quinta-feira, 29 de abril de 2021

Excursão escolar [+16]

   Viagem escolar, que saco! Sem motivo suficientemente convincente, todo ano a porcaria da direção da escola particular (com mensalidade altamente cara) onde eu frequento minhas aulas (chatas e enjoativas) resolve que todos alunos cursando o primeiro ano do ensino médio são obrigados e forçados a fazer essa excursão como parte do currículo vigente.

  Ok, ok, tenho que juntar umas tralhas na mochila para levar para dentro do mato. Itens essenciais para sobreviver naquele anti-céu. Repelente, acendedor de fogo, lanterna, celular, gerador portátil de eletricidade, churrasqueira elétrica, algumas roupas limpas, objetos para higiene e uma foice, nunca se sabe quando vai se precisar usar uma. E claro, uns lanches nada saudáveis para comer.

   Aciono o despertador para tocar cedo porque o tal ônibus vai madrugar na escola. Que problema! Vou dormir ansioso pelo dia que promete ser tortuoso. Cinco e tanta, vou me arrumar e desjejuar um queijo borrachudo com algumas bolachas esfareladas. "Simbora" para a multidão de semi analfabetos, passar sei lá quantas horas dentro de um coletivo. Que estava nas últimas, uma perda total. Bom, enquanto não explodir de vez vão o continuar explorando.

  Fuuu, que veículo mais esculhambado! Pichações, janelas quebradas e o banheiro igual ao de rodoviária brasileira. Corri para pegar as poltronas do fundão que aparentavam estar menos destruídas, e logo me vi num ônibus lotado de filhotes humanos todos condenados no mesmo rebanho pagando sua sentença. Aquele lugar estava uma fornalha em pouco tempo, devia ter trazido comigo meu ventilador portátil.

  Vou ignorar o fato de estar bastante abafado e desconfortável dentro do ônibus(não adiantou sentar na cadeira do lado da janela), vou é conversar com meu colega companheiro de aventuras que está sentado na cadeira ao lado da minha; em estimadas 4 horas de viagem dá para por muito assunto em dia, impossível de o fazer no decorrer das aulas que raramente vagavam. Nisso a escola é boa, o ensino é acima da média comparada as outras. Sempre tem dois ou três substitutos para caso algum professor por acaso falte. Indiferente a essse fatos, eu e meu amigo fomos a viagem toda a falar de garotas, programas de televisão, garotas, lançamento de jogos, redes sociais. Sempre com um salgadinho ou uma bebida na boca.

  Duas quebras e 300 minutos depois o ônibus com dois mestres, dois motoristas e quase cinquenta delinquentes juvenis incluindo eu, o narrador dessa história, chega no meio do nada. Uou! O lugar até que aparenta ser interessante... e bonito. Uma mata cheia de mato, árvores cujo meu conhecimento sub nulo em botânica não me permitiu indentificá-las. O rio ali presente aparentava ser imenso, sua visão se perdia no horizonte. E como ela tinha peixe ali aposto que vão nos obrigar a pescar. Só se for de lança, eu mesmo não trouxe comigo uma vara de pescar. Ou... de repente os organizadores que são super atentos aos detalhes colocaram no bagageiro do coletivo até botes inflados.

  Isso eu não descobriria agora, o "tio" está chamando suas criançonas para dar as aulas de acampamento. Uma montagem extremamente tediosa, nada emocionante e chata de barracas, estragando a linda vista do matagal. Parecia uma favela de lona! Que exaustão deu essa atividade ao ar livre com o sol caprichando nos raios ultravioleta marcando minha pele quase albina. Nossos carrascos entenderam a situação e nos deu um descanso, e liberou o almoço para nós (eram treze horas!). Ha ha ha, com certeza na parte dois vão nos fazer colaborar para a produção do jantar. Acertei na mosca!

