quarta-feira, 30 de março de 2022
segunda-feira, 28 de março de 2022
Papais separados
Era madrugada, quase manhã. Zayure termina de arrumar a sua bagagem. É sábado, a moça vai finalmente poder visitar o pai. Tudo culpa da sua mãe e a tal liminar da justiça que não permitem livre acesso entre a filha e o pai, ou pelo menos dificultava esse contato.
Pois bem, uma briga quase trágica entre os pais de Zayure terminou em divórcio. O pai partiu daquela casa para nunca mais voltar. Não fez questão de levar além das roupas do armário seus documentos e algumas de suas plantinhas de vaso. Para ele não importava que metade da mobília, dos eletrônicos e da casa tivessem vindo de suas economias.
Já tinha arrumado um lugar para alugar e também um emprego estável. Tudo que restava era a sua querida Yu, mas isso sua mãe não permitia. Fez de tudo para conseguir a guarda dela e a manter longe daquele homem. Pura injustiça, pois até Zayure era praticamente metade do gene de cada.
A garota era a que mais sofria com essa separação. Tanto porque sentia saudade de seu pai carinhoso quanto pelo sarro dos colegas dizendo que seu progenitor foi comprar cigarro e nunca mais voltaria, e sua mãe era uma separada vadia da vida, garota de programa.
Antes que fosse vítima de depressão, sua mãe permitiu que a cada três meses Zayure visitasse seu pai. E hoje é o dia dessa visita. Serão apenas dois dias por causa da escola, e porque se for um a mais a polícia vem bater na porta. É aproveitar e matar as saudades e pegar sua pensão como recomendou a mãe.
Zayure não se importava tanto com o dinheiro, só queria passar o tempo se divertindo com seu velho. Então logo que ela põe a última peça íntima na mala ela se manda para o ponto de ônibus. Até poderia ir a pé mas ia chegar suada e fedida, e de condução chegaria tão logo e teria mais tempo de lazer.
Zayure chegou no apartamento alugado pelo separado. Estava trancado, ninguém estava no momento no lugar, porém ela não iria ficar lá plantada na frente do prédio. Por sorte ela conhecia a proprietária, que morava no terceiro andar do condomínio, aí foi só subir uns degraus e bater sua porta pedindo uma chave reserva.
De posse da chave, ela destranca a porta e adentra o apartamento. Estava varrido e organizado, nada mal para um homem solteiro.
Apenas algumas roupas estavam em cima da cama para dobrar e guardar no armário. Naquele monte de roupa além das que o pai costumava usar haviam também roupas femininas. Estranho, não poderiam ser dele pois eram de tamanho incompatível.
Assim que Zayure termina com a roupa ela resolve preparar o almoço. Havia uma curiosidade da garota para saber o motivo daquelas roupas diferenciadas. E se fossem para o velho fazer aquele tipo diferenciado? Melhor nem pensar muito porque o arroz já está queimando. Com o almoço pronto a garota se serve e em seguida deita no sofá para assistir.
Pouco tempo se passa e a garota adormece. Mas um pouco de tempo o pai chega ao apartamento acompanhado de uma jovem moça bem bonita. O casal estranha a porta da residência destrancada, e se surpeendem com a menina dormindo no sofá profundamente. O pai se aproxima da filha e a cutuca até ela acordar.
Zayure se espanta ao acordar e ver o pai junto com outra mulher. Que foi apresentada como sua namorada. Tinha a conhecido a alguns meses atrás depois da última visita e recolhimento de pensão da filha. Foi uma surpresa para Zayure ver que seu pai tinha arrumado uma companheira, e sua companheira ficou surpresa com aquela garotinha fofa.
Fofa e boa cozinheira. O casal ali jamais haviam almoçado tão bem, eram só elogios para a garota que foi o assunto da conversa naquela tarde enquanto Yu lavava a louça suja. Era ela a filha que o pai tanto falava para sua parceira. Doce, atenciosa, alegre, inteligente. Um orgulho de pessoa que por causa de uma mulher ingrata ele raramente a via.
No restante do dia sem terem muito o que fazer os três sentam no sofá para assistir até perto da hora da janta. Como qualquer pai preocupado com os filhos, enquanto conversava também perguntava para Zayure coisas tipo: como vai na escola, e os namoradinhos, como a mãe estava a tratando, como estava a sua saúde, se sentia muita saudades dele.
