terça-feira, 31 de agosto de 2021

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

A vingança da vingança que passou dos limites [+21]

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|AVISO!! ATENÇÃO!! ALERTA!! CUIDADO!! LEIA A DESCRIÇÃO ATENTAMENTE ANTES DE TUDO! |
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O CONTEÚDO DESSA HISTÓRIA É EXTREMAMENTE PESADO E PERTUBADOR PARA PÚBLICOS SENSÍVEIS. NÃO É RECOMENDADO PARA PESSOAS DE ESTÔMAGO FRACO. NÃO É RECOMENDADO PARA MENORES DE 21 ANOS, NEM PARA RELIGIOSOS FANÁTICOS, PESSOAS QUE TÊM PROBLEMAS DE RACIOCÍNIO OU PARA PÚBLICOS QUE REPUDIAM CRIMES. NÃO ME RESPONSABILIZO POR ATOS QUE VOCÊ POSSA VIR A FAZER BASEANDO-SE NESSA LITERATURA, MUITOS MENOS        INCENTIVO-O A COMETER CRIMES SIMILARES. NENHUM FATO AQUI NARRADO É BASEADO EM FATOS REAIS, PODENDO HAVER OU NÃO COINCIDÊNCIAS: TUDO É BASEADO EM OUTRAS OBRAS LITERÁREAS OU TELEVISIONADAS CONSUMDAS PELO AUTOR. TEXTO FEITO APENAS PARA FINS DE ENTRETENIMENTO E REFLEXÃO SOBRE A VIDA, VERDADE E UNIVERSO. BOM DIVERTIMENTO E ATÉ A PRÓXIMA. RESPEITE A LEI E SE CUIDE. TCHAU POR ORA!_______________________________________
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Escola de Naoeda Suwakonta, lugar de estudantes excepcionais. Atletas no esporte, gênios que pulam de série, viciadas em banho de rio, fisiculturistas e até uns que eram preguiçosos porém inteligentes. Um bom lugar para se estudar. Ou pelo menos deveria ser, pois existia um mal elemento presente ali. Um ser mais malicioso do que amiga de infância que persegue seu ex. Uma escória que faz enojar a qualquer um.
Esse ser era professor em uma das salas de aula dessa escola, com 39 estudantes. Todas elas do sexo feminino. E sim, quase todas elas eram aliciadas e assediadas pelo professor que era violento em suas investidas. Eram até ameaçadas de morte por ele! Aquelas que não eram estupradas, eram obrigadas a ver aquela humilhação com suas colegas. O terror psicológico que ele colocava na turma acuava qualquer uma de denunciá-lo.
Ou quase. Silvy era a única que não aturava o comportamento marginal que o professor cometia. Sempre se esquivava dos seus ataques e se recusava às suas chantagens. Mas não podia fazer nada sozinha e desarmada. Era trancada no armário enquanto o pervertido abusava de suas colegas. Até essas ficarem exaustas e todas cheias do sêmen do criminoso. Ela era obrigada a assistir aquele show de horrores forçadamente.
Silvy não aguentava mais aquilo, todas suas colegas eram muito covardes para juntarem-se e entregar o professor. Mesmo que fosse um bando de alunas do fundamental I, eles não teriam força o suficiente para combatê-lo? E que adultos mais lerdos, não percebem o que está acontecendo com seus filhos? Ela tentou argumentar mas como o mestre tinha uma das classes mais aplicadas da escola, nenhum pai desconfiava dele.
Passava-se os dias e o professor continuava com o estupro das suas alunas. Que ódio Silvy tinha daquele pedófilo escroto! Ela ia dar um fim naquilo antes que alguma amiguinha se machucasse seriamente. E planejou sua vingança contra o educador. No dia seguinte ela aparece um pouco mais tarde na sala, com uma surpresa na mochila. Ela aproveita que o professor está de costas abusando da sua colega de classe.
Ela puxa de dentro da bolsa uma pequena espada que ela pegou das coisas do seu avô materno. Juntou todas as suas forças e deu-lhe uma punhalada certeira que atravessou suas costas e parou do outro lado. Depois a garota puxa a arma de volta e repete a operação mais 4 vezes, enchendo o covarde de buraquinhos e o fazendo cair duro no chão. Era o fim daquele abominável monstro abusador.
Foi a maior comemoração! Silvy, toda ensanguetada, foi erguida por algumas de suas colegas, enquanto outras socorriam a vítima que foi abusada. Limpando-lhe o sangue e o esperma, vestindo-a e a deitando no canto da sala. Essa agitação toda atrai a coordenadora até aquele 4º ano, que vê aquele cenário de final de guerra onde os soldados comemoram a vitória. Logo Silvy se vira para ela e afirma firmemente ter matado o professor.