  Vinte e cinco pares foram separados e incumbidos de realizarem uma tarefa específica para o projeto que eu apelidei de "extorsão por uma refeição". Para mim e minha companhia a missão era adentrar a selva para conseguir lenha para fazer fogo. Quem vai comigo nessa expedição extraordinária? Errou você que pensou que meu mano viria comigo. O professor sacana me colocou junto com uma garota aleatória qualquer para catar madeira. É,né, melhor que nada... ainda que normalmente nunca nos falemos muito na escola eu até que achava ela arrumadinha, se comparada às outras garotas da sala que não eram nem de longe dignas de receberem uma cantada das piores. Pegamos o carro de mão fornecido para a tarefa, minha mochila com ferramentas e adentramos a floresta seguindo a trilha mal feita até o ponto do desmatamento permissivo.

  Eita lugarzinho longe! Andávamos já faziam 15 minutos e nada de chegar ao lugar. A minha parceira e eu suávamos aos montes, mas parecia que ela não estava tão incomodada assim, ela nada falava! Sem nos comunicarmos continuamos a andar até o tempo resolver fechar e cair uma chuva caprichada... a caminhada vira uma corrida em disparada à procura de um abrigo, que foi encontrado em uma cabana poucos metros depois. A porta estava aberta, entramos sem pensar. Nossos uniformes estavam completamente encharcados por causa da chuva, e já estavam quase me deixando com frio. Esse choque de temperatura poderia nos deixar doentes, pensei. Mas o que vou fazer? Não podemos ficar assim. Nessa hora ela abre a boca para falar algo que foi bem chocante, que tirássemos a roupa para secá-las.

  Que ideia fora do senso comum... mas como eu não tinha escolha melhor apenas virei as costas para que não nos víssemos nus e me despi. Ela fez o mesmo. Peguei a toalha da minha mochila e a ofereci para que se enxugasse. Ela se secou  e me devolveu a toalha para eu me secar também. Peguei nossas roupas e coloquei num mini varal que fiz com uma corda que tinha dentro do barracão, para tentar secar as roupas, enquanto catávamos umas madeiras que tinham no canto da parede para acender a lareira e espantar o frio repentino causado pela tempestade. Conseguimos acender o fogo...nos aproximamos da lareira em pé, um de costas para o outro. Para mantermos um mínimo de privacidade, já bastava nós termos vistos a roupa íntima de cada ou termos partilhado a mesma toalha.

  A natureza tentou me provocar... mandou bem perto daquela lugar uma descarga elétrica que iluminou a mata toda, e fez um grande estardalhaço. Minha colega esquece da sua condição de estar "como veio ao mundo" e vira de frente para mim, me dando um abraço sufocante, demonstrando estar assustada com o fenômeno natural(eu também estava...) Hum, hum, algo em mim logo começou a reagir com aquele corpo em contato tão próximo ao meu... nem me passava na minha cabeça que aquele corpo maduro me causaria uma ereção, pois meu gosto são as baixinhas com o seio pequeno. E a garota parecia que comia leite com fermento todo dia. Logo a moça sentiu a protuberância em sua virilha. Ela me surpreende novamente ao falar que eu podia esfregá-lo por ali mas não podia enfiá-lo porque ela não estava em um dia seguro.

 Com vossa permissão eu comecei a roçar naquele aperto gostoso, não deu um minuto enchi seu corpo e rosto com sêmen acumulado de dias sem bater uma. Que sorte ter alguns papéis toalha na bolsa, porque para limpar aquilo com minha toalha não ia dar. A garota se limpa pela segunda vez no dia e joga as provas do incidente na lareira de fogo. Toda sem jeito ela se afasta de mim e veste sua lingerie já seca por causa do fogo. Eu me enrolo na toalha. Passou uma hora e acaba a chuva, pegamos nossas fardas e as recolocamos. Bem na hora que meu amigão bate a porta do barraco (que fechei por causa da tempestade.)