Sobre a escola respondeu que não ia tão bem porque tinha muita dificuldade de entender as matérias, passava raspando. Já sobre namoro tinha sido rejeitada por dois rapazes que ela tinha se declarado, dois vexames traumáticos. A mãe continuava ríspida e impaciente com ela, mas tinha parado de bater na garota. A saúde estava aceitável, apenas a pressão um pouco elevada.
E saudades de estar ao lado do pai? Nossa, tinha bastante! Zayure era acostumada a dormir desde bebezinha ao lado dele e da mãe. Agora dormindo sozinha sentia uma solidão imensa, entristecedora. Mesmo com a mãe no quarto ao lado. Passava madrugadas chorando baixinho, ia para a escola emburrada e desanimada porque não tinha a companhia do pai querido.
Bom, pelo menos por esse fim de semana a garota pode matar essa vontade, isso é, se na cama caberá outra pessoa já que agora papai tem uma outra mulher para dividir leito. E a cara da moça era de não se importava, o espaço era grande.
À noite antes da hora de dormir pegaram uns dados para jogar yahtzee, um negócio que Yu aprendeu na escola. Depois a jovem foi tomar banho e vestir seu pijama para dormir após seu pai negar que assistisse um filme que ia passar bem tarde. Que usasse o videocassete para gravar, faz mal para o organismo desconfigurar o relógio de seu metabolismo, virar noite pode trazer danos, e focar uma luz de monitor em um ambiente escuro deteriorava a visão.
Obediente, ou talvez ansiosa, Zayure vai direito para a cama, se intrometendo no meio do casal. O pai que devia estar ali no meio das suas preciosidades, porém a sua companheira, encantada com a pequena nem deu bola. Deu foi uma afagada na sua cabeça. O pai veio a fazer o mesmo. Enquanto Zayure aos poucos ia adormecendo também ia agradecendo os carinhos.
Manhãzinha já, a visita desperta sozinha na cama. Os adultos madrugaram, onde teriam ido? Nada longe, estavam no chão da sala nus fazendo sexo na maior naturalidade. O pai sem parar o que estava fazendo dá bom dia para sua filha, que corre para o quarto com as lágrimas escorrendo pelo rosto. O senhor interrompe sua diversão, veste uma roupa e vai checar o que ocorreu com a pequena.
Aparentemente nada, só que ela tinha lembrado as vezes que ela flagrou-o fazendo aquilo com a mãe quando chegava da escola. E na sua cabeça pensava que o divórcio dos dois era por causa desse intrometimento da parte dela. Sentia culpa por ser esse incômodo na hora da diversão deles. Mas não era nada disso o motivo da separação.
O pai começou a contar a verdade para aquela criatura inocente. As brigas nada tinham a ver com ela, era tudo culpa do seu trabalho anterior que era explorativo. Muitas vezes fazia hora extra e não era pago, e ao voltar tarde era acusado de ficar bebendo com mulheres da vida pelos botecos gastando o salário. Ele acabou tomando desgosto e quis se separar daquela ciumenta.
Foi a melhor decisão que teve antes de cometer uma besteira. Se continuasse ali ceifaria a vida da mãe de Zayure. Ele iria para a cadeia e a menina para algum abrigo, sem pai ou mãe para a amparar. Com esses dizeres a moça se acalma, abraça o pai e pede desculpas. A outra moça já vestida entra no quarto e pede desculpas para Zayure.
Tudo beleza, a pequena estava acostumada com cenas extravagantes como aquela. Perguntou a ela desde quando o pai a conhecia. Fazia dois meses e pouco, numa cafeteria, foi amor à primeira vista. No dia seguinte marcaram um encontro e sete dias depois com a autorização dos pais estavam namorando. Foi um pouco difícil os convencer, desde que o rapaz tinha o dobro de sua idade,19.
Bom, de maior já era, mas porque alguém tão mais velho? Porque ela quis, idade não manda no coração. E também o coroa não era de se jogar fora, tinha corpo e físico de invejar universitandos. Era amor acima de qualquer interesse financeiro, já que ela também trabalhava além de estudar. Para sua vida só faltava um companheiro para construir seu futuro.