Aquilo era algo sério! Os pais de Silvy seriam chamados e a garota seria expulsa! Ou não. Pois sem o professor as alunas começaram a se soltar, e relatar tudo o que sofreram na mão daquele verme. De todo modo elas terão que testemunhar a favor da colega que será julgada pelo homicídio que ela cometeu. Após um tempo todos as alunas ali foram ouvidas, Silvy foi julgada, e foi inocentada. Foi entendida como "agiu por legítima defesa".
A expulsão da Silvy foi anulada e agora sua classe podia frequentar a escola tranquilamente. Não parecia ter remorso de ter tirado a vida de seu professor. Ao contrário, parecia mais feliz que nunca, e ainda tinha o status de heroína conseguido ao eliminar o monstro. Pena que teve que devolver a espada para o seu avô. Bom, não ia precisar mais dela então tanto faz, pois todos estavam satisfeitos com um bandido a menos no mundo.
Quer dizer, todos não. Os 3 filhos do professor, dois rapazes, um de 19 anos, um de 17 anos e uma moça de 15, ficaram indignados com o julgamento da Silvy. O pai deles poderia não ter sido um exemplo como pessoa, mas não merecia ter tido uma morte tão violenta. A garota saiu impune, deveria pelo menos ter sido punida, com sua família tendo que os pagar uma indenização. Se é assim que a justiça é, então eles fariam do jeito deles para vingar o falecido pai.
E assim que eles descobrem o local da escola onde o professor trabalhava foram de automóvel até lá, na hora em que os alunos largavam. Ao avistarem a garota assassina ligam o carro e sorrateiramente a perseguem até um pedaço de caminho onde ela andava desacompanhada. Eis que o trio estaciona e aborda a menina que é amordaçada e vendada sem chance de reação. Foi jogada no porta-malas e levada para o cativeiro. Sequestro completado. Silvy estava em apuros!!! O que os senhores farão com a menina?
Dentro do porta-malas a garota não parava de chorar. Estava desesperada com o que aqueles 3 iam lhe fazer. Por que haviam a raptado? Será que vão pedir resgate por ela? Ou seriam eles aquelas pessoas que arrancam os órgãos das pessoas? Aos poucos Silvy foi perdendo a consciência por causa do calor e da falta de ar naquele espaço confinado. Foi acordar quanto chegaram no lugar do cárcere.
Uma casa grande e bonita de dois andares, bem escondida dentro da comunidade, pertencente ao irmão sequestrador mais novo. Lá a pequena ia ser mantida presa até eles ficarem satisfeitos. Logo que foram entrando a roupa da Silvy foi arrancada totalmente do seu corpo, a tortutra já começaria por aí, por estar fazendo frio. Em seguida colocaram uma algema em seu pulso, para limitar seus movimentos e machucar seus braços.
Silvy não reagia, aquelas pessoas poderiam estar armadas. Melhor obedecer eles e esperar pelo melhor. Ou pela sua sentença. E ela ia aguardar em uma pequena cela onde se encontrava o cachorro mascote do dono da casa. Um ótimo lugar para um cativeiro, jogaram ela nesse quartinho com portão de grade enquanto encontravam uma utilidade para ela.
Estava lá Silvy brincando com o cachorrão quando um dos irmãos abre aquela grade e a retira de lá. É convidada para jantar com os outros. A desconfiança bate, será que vão lhe servir comida envenenada? Parece que não, pois o jantar era sopa e todos estavam se servindo do mesmo caldeirão. Suas algemas são tiradas para que ela pudesse usar os talheres, mas em sua perna foi amarrada uma bola de ferro para limitar suas ações.
Sua alegria dura pouco, os maldosos já haviam arrumado um afazer para ela, lavar a louça. Tudo bem, não era tortuoso em nada realizar a tarefa. Caso a Silvy não estivesse despida! O frio estava a incomodando muito, a ponto de ela pedir por favor que pelo menos deixasse ela usar sua lingerie. A irmã do trio demoníaco resolve esse caso simplesmente esquentando a concha usada para servir sopa até a ponta ficar incandescente, e tatuou as nádegas da pequena, deixando uma marca redonda na sua traseira.
Hora de dormir, a sequestrada é levada de volta para a cela. Agora arrastando uma bola pesada com a perna, apenas tendo o cachorro de companhia. Sentia falta da sua família e amigos. Porque tinha que sofrer aquilo? Era castigo por ter matado uma pessoa? E se fosse, era justo? Para os filhos do falecido sim. Foi o que falaram à ela quando a garota os questionou. Silvy foi dormir enrolada no mascote tamanho era seu frio, foi difícil adormecer com o bumbum todo ardido.