  Avisou-nos que por causa da chuva a atividade tinha sido cancelada, e que iríamos jantar a comida que fora feita no fogão a gás que tinha na administração do acampamento. Fomos feitos de trouxa,que ódio ferrado! Tá, vamos voltar então ao grupo, pelo menos sem ter que carregar um peso em lenha. No local de origem ficamos fazendo vários nadas até a hora da janta. Comemos até enjoar, e formos dormir nas barracas mal montadas. Somente iluminados pelas lanternas e lampiões, não tinha lenha para fazer uma fogueira. Amanheceu e partimos de volta à civilização... Na minha cadeira do coletivo sou surpreendido pela garota que me fez ficar ereto. Cochichou no meu ouvido que numa próxima eu poderia despejar dentro dela. AH! Se aconchega nesse banco aí amigo, vou te contar uma história que dificilmente "cê" vai acreditar... mas é segredo entre amigos, ok? 

sexta-feira, 23 de abril de 2021

A dor de barriga

  Eram 16 horas. Minha pequena estava assistindo a televisão atentamente, esperando a janta ficar pronta. Foi então que eu percebi que faltavam alguns ingredientes para terminar de cozinhar e só havia nós dois em casa... Bem, bem, devo levar ela comigo para o mercado, somente para fazer companhia? Ah, tá, a danada não gostava de sair comigo... Fica aí quieta então assistindo seus desenhos e veja se não incendeia a casa que logo eu volto. 

       Ela prometeu que ia comportar-se,  despediu-se de mim e voltou para a frente da tela chuviscada do aparelho de tubo. Mas todos sabem que criança não sossega quieta no lugar... Prevejo a zona de batalha que a casa vai ficar quando eu voltar do mercado, mas o que custa dar um voto de confiança para ela. Logo estava a moça na cozinha procurando o sete para pintar!

Naquele lugar, naquele local era lindo o cenário: álcool 96, facas, água sanitária, isqueiro... tudo ao alcance das mãozinhas curiosas da garota. Mas isso não atraia mais a menina que já cortou e queimou a pele com esses instrumentos. Ela almejava outras aventuras menos perigosas e arriscadas. Quando de repente na sua frente um objeto chamou a atenção dela. E foi explorar ele!

O alvo da vez era a geladeira. A fome a atraia até aquele recipiente mágico. Abriu a porta. E se surpreendeu com o tanto de gostosuras armazenadas lá dentro. Bem em destaque havia um bolo de chocolate gigantesco todo recheado e decorado, daqueles dignos de confeitarias luxuosas.

 A sapeca nem pensou duas vezes: começou a devorar o bolo por inteiro. Para eu aprender a não esconder as coisas gostosas só para mim. Mas o bolo era para todos, seria a sobremesa do jantar. Ela o comeu todo!

Satisfeita ela volta para a sala com a maior cara de inocente. Mas seus lábios e bochechas cheias de recheio de leite condensado condenavam ela. Chego eu da feira com as verduras para fazer sopa para o jantar, e vejo a bandeja do bolo toda amassada em cima do balcão.

 E a cara da minha maninha toda lambuzada de chocolate. Ela pula do sofá espantada com a minha pergunta sobre quem tinha comido o doce. Ela não falava, apenas escutava o sermão que eu lhe dava. 

Com cara de quem ia chorar, acertou um chute nas minhas partes sensíveis e se trancou no quarto.Ignorou meu chamado para jantar, ela estava irritada por causa da bronca que eu lhe dei. Pode ter sido exagerada? Talvez. Mas se eu não a repreendo ela hoje, amanhã ela pode virar uma delinquente que bate na própria família. Não vou insistir, ela deve estar estufada de tanto bolo comido. Deixa ela esfriar a cabeça.

21 horas, ela finalmente sai do quarto, às pressas. Direto para o banheiro. Chegando lá começou a dar altos gemidos de dor. O bolo tinha lhe causado uma grande dor no estômago. Recebeu o que mereceu por ser desobediente e gulosa. Todavia fiquei preocupado. Bati a porta do cômodo para perguntar o que aconteceu.

Ela falou que a barriguinha dela estava doendo muito, estava queimando, e ela tinha vomitado no quarto. Meia hora passada no banheiro ela resolve se lavar pois havia se sujado com suas fezes amolecidas. Pegou uma toalha e correu de volta para o quarto, quase escorregando na cerâmica por estar com os pés molhados. Deitou na sua caminha e começou novamente a gemer e chorar com dor na barriga.