Esse futuro já estava presente, sem perda de tempo o casal estava noivando, e breve teriam um bebê. Um meio irmão para Zayure. As condições eram tão favoráveis que logo o pai daria entrada na casa própria. E sua filha adorável era mais que bem vinda lá. Que alegria ver que o pai estava finalmente vivendo felizmente, e também estava ansiosa pelo novo membro da família.
Mas e sua pensão, como ficaria? Antes de ir embora seu pai pegou esse dinheiro e pôs em sua mala. E em seu sutiã colocou uma grana bem maior que a outra. Disse que a da mala era para a velha gastar com ela e Yu. A outra a menina podia gastar como quisesse. Viajar para a Ásia, comprar jóias, ou um helicóptero. Zayure disse que guardaria em seu cofre, e juntaria o suficiente para comprar uma casa bem perto da dele assim que fosse independente.
E assim a moça volta para a casa da mãe. Empolgada porque daqui a três visitas vai poder brincar com seu mais novo irmão mais novo. Eita, a família está cada dia crescendo. Só falta sua mãe, velha coroca, ranzinza e rabugenta arrumar outro parceiro. Mas duvido que alguém seja masoquista à esse ponto.
terça-feira, 8 de março de 2022
Presentes indecentes [+18]
Aviso para pessoas sensíveis, menores de idade e/ou que se ofendem fácil com assuntos anti-éticos, políticos ou religiosos: NÃO RECOMENDO CONTINUAR A LEITURA A SEGUIR. ESSE TEXTO FALA DE TEMAS POLÊMICOS/PESADOS COMO INCESTO, CONSUMO DE ÁLCOOL E RELAÇÕES PROIBIDAS. Pode não ficar claro para vocês o pensamento/entretenimento que o autor quer lhe passar. Todo o texto, assim como personagens e locais descritos nele não existem na realidade em que vivemos, são todos fictícios e baseados em leituras e outras mídias que o autor fez uso. Nenhuma ideia passada pelo texto corresponde aos ideais que o autor segue. O autor também condena qualquer ideia criminosa que o texto venha a apresentar, sendo essa apenas para motivos explicativos. Se você concorda com esse aviso pode prosseguir. Divirta-se ou fique com nojo do autor.
Festas de aniversário. Boas para quem participa, nem tanto para quem as produz. A não ser que seja doces comemorativos feitos por encomenda, afinal o que não traz felicidade ao menos dá facilidade para a vida. A aniversariante da vez é a Noeru, mas o destaque dessa história será em torno da sua melhor amiga Selini e de Kaede, irmão da aniversariante e perdido em paixões pela outra garota.
Selini foi logo a primeira a chegar, logo pelas 11 da manhã. Queria por vontade própria fazer parte da equipe de preparativos festivos, mais precisamente a parte decorativa. Mas como ainda era cedo foi acordar Noeru para dar-lhe os parabéns e lhe entregar seu presente. Foi um transtorno acordar a amiga que dormia profundamente, precisou lhe aplicar um super pulo em sua barriga.
Noeru acorda sem ar, porém bem humorada, pois hoje seria um dia especial onde ela se empanturraria de comida gostosa e ia aumentar sua coleção de quinquilharias brincáveis. Ou ia abarrotar as gavetas com roupa nova ganhada, a começar com um conjunto listrado de roupa íntima que acabara de receber da amiguinha que insistia que ela experimentasse ali e agora. Porém a pequena exibida foi mostrar para todos ali na casa presentes.
Beleza, Noeru foi colocar o resto da vestimenta para brincar com a visita. E logo o quintal vira campo de batalha. Como em um jogo de luta Noeru e Selini distribuem magias, voadoras e especiais da porrada entre si. Mas logo são contidas pela dona da casa que não gosta de brincadeira de agarrado. Damas como elas não poderiam se divertir com um esporte tão brutal. Ah tá, elas iam então brincar de costureiras? (Até que não era má ideia).
As garotas foram então usar o karaokê para bricarem de serem ídolos famosas, sendo expulsas assim que começou o jornal da tarde que a mãe da Noeru costumava assistir. O que restava fazer era sevirem-se do almoço pois estava na hora. Veio então não se sabe de onde Kaede com os apetrechos e acessórios necessários para a confecção da festa. Os adultos iam começar a fazer as comidas enquanto mais tarde os três jovens ali se responsabilizariam com os enfeites.
