. Ou pelo menos deveria ser, pois existia um mal elemento presente ali. Um ser mais malicioso do que amiga de infância que persegue seu ex. Uma escória que faz enojar a qualquer um.
Esse ser era professor em uma das salas de aula dessa escola, com 39 estudantes. Todas elas do sexo feminino. E sim, quase todas elas eram aliciadas e assediadas pelo professor que era violento em suas investidas. Eram até ameaçadas de morte por ele! Aquelas que não eram estupradas, eram obrigadas a ver aquela humilhação com suas colegas. O terror psicológico que ele colocava na turma acuava qualquer uma de denunciá-lo.
Ou quase. Silvy era a única que não aturava o comportamento marginal que o professor cometia. Sempre se esquivava dos seus ataques e se recusava às suas chantagens. Mas não podia fazer nada sozinha e desarmada. Era trancada no armário enquanto o pervertido abusava de suas colegas. Até essas ficarem exaustas e todas cheias do sêmen do criminoso. Ela era obrigada a assistir aquele show de horrores forçadamente.
Silvy não aguentava mais aquilo, todas suas colegas eram muito covardes para juntarem-se e entregar o professor. Mesmo que fosse um bando de alunas do fundamental I, eles não teriam força o suficiente para combatê-lo? E que adultos mais lerdos, não percebem o que está acontecendo com seus filhos? Ela tentou argumentar mas como o mestre tinha uma das classes mais aplicadas da escola, nenhum pai desconfiava dele.
Passava-se os dias e o professor continuava com o estupro das suas alunas. Que ódio Silvy tinha daquele pedófilo escroto! Ela ia dar um fim naquilo antes que alguma amiguinha se machucasse seriamente. E planejou sua vingança contra o educador. No dia seguinte ela aparece um pouco mais tarde na sala, com uma surpresa na mochila. Ela aproveita que o professor está de costas abusando da sua colega de classe.
Ela puxa de dentro da bolsa uma pequena espada que ela pegou das coisas do seu avô materno. Juntou todas as suas forças e deu-lhe uma punhalada certeira que atravessou suas costas e parou do outro lado. Depois a garota puxa a arma de volta e repete a operação mais 4 vezes, enchendo o covarde de buraquinhos e o fazendo cair duro no chão. Era o fim daquele abominável monstro abusador.
Foi a maior comemoração! Silvy, toda ensanguetada, foi erguida por algumas de suas colegas, enquanto outras socorriam a vítima que foi abusada. Limpando-lhe o sangue e o esperma, vestindo-a e a deitando no canto da sala. Essa agitação toda atrai a coordenadora até aquele 4º ano, que vê aquele cenário de final de guerra onde os soldados comemoram a vitória. Logo Silvy se vira para ela e afirma firmemente ter matado o professor.
Aquilo era algo sério! Os pais de Silvy seriam chamados e a garota seria expulsa! Ou não. Pois sem o professor as alunas começaram a se soltar, e relatar tudo o que sofreram na mão daquele verme. De todo modo elas terão que testemunhar a favor da colega que será julgada pelo homicídio que ela cometeu. Após um tempo todos as alunas ali foram ouvidas, Silvy foi julgada, e foi inocentada. Foi entendida como "agiu por legítima defesa".
A expulsão da Silvy foi anulada e agora sua classe podia frequentar a escola tranquilamente. Não parecia ter remorso de ter tirado a vida de seu professor. Ao contrário, parecia mais feliz que nunca, e ainda tinha o status de heroína conseguido ao eliminar o monstro. Pena que teve que devolver a espada para o seu avô. Bom, não ia precisar mais dela então tanto faz, pois todos estavam satisfeitos com um bandido a menos no mundo.
Quer dizer, todos não. Os 3 filhos do professor, dois rapazes, um de 19 anos, um de 17 anos e uma moça de 15, ficaram indignados com o julgamento da Silvy. O pai deles poderia não ter sido um exemplo como pessoa, mas não merecia ter tido uma morte tão violenta. A garota saiu impune, deveria pelo menos ter sido punida, com sua família tendo que os pagar uma indenização. Se é assim que a justiça é, então eles fariam do jeito deles para vingar o falecido pai.