No dia seguinte a tortura veio ao despertar, Silvy foi acordada pela a irmã da gangue que simplesmente lhe despejou uma panela de água fervente. Maldita!! Depois dessa desumanidade levam a menina para tomar café. Silvy foi avisada que aproveitasse bem pois depois de comer ela faria uma faxina geral e exaustiva na casa. A pequena foi desjejuar derramando lágrimas ao pensar no inferno que ia passar.
Silvy foi forçada a varrer e encerar a casa toda. E não parava por um minuto para descansar. Se o fizesse tinha um lá com um chicote, uma régua ou uma arminha de choque para estimulá-la. Foi terminar bem tarde, bem exausta e cheia de hematomas pelo corpo. E ia direto para o quarto do castigo, onde era recebida com carinho pelo único ser daquela casa que não lhe fazia mal. Suas lambidas eram um alívio para as dores da pequena.
  Foram 13 dias de tortura até aqui. A Silvyzinha era obrigada a lavar grandes fardos de roupa, arrumar constantemente a casa e até limpar os resíduos do animal que dividia quarto com ela. Fazia esse trabalho escravo sempre nua e com a bola de ferro presa no tornozelo. Não estava mais suportando tudo aquilo, ou tentava fugir ou cometeria suicídio. Mesmo tendo banho e refeições garantidas havia limites para um ser humano suportar.
A chance da fuga veio no 14º dia. Silvy foi trancada no quarto do dono da casa para limpá-lo. Ela foi liberada da bola de ferro por hoje. Estava a menina fazendo sua arrumação quando viu a janela destrancada. Chance de ouro de escapulir daquele inferno. A altura poderia fazer ela quebrar algum osso, mas devia arriscar de qualquer jeito sua liberdade. Pulou do segundo andar e caiu direto na piscina da casa. Conseguiu sobreviver à queda, mas não iria muito longe.
Na beirada da piscina estava a filha do professor, que de pronto encostou a ponta de seu aparelho de dar choque na água onde a Silvy estava mergulhada. A dor foi a pior que a garota tinha sentido até agora. Sentia como se estivesse levado um monte de cacetadas com uma barra de ferro. Mas não satisfeita com a tortura, a irmã recolhe a menina da piscina e resolve juntar os outros dois para realizarem o castigo final com a vítima.
Silvy é levada novamente ao quarto. É enxugada e entorpecida com medicamentos. Logo a garota está tão alucinada e fraca que não oferece defesa. É hora de fazer uma homenagem ao professor morto, iam abusar da única aluna que o seu pai tinha fracassado em conquistar. O mais velho foi o responsável por usar o buraco da frente, o do meio ficou com o de trás, e para a caçula sobrou beliscar e fazer cicatrizes em seus mamilos.
Quem diria que a primeira vez dos bandidos juvenis seria com a assassina de seu pai. E quem diria que a primeira vez da Silvy seriam com os sequestradores que a torturaram por duas semanas!! Foram os derradeiros 5 minutos de sofrimento dela, que acabaram quando seu interior estava cheio do líquido das crias do tinhoso que costumava lhe dar aulas. Chega, os 3 ali estavam satisfeitos, vestiram a garota e a levaram de carro até onde ela tinha sido capturada.
Silvy foi se arrastando até a casa dela. Que alívio para a família, que estava a procurando com o auxílio da polícia durante as duas semanas. Silvy conta tudo sobre seu sequestro, até sobre seu hímen rompido pelos violentadores. Mas por ainda estar sob o efeito das drogas não lembrava o rosto dos sequestradores. Paciência, o mais importante era examiná-la e tratar seus machucados visivelmentes destacados em sua pele.
Examinada e tratada, o enfermeiro descobre algo na Silvy que nunca tinha acontecido com suas colegas: a garota estava grávida! Foi sugerido que a garota fizesse o aborto daquele feto provavelmente indesejado. A menina pensa um momento e decide que vai manter aquela gestação. Por mais que tenha sido fruto de uma relação contra sua vontade, no seu pensar era justo ela ter que gerar uma vida para compensar a vida que ela tirou de alguém.
Bom, a polícia nunca achou os criminosos que destruíram Silvy, infelizmente. Quanto à garota, essa teve uma pequena complicação no parto. Nada grave todavia, Seu bebê nasceu saudável e teve todo o carinho de seus avós que cuidariam dele enquanto a sua mãe ia estudar. Aliviada e recuperada, estava Silvy feliz na companhia de suas coleguinhas de classe, que comemoravam a volta da amiguinha heroina que eliminou o cancro maligno daquela escola. E novamente Naoeda voltava a ser a escola perfeita para se estudar.