Selini estava eufórica pois o irmão da Noeru era muito divertido de se brincar, curtia mais se divertir com ele que com a própria Noeru, e tinha sempre uma ideia diferente para passar o tempo. Da última vez foram brincar de cabelereiro e ele deixou as garotas lhe rasparem sua cabeça e o seu bigode de adolescente mal formado. Ele era muito carinhoso e cuidadoso com as duas, muitas vezes era lhe imposto a guarda delas quando os adultos se ausentavam.
E antes de chegar a hora de encher as bexigas e montar o buffet os três inventaram de brincar de casinha. Isso, Kaede não era preconceituoso quanto a isso, mas também não era bobo: boba era a Selini que aceitou ser a personagem "bebê" do "casal" de irmãos. Grande coisa não? Bem, a brincadeira era para lá de realista, mas por apreciação ao garoto Selini aceita se caracterizar conforme o script. E passou a maior parte da brincadeira cansando o colo da mamãe Noeru.
Quase noite, as bolas e enfeites são colocados por toda a área da festa. O bolo com 13 velas é posto no centro da mesa e terminado de decorar. Os docinhos e salgados típicos de festa vêm em seguida, seguidos dos utensílios descartáveis tais como copos, talheres e pratos e muito refrigerante do mais barato do mercado. No terraço é montada a churrasqueira para a parte mais adulta festejar, munidos de carne de segunda e muita bebida alcoólica gelada.
18 horas, as garotas vão se arrumar para a comemoração, enquanto os convidados restantes iam chegando um por um. Selini termina seu banho e põe a muda de roupa que trouxe para dormir na casa da amiga. Ela se enfeita toda e se perfuma bem para chamar a atenção de Kaede e ficar juntinha do seu amigo brincalhão, antes que a Noeru o roubasse para ela. Ciúme de irmão é problema, não eram as duas melhores amigas? Bem, quando o assunto era o moço bondoso as duas chegavam a soltar faíscas.
A aniversariante aparece em seguida, descendo as escadas. Com um lindo vestido e com o cabelo todo enfeitado, tão cheirosa quanto Selini. Parecia uma dama de honra, ou até uma noiva, carecendo apenas do véu para ficar bem convincente. Noeru é recebida pelos convidados com uma salva de palmas pelos presentes ali, e até com assovios. Seus amigos vão fazendo fila e distribuindo os presentes, parabenizando a garota que agradecia a cada item recolhido.
A menina estava ansiosa para ver tudo aquilo que tinha recebido, mas já era hora de apagar as luzes e cantarolar a música dos parabéns. Procedimento padrão: fazer um pedido, apagar as velas e oferecer a primeira fatia de bolo para o irmão, que desde cedo estava apegado de mais à Selini. Muito suspeito, Kaede estava dando atenção demais para a amiga. Deixa, amanhã a chata desencana dele e aí vira exclusividade da Noeru. Ou quase, a mãe ainda pode usá-lo.
A festa segue com o som alto estourando as caixas acústicas gastas. Os pequenos começam a fazer pequenices, furtando guloseimas na cara dura antes de receberem sua parte. Da parte dos adultos sobra o churrasco, cerveja, vinho e outras bebidas adultas. Gritaria, correria, dedo no olho e chave de braço. A folia estendia-se por toda a residência, todos alegres e contentes. Todos dançavam, todos pulavam, todos bem elétricos. Mas Kaede, Noeru e Selini não eram todos.
Longe do tumulto, estavam sentados no sofá, o rapaz no meio e as garotas uma de cada lado. Apertando seus braços e esfregando suas cabeças em seus ombros, cada uma querendo tomar posse dele. Noeru é então convidada pelos outros amigos para jogar queimada. Selini sente-se com sorte por ter toda a atenção de Kaede só para ela agora. E por que ela não foi brincar com os outros? Parece ser desculpa esfarrapada, mas ela sofre de bronquite e não pode forçar demais sua respiração.
Ficaram os dois no sofá jogando reversi, até que Selini acusa ter sede. A moça gentilmente pede para o rapaz um copo de refrigerante de uva. Ele logo vai lhe buscar a bebiba, e repentinamente tem uma ideia no mínimo pertubadora para ficar mais íntimo da garota. Pegou uma das garrafas de vinho e misturou com a bebida a ser servida. E de extra uma peça de carne bem passada.