Apareci logo em seguida com uma xícara de chá para sua dor estomacal. Mandei abrir a porta, ela obedeceu. Já vestida e deitada na sua cama ela aceita tomar o remédio caseiro que eu fiz, depois de convencê-la que sua dor ia diminuir. Também fiz a caridade de levantar sua camiseta para poder massagear seu estômago com uma pomada para relaxar. Quanta dor ela devia estar sentindo a ponto de chorar! Aos poucos ela foi se acalmando, no que aproveitei para limpar o vômito que estava na minha frente.

Era hora da mãe chegar da empreiteira. A porta do quarto estava aberta, causando o flagrante. Mas como não era nada de mais apenas lhe expliquei o que a moça tinha feito, logo ela ia deixar para lá. Mentira, na mesma hora ela tira o cinto e quer bater na garota. Eu simplesmente pulei por cima. Não precisa de tamanha violência, eu já tinha resolvido tudo conversando, e ela já tinha recebido o castigo pela consequência do seu ato. Deixa ela descansar e refletir sobre o mal que ela fez a si própria...

A dor de barriga da minha irmã pequenina passou pela manhã. Ela foi pessoalmente me agradecer pelo chá e pela massagem. E se desculpar pelo bolo. Hum... agora ela vai sair comigo para comprar os ingredientes para fazer outro bolo. Mas dessa vez ela nem quis saber de comê-lo, ficou apenas nos sanduíches do café da manhã!

quarta-feira, 21 de abril de 2021

Agradecimento pelas views do meu humilde blog

 


 

[Pandinha fofa do anime Kuma kuma kuma bear]
Então, vocês acharam meu local secreto onde eu faço backup de minhas histórias e memes não é mesmo? Bom, sejam bem-vindos e fiquem a vontade para pegarem para si qualquer conteúdo que desejarem. E se algum de vocês tiver alguma ideia para eu melhorar meu pequeno site fiquem a vontade para opinar. Talvez eu disponibilize alguns links de download de jogos direto do Google drive, sem anúncios ;) 

sábado, 17 de abril de 2021

O braço quebrado

  É dia de festa, é dia de alegria, dia de diversão. Hoje temos na escola estadual de Naoeda Suwakonta o mais famoso e badalado festival do esporte e atletismo. O local estava com as arquibancads lotadas de pessoas de todos os lugares daquela cidade. Pais de alunos, avós, tios, amigos estudantes de outros locais e comerciantes que patrocinavam aquele fabuloso evento. Todos estavam lá para prestigiar o show esportivo que os seus filhos, netos e conhecidos iam estrelar, e torcer para eles.

 Torcida bem organizada inclusive, com direito à cornetas e bandeiras coloridas, confete e gritos de guerra ecoando o nome dos seus favoritos. Tem quem dissesse que no meio da torcida havia até gente apostando no ganhador da contenda colegial que antes que eu me esqueça de contar era de tamanha importância que tinha transmissão pela televisão local da região. Beleza, falando em favoritos vamos apresentar a mais queridinha do público para a primeira competição, a corrida de 100 metros.

 A mais jovem das competidoras ali presente, tinha a fama de ser a corredora mais veloz da classe. E também  a mais bonita na opinião dos garotos da classe dela. Seu nome: Ryuka, que já se alongava toda para se aquecer. E arrumando seu shortinho de educação física apertado nas pernas. Ao seu lado estava outra aluna, uma espécie de rival: a segunda mais veloz da sala e também considerada pelos meninos a segunda mais bonita: Taniya, que para se preparar para a carreira fazia flexões usando apenas a mão direita.

 Taniya estava com sangue nos olhos, determinada a derrotar Ryuka naquela competição. Tinha treinado feito uma condenada, não iria mais aceitar ser a número dois para sempre, ser a sombra da colega. O quanto seu aperfeiçoamento em técnicas de corrida iriam resultar? Logo saberíamos pois a largada foi dada. Taniya disparou na frente, mas Ryuka logo alcança a garota. Cem metros depois Taniya cruza a linha de chegada, com doze segundos cronometrados. Em segundo lugar, quase dois segundos atrás da Ryuka, a vencedora mais que certa de acordo com a arquibancada, que vibrava e gritava euforicamente o nome da vencedora.