Permitida a cópia mediante autorização do editor

sábado, 21 de agosto de 2021

Irmãzinha>>>>namoradinha


Irmãs mais novas são mais fofas, menos exigentes e mais econômicas, além de serem facilmente manipuladas

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Férias no interior

  Finalmente férias da escola. Não sei porque estou comemorando tanto, já que serão apenas duas semanas de folga. Pensando bem, é ótimo comparado à rotina de um trabalhador assalariado que folga um dia a menos da semana... É, a vida de adolescente estudante é para ser aproveitada ao máximo, e eu vou aproveitar esse tempo de recesso para fazer visita à uma tia que mora no interior.


 Um lugar bem bonito e pacato, que praticamente parou no tempo. Um matagal sem fim, uma área rural cheia de plantações de tudo que se pode imaginar e todo tipo de animal que se pode encontrar no sítio. Gado, equinos, domesticáveis padrões como felinos e vira-latas e até uns mais repugnantes para mim como cobras, sapos, escorpiões e insetos em geral. As únicas espécies que jamais vi ali foram onças ou jacarés.


 Só de pensar naquele lugar no meio do nada faz eu voltar no passado, a infância difícil mas feliz que eu tive morando meus primeiros 11 anos de vida lá. Acordando com o cheiro de café com leite de vaca tirado na hora. A casa era de madeira, a água era esquentada no fogão de lenha e meus brinquedos eram feitos por mim mesmo, com barro, graveto ou qualquer coisa que eu achasse.


 Minha família morava ao lado da casa dessa tia que visitarei. Ela é do tipo de pessoa que consegue agradar todo mundo com seu jeito divertido de ser. Como vai ser nostálgico sentir o gosto da boa comida caseira que ela faz... E também vai ser satisfatório novamente poder ouvir suas histórias de vida ora fictícias, ora verdadeiras... Enfim, nos próximos dias estarei respirando grama e terra ao invés de monóxido de carbono.


 Parti no trem das 11. Da noite, porque o lugar é extremamente longe, devo chegar lá só amanhã de manhã. Depois de meia década o filho prodígio retornava à suas origens. Será que minha horta continua viva? Como estarão meus antigos amigos, será que algum já está casado? Será que a praça foi asfaltada? Teriam instalado iluminação pública naqueles postes rústicos de madeira? Duvido que aquele local tenha mudado tanto em tão pouco tempo.


 Penso nessas coisas enquanto o trem não chega no destino. Sem parar, ele corre pelos trilhos por 4 longas e cansativas horas. Agora é só pegar a condução alternativa até a civilização perdida. Mais 4 horas, o sol já desponta nervoso e brilhante em nossos rostos. Cheguei arrasado, porém a minha bondosa tia já me recebe com um banquete da roça de encher os olhos! Só faltou o tapete vermelho e os fogos de artifício.


 Ô que cansaço... vou dormir um pouco no quarto para me recuperar da viagem. Depois vou dar uma andada pela minha terrinha natal que pelo visto mudou sim, e bastante! O distrito comercial se encheu de novas barracas de venda, a igreja do centro da praça foi reformada, a rua principal teve seus barracos de madeira subisituídos por casinhas de alvenaria pintadas no capricho e os postes de madeira agora eram de concreto como o chão, e tinha luzes de led.


 Só falta colocar calçamento na rua que a tia mora. Mas já tá mais chique que há 5 anos atrás. Até porque agora temos nessa residência eletricidade, antena parabólica e até internet com fibra ótica. Titia também comprou um celular de penúltima geração porque de acordo com seus pensamentos isso facilitaria a comunicação entre os familiares. Sim, é fato, mas primeiro eu terei que ensiná-la a usá-lo. Mas isso qualquer um aprende rapidão.


 A modernidade chegava para os interioranos. Mas para nossa rua ainda tinha o problema de abastecimento hídrico. Encanamento tem, água é o que falta. Sorte que por ali perto, à uns 1120 passos de distância da casa, tinha uma nascente e um rio com água limpa. Na parte da nascente as pessoas enchiam os baldes, garrafas e tonéis com água para beber e cozinhar, e o rio ficava para outras atividades, como lavar roupa.


 E é esse favor que farei nessa história, a partir dos próximos parágrafos, para a minha tia que me acolherá por esses dias. Então licença que enquanto o autor escreve vou pegar a roupa suja, os utensílios,sabão em pó e o carro de mão. Em prol das lembranças quando ia eu e a mãe para a beira do rio tirar o sujo dos panos. E eu miúdo e inocente que mais atrapalhava que ajudava. Na verdade o meu interesse era nadar naquela piscina ao ar livre.


 Partindo para o rio olho para trás e vejo minha antiga casa ainda em pé, do jeitinho que foi abandonada. E do lado minha linda plantação! Uau, é como se fosse uma floresta, cresceu mais que seu dono... Talvez minha tia tenha cuidado dela com tanto carinho quanto tratava seu sobrinho. Bom, bom, bom... cada vez mais vou me afastando da rua e adentrando na mata onde se encontra o oásis. Estou quase lá, é só virar a trilha... O caminho começa a clarear.


 O rio está lá, do jeito que sempre esteve. E dentro dele uma pessoa que me deixou impressionado e surpreso ao mesmo tempo! Parecia um espírito divino da floresta tamanha a sua beleza. Que bonita moça, que corpo avantajado! Parecia ser uns 2 ou 3 anos mais velha que eu. Meu impressionamento era com sua beleza incomum, para mim. Minha surpresa é que ela estava se banhando totalmente despida, como veio ao mundo!