Selini não esperava tamanha "bondade" do amigo. Ela gostava muito de carne! Parecia gato de condomínio. A garota devora toda a peça, o que lhe amplia a sede. Ela vira o grande copo de 750ml com a mistura perigosa em um só gole, e pouco depois começa a passar mal e ficar tonta. Bem quando Noeru ia a chamar para uma atividade mais suave com os companheiros. Kaede se oferece para cuidar da pequena no quarto da irmã, e essa é imcumbida de avisar aos demais. Descansando a garota se recuperaria.
Huhu, era tudo armação do Kaede. Um plano perfeito para ficar mais íntimo da Selini, no sentido mais pervertido da palavra. A garota estava completamente embriagada e descontrolada, começou a encarar o rapaz e dizer umas verdades obcenas para ele, de um jeito bem fofo, parecendo elogios. Reclamando de calor começa a se despir e se aproximar de Kaede, que ficava cada vez mais excitado com a carinha vermelha dela, com o rosto perfumado de álcool.
Para igualar, o moço se despe também, e nota-se que seu órgão genital está pronto para o serviço. Deitado na cama, Selini senta em suas pernas e coloca o objeto duro em sua entrada pré encharcada. Com as mãos na cinturinha da menina, Kaede a empurra para cima e para baixo fazendo a menina cavalgar e fazendo também seu sangue de virgem escorrer pela virilha do rapaz. A excitação com isso só ia aumentando.
Kaede levanta-se para ficar com o rosto mais próximo ao da Selini e começa a beijar, pouco se importando com seu hálito de bêbada. O rapaz ia só acelerando, fazendo a menina gritar cada vez mais alto. Sem problema, o som alto e o isolamento acústico do lugar abrandavam a algazarra, era imperceptível para alguém desconfiar daqueles dois fazendo sexo no lugar. No fim Kaede usou tanta força que fez o ato se encerrar em menos de 5 minutos, quando ele alcança o êxtase completo.
Sem pensar direito Selini foi preenchida por dentro com o caldo infértil do rapaz malandrão. Ela desmaia de exaustão, logo depois o jovem limpa a cena do amor e veste suas peças de roupa íntima, além de se vestir também. Bem quando a dona do local chega para ver se a amiga estava bem. Estava Selini vermelha e pouco vestida, isso porque estava sentindo dificuldade para respirar, e estava molhadíssima de suor. Aí então ela sentiu-se tonta e pediu para deitar. Estava semi nua porque estava com calor.
Mas Noeru não era boba como a Selini. Conseguia deduzir as coisas pelo olfato, como cheiro de bebida, perfume, sangue e... gozo mascuino! Sim, ele tinha enganado a amiga para fazerem obcenidades nas suas costas! Aquilo não ia ficar barato, não era para ele ter feito aquilo com ela, ia querer um suborno para ficar calada, pois mesmo que amasse seu irmão aquilo era errado. Mas a chantagem não era algo com valor monetário.
Para provar sua lealdade e ser perdoado pela traição Kaede teria que fazer o mesmo com a Noeru, mas 1,3x mais intenso. Só assim ela confiaria nele de volta. Mesmo desgastado o rapaz topa no mesmo momento agradar à irmã e consegue servi-la de um modo satisfatório para ela. Desconsiderando o terceiro minuto da safadeza quando Selini desperta e Noeru a desmaia com uma "gravata". Agora não é hora de atrapalhar, é a vez da aniversariante receber o melhor presente.
Noeru se veste logo para despedir-se dos convidados. Inclusive avisando para a galera que Selini estava melhor, estava apenas dormindo nesse momento. Então no dia seguinte a amiga acorda de ressaca, quase vomitando na Noeru. Ela confessa que se lembrava de tudo que aconteceu naquele quarto horas atrás. Parabenizou-a por ela ter um bom companheiro e lamentou ter chegado tarde na vida do Kaede. Sua boca seria um túmulo sobre o assunto, mas se quisesse poderia fazer parte do triângulo.
Para o amado Kaede ela também confessou ter gostado dele a ter feito adulta, foi muito divertida essa brincadeira mais madura. Também prometeu ficar calada sobre o assunto, e ainda falou que não ia perder para a Noeru, ia o conquistar não importa se tivesse que usar a força bruta. Ia tê-lo só para ela, ia brincar de casinha na vida real com ele. Aí vai ser difícil, se o pai é apenas um rapaz estéril e a mãe não possuiria fôlego para ter um parto. Nada que uma adoção não resolva, vocês não acham?
