terça-feira, 8 de março de 2022

Presentes indecentes [+18]

 Aviso para pessoas sensíveis, menores de idade e/ou que se ofendem fácil com assuntos anti-éticos, políticos ou religiosos: NÃO RECOMENDO CONTINUAR A LEITURA A SEGUIR. ESSE TEXTO FALA DE TEMAS POLÊMICOS/PESADOS COMO INCESTO, CONSUMO DE ÁLCOOL E RELAÇÕES PROIBIDAS. Pode não ficar claro para vocês o pensamento/entretenimento que o autor quer lhe passar. Todo o texto, assim como personagens e locais descritos nele não existem na realidade em que vivemos, são todos fictícios e baseados em leituras e outras mídias que o autor fez uso. Nenhuma ideia passada pelo texto corresponde aos ideais que o autor segue. O autor também condena qualquer ideia criminosa que o texto venha a apresentar, sendo essa apenas para motivos explicativos. Se você concorda com esse aviso pode prosseguir. Divirta-se ou fique com nojo do autor.


Festas de aniversário. Boas para quem participa, nem tanto para quem as produz. A não ser que seja doces comemorativos feitos por encomenda, afinal o que não traz felicidade ao menos dá facilidade para a vida. A aniversariante da vez é a Noeru, mas o destaque dessa história será em torno da sua melhor amiga Selini e de Kaede, irmão da aniversariante e perdido em paixões pela outra garota.

Selini foi logo a primeira a chegar, logo pelas 11 da manhã. Queria por vontade própria fazer parte da equipe de preparativos festivos, mais precisamente a parte decorativa. Mas como ainda era cedo foi acordar Noeru para dar-lhe os parabéns e lhe entregar seu presente. Foi um transtorno acordar a amiga que dormia profundamente, precisou lhe aplicar um super pulo em sua barriga.

Noeru acorda sem ar, porém bem humorada, pois hoje seria um dia especial onde ela se empanturraria de comida gostosa e ia aumentar sua coleção de quinquilharias brincáveis. Ou ia abarrotar as gavetas com roupa nova ganhada, a começar com um conjunto listrado de roupa íntima que acabara de receber da amiguinha que insistia que ela experimentasse ali e agora. Porém a pequena exibida foi mostrar para todos ali na casa presentes.

Beleza, Noeru foi colocar o resto da vestimenta para brincar com a visita. E logo o quintal vira campo de batalha. Como em um jogo de luta Noeru e Selini distribuem magias, voadoras e especiais da porrada entre si. Mas logo são contidas pela dona da casa que não gosta de brincadeira de agarrado. Damas como elas não poderiam se divertir com um esporte tão brutal. Ah tá, elas iam então brincar de costureiras? (Até que não era má ideia).

As garotas foram então usar o karaokê para bricarem de serem ídolos famosas, sendo expulsas assim que começou o jornal da tarde que a mãe da Noeru costumava assistir. O que restava fazer era sevirem-se do almoço pois estava na hora. Veio então não se sabe de onde Kaede com os apetrechos e acessórios necessários para a confecção da festa. Os adultos iam começar a fazer as comidas enquanto mais tarde os três jovens ali se responsabilizariam com os enfeites.

Selini estava eufórica pois o irmão da Noeru era muito divertido de se brincar, curtia mais se divertir com ele que com a própria Noeru, e tinha sempre uma ideia diferente para  passar o tempo. Da última vez foram brincar de cabelereiro e ele deixou as garotas lhe rasparem sua cabeça e o seu bigode de adolescente mal formado. Ele era muito carinhoso e cuidadoso com as duas, muitas vezes era lhe imposto a guarda delas quando os adultos se ausentavam.

E antes de chegar a hora de encher as bexigas e montar o buffet os três inventaram de brincar de casinha. Isso, Kaede não era preconceituoso quanto a isso, mas também não era bobo: boba era a Selini que aceitou ser a personagem "bebê" do "casal" de irmãos. Grande coisa não? Bem, a brincadeira era para lá de realista, mas por apreciação ao garoto Selini aceita se caracterizar conforme o script. E passou a maior parte da brincadeira cansando o colo da mamãe Noeru.