 Tá, exceto por ela ter vindo banguela e sem aquela pelagem toda na sua parte baixa. Que loucura, uma dama daquele porte não tinha vergonha de exibir-se daquele jeito? Mesmo que ali fosse deserto... Epa, ela está vindo ao meu encontro, estou ferrado... Ela vai querer me chamar de tarado e chamar a polícia para me prender. Caramba autor, vai mesmo arruinar as minhas férias? Ai de você se me acontecer algo ruim...


 Hum, a senhorita apontou para a roupa no carro. Agora pergunta se quer que eu aceite a ajuda dela para lavar aquela trouxa. Aceitei a sua ajuda, mas logo fui questionar onde estaria as que ela estava vestindo, porque estava totalmente nua dentro da água. Dessa vez ela aponta para suas roupas penduradas num galho, estão molhadas, lavadas! E mais: ela afirma que não fazia sentido algum alguém tomar banho vestido, banho se toma nu. 


 Não vou discutir com essa cabeça de vento, ela realmente sabe lavar roupa... rapidamente e com delicadeza ela esfrega cada peça que pega. Ela está sendo de grande ajuda, só espero que ninguém nos pegue, pois na minha condição pareço ser o malfeitor da história. Er, eu não estou escravizando ninguém, a dona se ofereceu para ajudar. O que tira minha concentração é seu jeito desleixado porém eficiente de lavar roupa.


 Na posição em que os cães ficam para enterrar um osso, nádegas para cima, ela vai fazendo o mesmo serviço que eu 3 vezes mais rápido, e cantando com uma voz fina e aguda. Viro de costas para fazer o meu e dou de cara com sua roupa íntima pendurada. Estampa de gatinhos? Quantos anos ela realmente tem? A garota boa de ouvido logo me responde ter apenas 12. Lascou! agora vão me fuzilar enforcado na guilhotina elétrica de gás césio.


 Espera, porque fariam isso se eu não fiz nada de mal com a menina? Só porque ela estava se divertindo no rio sem usar ao menos um traje de banho? Se tem que prender alguém que prendam os pais dela por abandono de incapaz. Ela a todo tempo me chamava de amigo e me falava as pataquadas que se passavam com ela e seus amigos do colégio. Só papo de criança, só conversa fiada, nada de contato físico. Pelo menos até o sol ficar mais potente.


 Foi quando a sem noção me pede um favor. Que eu vasculhasse a bolsa dela atrás de seu bloqueador solar, e o passasse em seu corpo! Epa, onde eu já vi algo semelhante? Contatos diretos com a pele feminina? Ah, foi na excursão da escola. Que se dane! Raramente aparece gente aqui e depois aplicar protetor em uma menina mais nova que eu não é necessariamente contra a lei.


 Contudo, do jeito que a dona se contorcia parecia que eu estava fazendo aqueles programas que jovens fazem escondidos dos professores nos cantos da escola quando é intervalo. O ponto mais apelativo dessa história foi quando passei o produto na área de suas mamas precoces. Na hora ela cobre sua região peluda e corre para perto de uma moita, de repente deu-lhe vontade de urinar. E ao acabar ela se questiona porque o líquido saiu tão viscoso.


 Está bom de fantasias sujas nessa história. As roupas da tia já estavam lavadas e a da jovem, secas. Finalmente vejo a garota vestida, que alívio! Ela resolve me acompanhar na volta, já que tinha aproveitado bastante o rio. Enquanto ela carrega o carro pesado que me foi tomado vou checar alguns aplicativos no celular. Aquele instrumento brilhante logo chama a atenção da garotona moradora do campo.


 Eu empresto para ela o aparelho. No plano de fundo estou eu e minha namoradinha da cidade em trajes de banho escolar, e nossos nomes no uniforme. Ela lê a legenda das fardas e pergunta se aquele nome escrito era o meu. Sim, sou eu, Janpierre. Ela sorri e me dá um abraço bem apertado, depois se apresenta como Ayumi. Uau! aquela era a minha amiguinha de infância, a Mizinha!! Como cresceu, nem deu para a reconhecer, mudou mais que aquela cidade toda... e ficou maior que eu!


 Ainda lembro do dia que fui embora, a pequenina abriu o berreiro e eu também comecei a chorar. Pensei que nunca mais ia ver minha melhor amiga, foi uma surpresa grande reencontrá-la 5 anos mais tarde apesar das circunstâncias constrangedoras. Vamos aproveitar para por os assuntos em dia, tenho muitas coisas para conversar com ela. E parece que ela também tem muitas coisas para me falar.


 Voltando para a casa de titia a mesma convida Ayumi para jantar. Mas ainda são 3 horas da tarde. Vamos estender a roupa e dar uma volta pela cidade, estou curioso para ver mais de perto a incrível evolução do vilarejo. Ela não desgrudava do meu braço direito desde que o celular descarregou. Como ela é forte! Os deconhecidos nos olhavam como se fôsssemos namorados, mas apenas éramos bons amigos de infância. Éramos nada, ainda somos!!