 Ryuka pulava de alegria, acenava para o público e mandava beijo com a mão. Taniya apenas olhava com raiva e cerrava os dentes. Por mais que ela ouvesse se esforçado e melhorado bastante sua performance atlética e resistência física, ainda não fora párea para sua "rival". Ela tinha diminuído seu tempo e deixado os outros seis competidores muito para atrás, mas aquela Ryuka estava num nível profissional olímpico. Taniya estava tão possessa de ter fracassado em seu objetivo que no pódio nem quis comemorar, apenas pegou sua medalha prateada e partiu para sala.

 Pouco depois chegou Ryuka. Suada e cansada depois da proeza feita na corrida. Queria porque sim apertar a mão da parceira e parabenizá-la pelo segundo lugar. Ela meio contrariada aceita, afinal de contas seria uma grosseria com a colega. Pouco depois desse momento épico, repentinamente ela propõe uma competição de queda de braço para comemorar o sucesso das duas na corrida.  O motivo para a escolha dessa brincadeira? O sentido? Tanto faz, a menina Ryuka era muito competitiva, logo disse sim para a ideia da Taniya. Ótima oportunidade de vingança, pois pelo menos nisso ela deveria ser melhor, na força ela seria a número um. Não era. A senhorita Ryuka era muito resistente e ia ganhar mais uma partida. Mas isso não ficaria assim.

 Num ato dissimulado ela finge uma escorregada, agarra fortemente o braço da amiga e ambas caem no chão, sendo que Taniya tombou por cima do braço destro da Ryuka, fazendo com que o osso partisse e rasgasse a pele alva e lisa da garota. Era uma fratura exposta que fazia Ryuka agonizar de tanta dor... o sangue escorria pelo chão onde se encontrava as duas garotas caídas. Taniya ergue-se de lá e corre atrás de um adulto para socorrer a ferida. Por dentro gargalhando pela astúcia dela. Uma verdadeira vilã de novela, assim ela se sentia.

 Chegou o irmão da Ryuka junto com um professor para prestar-lhe atendimento. Levam-a à enfermaria da escola para limpar a ferida com álcool e para estancar o sangue com esparadrapos. E Ryuka fora conduzida para o hospital a fim de ter o braço engessado. E assim se sucedeu, tomou um antibiótico e enfiaram um monte de gesso no seu membro. O osso logo se calcificaria, por sorte não teriam que lhe amputar o braço!

 Eita amiga da onça! Ryuka já sabia que Taniya não era a pessoa mais santificada do mundo, mas aquele tipo de vigarisse foi de magoar! Bom que ela ia ficar afastada da maldosa por alguns dias pois estava impossibilitada de manusear qualquer coisa com a mão destra. Ficar em casa seria uma boa para se desintoxicar dessas más companhias. Agora teria que se adaptar a usar seu braço auxiliar enquanto não sarasse, seria um novo desafio para a nossa menina que sempre estava querendo superar seus limites.

 Mas esse deafio era demais para Ryuka. Escovar os dentes era difícil, comer era difícil, fazer a limpeza do quarto era impossível. Vendo a situação crítica da coitada, seu irmão (chamado Ryuzaki) se propôs a auxiliar a irmãzinha enquanto esta estivesse contundida. -Certeza que você não se incomoda com isso Ryuzão? -Nem um pouco Ryuzinha, é meu dever prover conforto enquanto minha fofinha estiver precisando.

 Generosidade aceita, os irmãos começaram a ficar mais grudados do que de costume. Ryuzaki passou a pentear os cabelos compridos da Ryuka, escovava-lhe os dentes e dava comidinha na boca dela. Aproveitando-se para fazer a maninha dizer "a-hum" para o aviãozinho pousar em sua língua. Cena fofamente fetichada. Mas havia um probleminha. Na verdade um empecilho gigantesco para ambos. E não era sobre a lição da escola pois essa chegava pelo correio junto com a matéria resumida e explicada, para que assim que ela sarasse fosse feita aos poucos.