Quase noite, as bolas e enfeites são colocados por toda a área da festa. O bolo com 13 velas é posto no centro da mesa e terminado de decorar. Os docinhos e salgados típicos de festa vêm em seguida, seguidos dos utensílios descartáveis tais como copos, talheres e pratos e muito refrigerante do mais barato do mercado. No terraço é montada a churrasqueira para a parte mais adulta festejar, munidos de carne de segunda e muita bebida alcoólica gelada.

18 horas, as garotas vão se arrumar para a comemoração, enquanto os convidados restantes iam chegando um por um. Selini termina seu banho e põe a muda de roupa que trouxe para dormir na casa da amiga. Ela se enfeita toda e se perfuma bem para chamar a atenção de Kaede e ficar juntinha do seu amigo brincalhão, antes que a Noeru o roubasse para ela. Ciúme de irmão é problema, não eram as duas melhores amigas? Bem, quando o assunto era o moço bondoso as duas chegavam a soltar faíscas.

A aniversariante aparece em seguida, descendo as escadas. Com um lindo vestido e com o cabelo todo enfeitado, tão cheirosa quanto Selini. Parecia uma dama de honra, ou até uma noiva, carecendo apenas do véu para ficar bem convincente. Noeru é recebida pelos convidados com uma salva de palmas pelos presentes ali, e até com assovios. Seus amigos vão fazendo fila e distribuindo os presentes, parabenizando a garota que agradecia a cada item recolhido.

A menina estava ansiosa para ver tudo aquilo que tinha recebido, mas já era hora de apagar as luzes e cantarolar a música dos parabéns. Procedimento padrão: fazer um pedido, apagar as velas e oferecer a primeira fatia de bolo para o irmão, que desde cedo estava apegado de mais à Selini. Muito suspeito, Kaede estava dando atenção demais para a amiga. Deixa, amanhã a chata desencana dele e aí vira exclusividade da Noeru. Ou quase, a mãe ainda pode usá-lo.

A festa segue com o som alto estourando as caixas acústicas gastas. Os pequenos começam a fazer pequenices, furtando guloseimas na cara dura antes de receberem sua parte. Da parte dos adultos sobra o churrasco, cerveja, vinho e outras bebidas adultas. Gritaria, correria, dedo no olho e chave de braço. A folia estendia-se por toda a residência, todos alegres e contentes. Todos dançavam, todos pulavam, todos bem elétricos. Mas Kaede, Noeru e Selini não eram todos.

Longe do tumulto, estavam sentados no sofá, o rapaz no meio e as garotas uma de cada lado. Apertando seus braços e esfregando suas cabeças em seus ombros, cada uma querendo tomar posse dele. Noeru é então convidada pelos outros amigos para jogar queimada. Selini sente-se com sorte por ter toda a atenção de Kaede só para ela agora. E por que ela não foi brincar com os outros? Parece ser desculpa esfarrapada, mas ela sofre de bronquite e não pode forçar demais sua respiração.

Ficaram os dois no sofá jogando reversi, até que Selini acusa ter sede. A moça gentilmente pede para o rapaz um copo de refrigerante de uva. Ele logo vai lhe buscar a bebiba, e repentinamente tem uma ideia no mínimo pertubadora para ficar mais íntimo da garota. Pegou uma das garrafas de vinho e misturou com a bebida a ser servida. E de extra uma peça de carne bem passada.

Selini não esperava tamanha "bondade" do amigo. Ela gostava muito de carne! Parecia gato de condomínio. A garota devora toda a peça, o que lhe amplia a sede. Ela vira o grande copo de 750ml com a mistura perigosa em um só gole, e pouco depois começa a passar mal e ficar tonta. Bem quando Noeru ia a chamar para uma atividade mais suave com os companheiros. Kaede se oferece para cuidar da pequena no quarto da irmã, e essa é imcumbida de avisar aos demais. Descansando a garota se recuperaria.