 A minha namorada mesmo ficou lá na metrópole. Minha amada Sumizumi é muito ocupada. E claro, como curiosa que só Ayumi vai logo perguntando quem era essa Mizumizuzumi sei lá como se pronuncia... Aaaaah, meu docinho que estampa o fundo de tela do meu celular... A garota que faz os melhores doces de festa, a pequenina filha adotiva do padeiro que eu consegui conquistar, a ex exterminadora de gatos da rua!


 Sabia! Foi só contar da minha namorada para minha amiguinha que ela começou a gargalhar sem parar. Se fosse uma conhecida de infância padrão puxaria a faca e travaria a mira meu pescoço. Passada a crise de gargalhadas arrancadoras de lágrimas chegamos numa área do distrito onde tinha umas lojas vendendo roupas de praia. Vou recompensar a Ayumi pela ajuda com a roupa. Ela alegremente aceita o presente que ela mesmo escolhe: um maiô da cor e do modelo que Sumizumi usava na foto.


 Paramos depois na praça para apreciar a paisagem e tomar um sorvete. Já anoitecendo voltamos para a casa da minha tia para jantar. Mas antes temos que tirar a sujeira acumulada do passeio. Antes que Mizinha se oferecesse para se lavar comigo eu nego, com a desculpa que o banheiro era muito apertado para nós dois ao mesmo tempo devido estarmos maiores. É notável que o motivo não era bem esse.


 Comemos, lavamos a louça e antes de me despedir por hoje da Ayumi minha tia pergunta se ela não queria dormir hoje em casa, já que não via o amigo Janpi há tempos. Ela aceita de imediato, pois era apegadíssima a mim. Então pega emprestado meu celular para avisar à sua mãe onde ia dormir hoje. E lá vou eu invadir meu barraco, deve ter um colchão esquecido lá que ficou de ir na mudança. Tinha. Vou juntar com o outro colchão das visitas e vamos dormir juntinhos na sala!!


 O relógio de parede digital acusa meia-noite. Não consigo pregar os olhos porque Ayumi está ao lado cutucando no meu telefone, quando resolvo tomar dela na ignorância. Tenho que enviar pelo menos um boa noite para meu doce já que não falei hoje (nem ontem) com ela. A minha grande pequena colega me cutuca no braço, parece que quer continuar com a mexeção no dispositivo. Errei feio o que ela queria.


 O rolo dessa vez foi com os pernilongos. Ayumi queria que eu lhe esfregasse repelente no corpo. Também quem manda ela dormir usando apenas lingerie? O retrucamento da vez era que o calor ali era insuportável e o ventilador não era o suficiente. A astúcia dela mais uma vez era válida, mesmo o ventilador turbo não abrandava o calor que fazia naquela sala. Parecia que o astro rei tinha se abrigado debaixo do rack da televisão!!


  Que noite, que noite! Despertei ainda cansado e com o rosto cheio de baba provinda da boca da Ayumi. Fomos nós comer o desjejum mais delicioso da região. Depois dos afazeres da manhã vou ensinar as duas a mexer em smartphones. Como imaginado, as manhas foram pegas rapidamente por esses aparelhos mais modernos serem muito intuitivos. Vou ver agora minha humilde plantação de vegetais. Ayumi veio junto.


 Mais uma surpresa levo nessa visita. Descobri que quem tomava conta da horta era minha amiga de infância. Disse ela que toda vez ela ia lá regar, podar e colher legumes para comer. Jurou por tudo que sempre estaria lá cuidando das plantinhas que foram a única lembrança que lhe tinha sobrado de mim. Não resisti... quase chorando dou um abraço forte e aconchegante na minha pequena crescida Ayumi.


 Nos dias em que se passam Ayumi passou mais tempo conosco que em sua própria casa. Visitamos conhecidos do passado, e sem me surpreender muitos já nem moravam lá. Dois colegas meus inclusive se casaram e já tiveram 3 filhos. Fui rever a escola que estudava e a mudança era imensa! Cadeiras novas, chão de piso queimado ao invés de barro, filtros de água gelada e ar condicionado em todas as salas. E também foi criado um grande ginásio esportivo junto com uma piscina no pátio.


 E para manter o nível de fetichismo dessa história foram muitas lavagens de roupa e muitos banhos de rio   tomados até o fim das minhas férias. Agora sem riscos pois Ayumi sempre estava a usar seu presente ousado. E sempre pedia para eu a fotografar... espero que Sumizumi não fique enciumada com essa garota que tem quase o dobro de seu tamanho. Ah, ela não é desse tipo de pessoa, ela sabe que meu gosto é pelas pequenas de corpo.