E assim que eles descobrem o local da escola onde o professor trabalhava foram de automóvel até lá, na hora em que os alunos largavam. Ao avistarem a garota assassina ligam o carro e sorrateiramente a perseguem até um pedaço de caminho onde ela andava desacompanhada. Eis que o trio estaciona e aborda a menina que é amordaçada e vendada sem chance de reação. Foi jogada no porta-malas e levada para o cativeiro. Sequestro completado. Silvy estava em apuros!!! O que os senhores farão com a menina?
Dentro do porta-malas a garota não parava de chorar. Estava desesperada com o que aqueles 3 iam lhe fazer. Por que haviam a raptado? Será que vão pedir resgate por ela? Ou seriam eles aquelas pessoas que arrancam os órgãos das pessoas? Aos poucos Silvy foi perdendo a consciência por causa do calor e da falta de ar naquele espaço confinado. Foi acordar quanto chegaram no lugar do cárcere.
Uma casa grande e bonita de dois andares, bem escondida dentro da comunidade, pertencente ao irmão sequestrador mais novo. Lá a pequena ia ser mantida presa até eles ficarem satisfeitos. Logo que foram entrando a roupa da Silvy foi arrancada totalmente do seu corpo, a tortutra já começaria por aí, por estar fazendo frio. Em seguida colocaram uma algema em seu pulso, para limitar seus movimentos e machucar seus braços.
Silvy não reagia, aquelas pessoas poderiam estar armadas. Melhor obedecer eles e esperar pelo melhor. Ou pela sua sentença. E ela ia aguardar em uma pequena cela onde se encontrava o cachorro mascote do dono da casa. Um ótimo lugar para um cativeiro, jogaram ela nesse quartinho com portão de grade enquanto encontravam uma utilidade para ela.
Estava lá Silvy brincando com o cachorrão quando um dos irmãos abre aquela grade e a retira de lá. É convidada para jantar com os outros. A desconfiança bate, será que vão lhe servir comida envenenada? Parece que não, pois o jantar era sopa e todos estavam se servindo do mesmo caldeirão. Suas algemas são tiradas para que ela pudesse usar os talheres, mas em sua perna foi amarrada uma bola de ferro para limitar suas ações.
Sua alegria dura pouco, os maldosos já haviam arrumado um afazer para ela, lavar a louça. Tudo bem, não era tortuoso em nada realizar a tarefa. Caso a Silvy não estivesse despida! O frio estava a incomodando muito, a ponto de ela pedir por favor que pelo menos deixasse ela usar sua lingerie. A irmã do trio demoníaco resolve esse caso simplesmente esquentando a concha usada para servir sopa até a ponta ficar incandescente, e tatuou as nádegas da pequena, deixando uma marca redonda na sua traseira.
Hora de dormir, a sequestrada é levada de volta para a cela. Agora arrastando uma bola pesada com a perna, apenas tendo o cachorro de companhia. Sentia falta da sua família e amigos. Porque tinha que sofrer aquilo? Era castigo por ter matado uma pessoa? E se fosse, era justo? Para os filhos do falecido sim. Foi o que falaram à ela quando a garota os questionou. Silvy foi dormir enrolada no mascote tamanho era seu frio, foi difícil adormecer com o bumbum todo ardido.
No dia seguinte a tortura veio ao despertar, Silvy foi acordada pela a irmã da gangue que simplesmente lhe despejou uma panela de água fervente. Maldita!! Depois dessa desumanidade levam a menina para tomar café. Silvy foi avisada que aproveitasse bem pois depois de comer ela faria uma faxina geral e exaustiva na casa. A pequena foi desjejuar derramando lágrimas ao pensar no inferno que ia passar.