 Como ela conseguiria tomar banho naquela situação? Antes ela pedisse para a mãe fazer isso, mas essa sempre chegava do serviço para lá de meia-noite, e Ryuka não gostava de dormir suja. Sem jeito e morrendo de vergonha só lhe restava pedir esse favor para o seu irmão. Que também estava vermelho de vergonha. Mas o prometido por ele devia ser cumprido. Nenhum dos dois ali tinha costume de quebrar uma promessa. Vamos assepsiar a garota então.

 Primeiramente com cuidado a Ryuka é despida pelo vermelho Ryuzaki. Desabotuando sua camiseta ainda com cheiro do primeiro lugar da competição escolástica. Sempre com cuidado para não mexer no braço imobilizado, o que causaria dor na menina. Em seguida retira seu shortinho apertado, aliviando as coxas da Ryuka que já estavam quase assadas. E por fim tira-lhe a lingerie, deixando a garota totalmente despida e pronta para a banheira. Fazia tempo que ele não via aquelas nádegas nuas na sua sua frente. Quase o moço desmaia de tanta vergonha!

 Coragem guerreiro, é por uma causa nobre! A garota se arruma na banheira, apóia o braço engessado numa cadeira e pede para o jovem a esfregar com o sabonete. E assim ele começa a dar banho na Ryuka, meio que olhando de lado para evitar pensamentos inapropiados. Esfregando suas partes íntimas e sensíveis com a esponja, passando xampu e enxaguando a irmãzinha... agora pega a toalha dela com capuz e seca seu corpo delicadamente.

 E pensar que há dois anos atrás os dois compartilhavam a banheira ao mesmo tempo! Como sua irmãzinha tinha crescido! (Pudera, Ryuka já usava sutiã). Já havia pelinhos por todo o corpo, estava na puberdade... Aquela garota que ele tinha quase que criado em paralelo com os pais: esses iam trabalhar e ele era o responsável por lhe trocar as fraldas e esquentar suas mamadeiras. Que boas essas recordações, mas chega desse pensamento que é hora de continuar cuidando da maninha.

 Já no quarto da Ryuka, Ryuzaki que ajudou-a a se despir, teria que ajudá-la a se vestir: pondo-lhe talco nas virilhas avermelhadas, uma roupa íntima rendada (presente dele) e uma camisola (um pouco folgada) e penteando seus cabelos, deixou a menina pronta para dormir. Mas antes disso ele deu uma geral no quarto da mocinha, enquanto ela ficava sentada numa cadeira só observando. O que Ryuzinha poderia fazer para agradecer ao Ryuzão? Apenas um beijo de muito obrigado na bochecha. O suficiente para ele.

 Foram duas semanas nesse ritual até finalmente o braço da Ryuka voltar ao normal. Ainda bem, mesmo com o irmão tendo se acostumado a lhe dar banho, comida na boca e afins. Já de volta à escola fez as pazes com Taniya e perdoou ela pela quebra de seu braço.  Combinaram de fazer uma corrida amistosa. E como sempre Ryuka a fez comer poeira. E ainda a provocando ao acenar com a mão recém-curada.

 Enquanto ao Ryuzaki, depois da experiência curiosa sempre recebia a oferta da sua irmã para que ele a lavasse. Nunca mais ele aceitou tal oferta, ao invés dessa apelação se contentou em vez ou outra dar "aviãozinho" na boca da Ryuka. Sempre resultando em rosto corado para ambas as partes.

quarta-feira, 14 de abril de 2021

terça-feira, 13 de abril de 2021

Solta isso ou vai perder a mão!!