 Minhas férias, assim como essa história, vão chegando ao fim. Voltarei para a cidade carregando lembranças que minha tia fez questão que eu levasse.Também levei algumas verduras da minha criação. Mas também deixei algo para trás: meu celular. Darei para Ayumi como lembrança do seu amigo que nunca mais vai a esquecer. Transferi tudo para meu cartão de memória deixando apenas algumas fotos minhas que agradaram a moça. Ayumi prometeu manter contato. Me despeço do povo interiorano, talvez eu volte para o ano!


 Oito horas depois estava eu novamente na civilização contemporânea. Já no dia seguinte estava frequentando o segundo semestre de estudos. Com saudades da tia e da Ayumi, mais tarde farei uma chamada de vídeo e as apresentarei para Sumizumi, que está ali esperano para ter a cabeça esfregada pelas minhas mãos grandes e frias. Que a guriazona do campo esteja no mínimo vestida quando eu fizer a ligação. Mas primeiro tenho que arrumar o meu antigo aparelho ultrapassado, da época que minha Sumizumi era moradora de rua. 

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

domingo, 8 de agosto de 2021

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

[+18] Irmã, amante, esposa, mãe das minhas filhas!

 Aviso para pessoas sensíveis, menores de idade e/ou que se ofendem fácil com assuntos anti-éticos, políticos ou religiosos: NÃO RECOMENDO CONTINUAR A LEITURA A SEGUIR. ESSE TEXTO FALA DE TEMAS POLÊMICOS/PESADOS COMO INCESTO, GRAVIDEZ E RELAÇÕES PROIBIDAS. Pode não ficar claro para vocês o pensamento/entretenimento que o autor quer lhe passar. Todo o texto, assim como personagens e locais descritos nele não existem na realidade em que vivemos, são todos fictícios e baseados em leituras e outras mídias que o autor fez uso. Nenhuma ideia passada pelo texto corresponde aos ideais que o autor segue. O autor também condena qualquer ideia criminosa que o texto venha a apresentar, sendo essa apenas para motivos explicativos. Se você concorda com esse aviso pode prosseguir. Divirta-se ou fique com nojo do autor.

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19 horas. Hoje o dia foi puxado, escola seguida do primeiro dia no meu primeiro emprego. Passo importante para a minha independência e da minha esposa. Resolvemos alugar uma casa para começar uma nova aventura como um casal, e lá estava ela preparando o primeiro jantar por conta própria... estava tão distraída que nem percebeu minha chegada.

Chego por trás dela e dou-lhe um abraço aconchegante. -Cheguei meu docinho, como você passou o dia? E o bebê, estava muito agitado hoje? Perguntei-lhe enquanto acariciava sua barriguinha enorme de gestante de 8 meses. Ela me respondeu que estavam bem, ela e as crianças. Como assim "as", no plural? Fico sabendo que são duas garotinhas que ela está a esperar! Fico ao mesmo tempo feliz porém assustado.

-Fui fazer a consulta hoje com a mamãe. Ela também ficou impressionada com o seu feito. E também ficou com mais vontade ainda de te estrangular... disse que não o faria porque seria um sofrimento para mim cuidar de duas crianças sozinha, pois ela não ia criar neto nenhum. Eu a convenci que você seria um pai responsável, já que tratou logo de arrumar uma casa e um emprego que pague bem.

-É, é, também... acho que nenhum pai em sua sã consiência aceitaria o que eu te fiz. E eu não devia estar bom do juízo em pensar em fazer aquilo só por vê-la em trajes íntimos no sofá assistindo filmes. Estava eu errado, a sala não era o lugar adequado, e ainda mais com você. Mesmo que já estivesse me apaixonado por ti me sinto culpado de não ter a consultado sobre o assunto. E mais: eu poderia ter me previnido.

-Não leve a culpa apenas para si, lembre-se que o filme que eu estava vendo era impróprio para aquele horário e local. Antes dos nossos responsáveis nos flagrarem eles já me pegaram usando brinquedinhos adultos naquele lugar que você maculou. Usava-os pensando em você. Também tinha me apaixonado por ti, e desde que você fez aquilo comigo, de um jeito suave e gentil, confirmei na hora que o seu brinquedo era melhor que qualquer tipo de masturbação.

Sim, sou um ser considerado abominável para os parentes, amigos e a comunidade em geral. Mas não conseguia enxergá-la como minha irmã de sangue, somente como a pessoa com quem eu queria passar o resto da vida. E assim ela também me enxergava, como um noivo, esposo, companheiro fiel. O mundo estava contra nós, mas não estávamos nem aí para o que o mundo pensava, achava ou opinava. Se nos sentimos felizes assim, assim ficaremos.

Depois daquela conversa fui lavar o suor do dia e fiquei pensando. Quantas aventuras tivemos nesse período que começou com aquele filme no sofá! Eu chegando da partida de basquete, minha querida a sós vendo a tv quase sem roupa se abanando e bem atenta. Eu puxando sua calcinha para baixo de repente e logo após removendo meu calção, falando para ela que naquele momento eu lhe daria um ótimo presente.