Huhu, era tudo armação do Kaede. Um plano perfeito para ficar mais íntimo da Selini, no sentido mais pervertido da palavra. A garota estava completamente embriagada e descontrolada, começou a encarar o rapaz e dizer umas verdades obcenas para ele, de um jeito bem fofo, parecendo elogios. Reclamando de calor começa a se despir e se aproximar de Kaede, que ficava cada vez mais excitado com a carinha vermelha dela, com o rosto perfumado de álcool.

Para igualar, o moço se despe também, e nota-se que seu órgão genital está pronto para o serviço. Deitado na cama, Selini senta em suas pernas e coloca o objeto duro em sua entrada pré encharcada. Com as mãos na cinturinha da menina, Kaede a empurra para cima e para baixo fazendo a menina cavalgar e fazendo também seu sangue de virgem escorrer pela virilha do rapaz. A excitação com isso só ia aumentando.

Kaede levanta-se para ficar com o rosto mais próximo ao da Selini e começa a beijar, pouco se importando com seu hálito de bêbada. O rapaz ia só acelerando, fazendo a menina gritar cada vez mais alto. Sem problema, o som alto e o isolamento acústico do lugar abrandavam a algazarra, era imperceptível para alguém desconfiar daqueles dois fazendo sexo no lugar. No fim Kaede usou tanta força que fez o ato se encerrar em menos de 5 minutos, quando ele alcança o êxtase completo.

Sem pensar direito Selini foi preenchida por dentro com o caldo infértil do rapaz malandrão. Ela desmaia de exaustão, logo depois o jovem limpa a cena do amor e veste suas peças de roupa íntima, além de se vestir também. Bem quando a dona do local chega para ver se a amiga estava bem. Estava Selini vermelha e pouco vestida, isso porque estava sentindo dificuldade para respirar, e estava molhadíssima de suor. Aí então ela sentiu-se tonta e pediu para deitar. Estava semi nua porque estava com calor.

Mas Noeru não era boba como a Selini. Conseguia deduzir as coisas pelo olfato, como cheiro de bebida, perfume, sangue e... gozo mascuino! Sim, ele tinha enganado a amiga para fazerem obcenidades nas suas costas! Aquilo não ia ficar barato, não era para ele ter feito aquilo com ela, ia querer um suborno para ficar calada, pois mesmo que amasse seu irmão aquilo era errado. Mas a chantagem não era algo com valor monetário.

Para provar sua lealdade e ser perdoado pela traição Kaede teria que fazer o mesmo com a Noeru, mas 1,3x mais intenso. Só assim ela confiaria nele de volta. Mesmo desgastado o rapaz topa no mesmo momento agradar à irmã e consegue servi-la de um modo satisfatório para ela. Desconsiderando o terceiro minuto da safadeza quando Selini desperta e Noeru a desmaia com uma "gravata". Agora não é hora de atrapalhar, é a vez da aniversariante receber o melhor presente.

Noeru se veste logo para despedir-se dos convidados. Inclusive avisando para a galera que Selini estava melhor, estava apenas dormindo nesse momento. Então no dia seguinte a amiga acorda de ressaca, quase vomitando na Noeru. Ela confessa que se lembrava de tudo que aconteceu naquele quarto horas atrás. Parabenizou-a por ela ter um bom companheiro e lamentou ter chegado tarde na vida do Kaede. Sua boca seria um túmulo sobre o assunto, mas se quisesse poderia fazer parte do triângulo.

Para o amado Kaede ela também confessou ter gostado dele a ter feito adulta, foi muito divertida essa brincadeira mais madura. Também prometeu ficar calada sobre o assunto, e ainda falou que não ia perder para a Noeru, ia o conquistar não importa se tivesse que usar a força bruta. Ia tê-lo só para ela, ia brincar de casinha na vida real com ele. Aí vai ser difícil, se o pai é apenas um rapaz estéril e a mãe não possuiria fôlego para ter um parto. Nada que uma adoção não resolva, vocês não acham?



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