Aula de educação física, hoje minha classe vai jogar basquete. Eu, que tenho a habilidade física de causar inveja a um total de zero pessoas, mais uma vez estou sentado no banco de reserva só observando a movimentação do jogo. Só esperando uma chance quase nula de ser chamado para subistituir um possível lesionado. Bah, tem mais um monte para escolherem.
Aproveito então para prestar atenção nas jogadas e nos lances da partida, devo tomar nota para tentar melhorar minhas técnicas. Uma pinóia! Eu na minha condição de adolescente na puberdade estou mais é interessado nas garotas que estão ali participando ativamente da aula, que exibem seus lindos corpos atléticos e femininos. Incrível como em poucos meses elas se desenvolvem tanto e ficam tão atraentes!
Em destaque nessa minha lista está a lider do time no qual fui incluído por pena. Que gata! Essa parecia ter comido muito mingau com fermento, tamanha era sua altura. Era a mais alta da turma. E o que tinha de altura e beleza ela tinha de cabelo. Que ela dividia em duas longas maria-chiquinhas, dando a ela um visual um pouco infantil, ou é ideia errada que eu tenho conflitada com meus mais íntimos e estranhos fetiches. Sei lá, a beleza dela já corrompeu meu cérebro.
Enfim, a última coisa que vou citar sobre suas características físicas são seus grandes seios. Podem me chamar de pervertido, tarado, delinquente juvenil, impuro... Mas é comum para alguém da minha idade ficar admirado com aquele par de peitos balançando e sacudindo enquanto ela se exibe na partida driblando, saltando e arremessando.
Mas espera ai... essas bolas estão balançando mais que o normal. E estão apertadas, espremidas na camiseta dela, até os mamilos estão destacados e bem definidos. Calma, deve ser coisa da minha imaginação. Ou não, o problema é que eu não consigo desviar meu olhar dela. Será que ela não está usando o que eu penso que ela não está usando? Será que algum outro adolescente como eu cheio de fetiches estranhos o levou de seu vestiário?
A moça percebe que estou a encarando insistentemente. Fez sinal para nos encontrarmos atrás da escola depois da aula. Ferrou, vou ser espancado pela sua gangue por causa da minha perversão! Antes de raciocinar direito o sinal tocou e todos nós fomos dispensados. Era trocar-se e partir para casa. No meu caso primeiramente ir sofrer meu castigo pelos meus instintos selvagens.
Não fui espancado nem nada. Fui recebido cordialmente pela garota que queria alguém para desabafar sobre um problema que a incomodava. Ao perguntar sobre o que era, ela fala que seus seios eram a causa de seu incômodo. Isso porque toda vez que ia comprar roupa íntima nunca tinha o tamanho ideal, sempre acabava por levar um tamanho um pouco menor. Quando ia usar sempre ficava apertando e machucando-a. Fora a demora e a dificuldade que era toda vez para se vestir.
Queria ter puxado à sua mãe ou sua irmã mais velha que tinham o tamanho de busto padrão. Desde menor já sofria gozação dos colegas que a chamavam de vaca leiteira e lhe beliscavam o local. Já em prantos e encostada em meu ombro, ela termina o relato que assim que tiver condições vai fazer uma cirurgia para redução das mamas.
Que loucura! Geralmente as garotas querem fazer o contrário da vontade dessa, aumentar ao invés de diminuir!! Não vou a repreender, se este é seu desejo, se é assim que ela vai se sentir melhor, eu vou apoiar! Uns tamanhos a menos não vão tirar a sensualidade e beleza que possui acumulada em cada parte de seu perfeito e adorável corpo de adolescente desenvolvida.
Satisfeita com a conversa ela se despede de mim, cada um de nós parte para um lado. Pelo caminho de volta à casa eu fico refletindo sobre a interessante e intrigante questão da minha colega de classe. Será que existe tal procedimento cirúrgico? Cheguei e fui logo pesquisar sobre o assunto, e de fato ele existe! Mas será que ela teria condição de pagar por isso?
Fui saber tempos mais tarde. Quando depois de semanas sem a garota frequentar as aulas, de repente, ela aparece! E um pouco diferente. Apesar do penteado de sempre, estava com os cabelos bem mais curtos. Mas essa nem foi a maior mudança que houve com ela. Sim, ela fez a tal cirurgia para reduzir os seus seios. Aquelas enormes bolas agora se igualavam às outras garotas da classe.
No intervalo ela me fala que tinha recebido de um parente como presente de aniversário a operação. Se notava na sua face a alegria e satisfação com o resultado. Fiquei feliz com sua felicidade. E comecei a jogar elogios pelo novo visual, assim do nada. E assim, também do nada, ela pergunta se eu queria ver as marcas da cirurgia. Mas só se eu acertasse cinco cestas seguidas no basquete!
ESQUECE, NEM COM ESSE INCENTIVO EU CONSIGO, MINHA HABILIDADE ESPORTISTA COMO EU DISSE INVEJA O TOTAL DE ZERO PESSOAS! E ficou por isso, minha fitação à ela em toda aula de educação física. Minha grandona de seios normais agora menos destacados e mais confortáveis. Será que peço-a em namoro? Ah, minha vergonha de adolescente em puberdade não me permite processar essa solicitação. Oh droga!