Presente que fez ela chorar, rir, gritar, derramar sangue nas almofadas... Dois inexperientes fazendo coisas parecidas com às do filme. Presente interrompido no ápice pela chinelada mais dolorida que nós dois já tínhamos levado na vida, cada um foi pro seu quarto mancando de tanto apanhar. Porém deixando o sofá da sala marcado de alvirrubro para a mãe limpar... mas o que importava é que agora meu amorzinho seria só meu.

Pronto, consegui viciá-la. Toda vez que a mãe saía eu visitava minha garota no seu quarto, ou ela me visitava no meu. Sempre era para lá de dez minutos de prazer várias vezes por semana. Não me preocupava em ejacular dentro dela, pois ela ainda não era fértil. Ou pelo menos não era até pouco tempo. Ela não quis me contar que tinha entrado naquele período, com medo que eu parasse de agradá-la. Olha aí o que deu...

Não vou condená-la, estou orgulhoso demais como o mais novo pai nessa cidade... E tenho certeza que minhas filhinhas serão tão bonitas quanto a mãe. Mamãe que mesmo afastada da escola dá duro nos estudos em casa. Minha esposa é meu orgulho: bonita, estudiosa e trabalhadora, é por isso que me apaixonei por ela. Mesmo não podendo nos casar legalmente, logo lhe comprarei uma aliança, minha preciosa merece!

Terminei o banho, vou dar uma geral na casa para ela descansar. Já sei que gravidez não é doença, mas carregar duas preciosidades por quase 270 dias deve deixar qualquer um exausto. Ela então senta com seu barrigão no sofá e espera a comida ficar pronta. Terminado a arrumação e com a janta pronta, sentamos à mesa e comemos. Vou lavar os pratos e ela começa a me encher de beijos doces, igual ela fazia comigo quando éramos menores.

-Ei, vamos fazer aquilo? Me bateu a vontade de relembrar os tempos perigosos que passávamos enquanto morávamos com a mãe. Tempos divertidos quando chegávamos ao orgasmo e dolorosos quando ela pegava a gente no pulo. Agora que somos independentes não devemos mais nos preocupar com chinelada, cintada, vassourada, vamos? Faria isso por sua irmã, digo, amada esposa?

-Claro que sim querida. A minha felicidade é fazer você feliz. O quanto você aguentar eu farei contigo, devagar e suavemente como estás acostumada a fazer. E vai ser tudinho dentro, já que não tem o risco de termos mais algum bebê, por enquanto. Pode subir para o quarto, já arrumei e forrei os lençóis que vamos sujar essa noite. Farei isso por você mesmo cansado do dia de hoje. Vamos relaxar e aproveitar!

Dito isso fomos para o quarto. E foi o de sempre: choro, gemido e risadas. Caramba, não me canso de alisar e beijar esse lindo abdômen redondo, que alegria!! Posso despejar dentro da minha amada litros e litros de meu amor por ela, sem ter que ficar com o couro ardido por causa disso. Oh, que fofinha! Adormeceu depois do coito... deve estar cansada. Como também estou cansado, vou dormir juntinho dela.

Já é mês seguinte. Com meu primeiro salário consigo pagar as contas, fazer a feira e comprar o enxoval das minhas filhas que nascerão hoje. Fui direto para a maternidade para onde minha vida foi levada para dar à luz. Lá estava minha mãe junto dela, pensei logo que ela me estrangularia ali mesmo. Mas a mais nova vovó da cidade estava abobalhada demais admirando as netinhas recém-nascidas para me dar atenção.

Queria que ficássemos um tempo na nossa antiga casa, até que as crianças ficassem maiorzinhas e mais espertas. Negamos, porém dissemos que faríamos visitas frequentes, afinal se não fosse por aquela mulher que orgulhosamente chamo de mãe, a pessoa mais importante para mim não existiria. E assim foi combinado que todo fim de semana as meninas passariam na casa de sua avó. Conheceriam o sofá onde conheci sua mãe e o quarto onde elas foram geradas. Nossas preciosas,  nosso acidente que virou um grande presente!

E assim começa uma nova vida para dois irmãos que eram mais que irmãos, eram amantes proibidos pela família e pela sociedade que agora serão uma família grande e feliz com duas lindas filhas saudáveis. Sim, o fato de sermos parentes de sangue não afetou os genes delas. Milagre? Coincidência? Bom, eu considero uma bênção. E muitos com meu pensamento acharão sorte ter 3 lindas garotas na minha vida. O resto achará doença mental, mas eu e minha esposa NÃO ESTAMOS NEM AÍ, é tudo inveja!!

Se for de sua coragem e vontade, pode copiar e reproduzir na mídia de sua preferência. Mas me credite, está bem? É que dá trabalho escrever... No mais, nos vemos em breve,talvez! Até a próxima, caro leitor!


terça-feira, 3 de agosto de 2021

Divulgação cruzada

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