Silvy foi forçada a varrer e encerar a casa toda. E não parava por um minuto para descansar. Se o fizesse tinha um lá com um chicote, uma régua ou uma arminha de choque para estimulá-la. Foi terminar bem tarde, bem exausta e cheia de hematomas pelo corpo. E ia direto para o quarto do castigo, onde era recebida com carinho pelo único ser daquela casa que não lhe fazia mal. Suas lambidas eram um alívio para as dores da pequena.
Foram 13 dias de tortura até aqui. A Silvyzinha era obrigada a lavar grandes fardos de roupa, arrumar constantemente a casa e até limpar os resíduos do animal que dividia quarto com ela. Fazia esse trabalho escravo sempre nua e com a bola de ferro presa no tornozelo. Não estava mais suportando tudo aquilo, ou tentava fugir ou cometeria suicídio. Mesmo tendo banho e refeições garantidas havia limites para um ser humano suportar.
A chance da fuga veio no 14º dia. Silvy foi trancada no quarto do dono da casa para limpá-lo. Ela foi liberada da bola de ferro por hoje. Estava a menina fazendo sua arrumação quando viu a janela destrancada. Chance de ouro de escapulir daquele inferno. A altura poderia fazer ela quebrar algum osso, mas devia arriscar de qualquer jeito sua liberdade. Pulou do segundo andar e caiu direto na piscina da casa. Conseguiu sobreviver à queda, mas não iria muito longe.
Na beirada da piscina estava a filha do professor, que de pronto encostou a ponta de seu aparelho de dar choque na água onde a Silvy estava mergulhada. A dor foi a pior que a garota tinha sentido até agora. Sentia como se estivesse levado um monte de cacetadas com uma barra de ferro. Mas não satisfeita com a tortura, a irmã recolhe a menina da piscina e resolve juntar os outros dois para realizarem o castigo final com a vítima.
Silvy é levada novamente ao quarto. É enxugada e entorpecida com medicamentos. Logo a garota está tão alucinada e fraca que não oferece defesa. É hora de fazer uma homenagem ao professor morto, iam abusar da única aluna que o seu pai tinha fracassado em conquistar. O mais velho foi o responsável por usar o buraco da frente, o do meio ficou com o de trás, e para a caçula sobrou beliscar e fazer cicatrizes em seus mamilos.
Quem diria que a primeira vez dos bandidos juvenis seria com a assassina de seu pai. E quem diria que a primeira vez da Silvy seriam com os sequestradores que a torturaram por duas semanas!! Foram os derradeiros 5 minutos de sofrimento dela, que acabaram quando seu interior estava cheio do líquido das crias do tinhoso que costumava lhe dar aulas. Chega, os 3 ali estavam satisfeitos, vestiram a garota e a levaram de carro até onde ela tinha sido capturada.
Silvy foi se arrastando até a casa dela. Que alívio para a família, que estava a procurando com o auxílio da polícia durante as duas semanas. Silvy conta tudo sobre seu sequestro, até sobre seu hímen rompido pelos violentadores. Mas por ainda estar sob o efeito das drogas não lembrava o rosto dos sequestradores. Paciência, o mais importante era examiná-la e tratar seus machucados visivelmentes destacados em sua pele.
Examinada e tratada, o enfermeiro descobre algo na Silvy que nunca tinha acontecido com suas colegas: a garota estava grávida! Foi sugerido que a garota fizesse o aborto daquele feto provavelmente indesejado. A menina pensa um momento e decide que vai manter aquela gestação. Por mais que tenha sido fruto de uma relação contra sua vontade, no seu pensar era justo ela ter que gerar uma vida para compensar a vida que ela tirou de alguém.
Bom, a polícia nunca achou os criminosos que destruíram Silvy, infelizmente. Quanto à garota, essa teve uma pequena complicação no parto. Nada grave todavia, Seu bebê nasceu saudável e teve todo o carinho de seus avós que cuidariam dele enquanto a sua mãe ia estudar. Aliviada e recuperada, estava Silvy feliz na companhia de suas coleguinhas de classe, que comemoravam a volta da amiguinha heroina que eliminou o cancro maligno daquela escola. E novamente Naoeda voltava a ser a escola perfeita para se estudar.
Permitida a cópia mediante autorização do editor
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