 A pessoa gasta uma fortuna considerável para comprar e até um tempo enorme para receber da importação para vir um familiar remelento sujá-los com a pata... É de f***r!!!

domingo, 11 de abril de 2021

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Partida de futebol

  Brincar na rua. Era o que a garota dessa história mais gostava de fazer, brincar na rua com seus muitos amigos, muitos deles estudavam com ela. Toda a hora estava solta na rua inventando o que fazer, ora sozinha ora acompanhada. Correndo, pulando corda, jogando bola de gude ou até um dominó relaxante... Fugia de casa e só voltava quando a iluminação solar era substituída pela luz dos postes.


 A moça tinha todo tipo de gadgets eletrônicos para se divertir: televisão por assinatura, consoles modernos, tablet e tocador de blu-ray. Mas os brinquedos que mais a interessavam eram os mais simples que ela tinha. Bolas de futebol, de praia, miniaturas de carrinho (ela tinha muitos deles), bonecas e alguns jogos de tabuleiro. Jogos esses nos quais ela era especialista e nos seus grupos sempre estava invicta.


 Domingo pintava no pedaço. A brincadeira combinada seria uma partidinha de futebol na quadra da praça do bairro, que apesar do estado deplorável ainda era o principal ponto de diversão da garotada. A garota foi encarregada de trazer a bola do jogo e assim ela o fez. Encontravam-se ali 7 garotos e a jovem detentora do objeto esférico. É, a única menina que gostava desse esporte era ela, as outras 5 preferiam pular elástico.


 Dividiu-se o bando em 2 times: 4 no time dos sem-camisa e 4 no time da garota. Começa a partida: durante 10 minutos vemos o quanto a menina é excelente goleira, nenhuma das muitas finalizações entravam na barra defendida por ela, pois a garota pegava todas! Eis que de repente, numa jogada não proposital o garoto que era o melhor do time adversário lhe arremessou uma bomba. Apesar de ela ter se afastado para não tomar a bomba, o esforço foi em vão: a bola tinha voado por cima da trave e foi repousar dentro do quintal de uma residência ali perto.


 A dona da pelota se ofereceu para recuperá-la. E foi então até o portão do casarão... Era alto e tinha pontas perfurantes, e ainda tinha o muro cheio de vidro quebrado. Aquilo não a impediria de resgatar sua preciosa bola. Teria que se esforçar para recuperar seu brinquedo para assim ela e seus colegas continarem se divertindo com a partida. Ela reúne suas habilidades de escalada e agarra a grade com seus bracinhos finos, dá um salto ornamental e pousa do outro lado do portão. Averiguou o perímetro para ver se tinha alguém ali. Nada. Era pegar a bola e vazar dali.


 Logo ela viu a bola repousada num cantinho do quintal. Porém quando foi pegá-la o cão de guarda havia avistado a invasora. O grandalhão passou a correr atrás da menina rosnando ferozmente. Contudo a menina era rápida e logo já havia jogado a bola para fora da casa e pulado de volta o portão, tendo somente um pedaço da saia arrancado na mordida. Para completar ela acabou enroscando a camiseta nos ganchos do alto do portão, que desfiou-a inteiramente.


 Missão concluída mas vestimenta destruída. E agora? Tudo bem, concordaram que ela jogasse no time dos sem-camisa. E assim no segundo time a goleira de sutiã e saia mastigada foi defender a barra adversária. Sempre impedindo os gols dos garotos, pulando no chão e agarrando sempre a bola que a deixava cada vez mais sujinha. A peleja acabou na hora do almoço, empatada em 0. Foi uma boa e divertida partida.


 Foi um espanto para a família ver a pequena retornando naquele estado de sujeira e com o tórax de fora, a camisa descascada em sua mão e a saia esburacada. Teve que ser lavada com a escova amarela de lavar roupa para que todo o grude acumulado da brincadeira ser desintegrado, para que assim ela pudesse almoçar. Já limpa e cheirosa, foi comer e tirar um cochilo. E para não mais se sujar convidou alguns colegas para jogar umas partidas de uno até à noitinha. E claro, a especialista sempre abusando da carta +4 do jogo.

quarta-feira, 7 de abril de 2021

segunda-feira, 5 de abril de 2021

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