sexta-feira, 7 de abril de 2023

A floresta da perdição

 AVISO IMPORTANTE:

Essa história é pura ficção, assim como todas as outras que já escrevi. IMPORTANTE: essa história traz temas delicados e vis como estupro e consumo de drogas, portanto se se sentes incomodado com esse assunto pare a leitura por aqui. Para os demais, cuidado e saúde.


De novo Naoeda, um lugar pitoresco, gigantesco, lugar onde a pirâmide etária é inflada na base, o IDH é de 0,967 e a taxa de alfabetização supera os 99%. Também tem seus problemas como enchentes e péssima qualidade de sinal digital de TV, coisas irrelevantes. Nessa história vou expor outro pequeno casal de jovens dinâmicos, espertos e audazes.

 Esses dois são primos de mesma idade, 8 anos, e moram na mesma residência, ambos estavam entediados, eis que resolvem sair para brincar pelo bairro. Ehlio e Rubie gostavam de brincar de aventureiros, e um ótimo lugar para brincar disso era em um matagal que tinha do lado oposto da cidade, quase na divisa com Akabeid, bairro vizinho bem mais desenvolvido.

 A mata era um lugar para lá de esquisito, mas os primos foram munidos com repelente, garrafas de água gelada, lanterna, uma pequena faca e um celular com uma antenona retrátil de quatro metros.

 A duplinha espetacular ia fazer trilha na floresta e se tivessem sorte poderiam encher a mochila deles com frutas gostosas que encontrassem naquela natureza linda, tais como: carambolas, mangas, goiabas, limões e acerolas. Se não achassem as frutas, ainda poderiam aproveitar a lagoa que existia por perto e passar um tempão brincando na água, assim como sua amiga colega de classe que tinha até marquinha na sua pele morena. Então alegres, serelepes e cantando pelo caminho complicado e cheio de pedras foram Ehlio e Rubie direto até a fonte e se surpreenderam com alguém que avistaram perto do local secreto das aventuras.

 Era uma pequena garota.Seu nome era Daia Mondo, tinha 7 anos e pouco, era uma menina agitada e brincalhona. Estava consumindo o pouco juízo dos pais, até que por recomendação da mãe foi reinar no quintal. O problema é que o lugar era insuficiente para Daia, o que fez com que a menina fosse bater perna por aí. Inventou que era uma exploradora e foi fazer uma excursão. Destino: uma pequena mata do outro lado da cidade, longe para uma distância!

 E sem tomar conhecimento do local Daia adentra a mata, acaba por andar em círculos e por fim se perde por dois dias. Por sorte depois desse tempo aparecera os primos unidos para a salvar. Só que o primeiro encontro não foi muito amistoso. Daia adentra a água e quase se afoga, mas Rubie logo entra na água e a resgata.

 E por que ela estava fugindo deles? Era trauma, medo pelo que ela passou nesse tempo perdida. Era pior que fome, frio, mosquitos ou escuro. Era tudo culpa de um homem mau que aparecia ali sempre por volta das 15h00. Ele deixava comida para Daia, e prometeu que levaria ela de volta para sua família.

 Só que em troca a menina tinha que lhe obedecer em tudo. Mas tudo que o homem mau pedia era torturante para Daia. Eram coisas esquisitas como ficar só de calcinha na sua frente enquanto ele apertava com violência seus seios pequenos. Não satisfeito, a outra mão ele passava por dentro de sua lingerie fazendo-a sentir algo esquisito na barriga, e acabava vazando naquela região. Quando Daia tentava empurrar a mão do salafrário este lhe esfregava um pó em seu nariz, e aí a nocauteava. E então começava a roçar uma coisa dura perto do lugar onde sai o xixi.

 Amigo, como aquela história enfureceu a Ehlio e a Rubie. Poderiam eles flagrar o marginal ali em pouco tempo, mas como três crianças poderiam contra um adulto mal intencionado? Bom, Ehlio pensou logo numa ideia boa: pegou seu comunicador, estirou a antena gigante e pediu socorro para o Hyuusuke, que lhe devia um favor. Como ele era adulto poderia ter uma solução para o problema da Daia.

 Rapidinho Hyuu chega no lugar remoto e já munido de uma pá, tinha uma ideia de armadilha. A mais simplória porém uma das mais eficientes. Tudo dependia somente de um buraco bem fundo e alguns galhos e folhas para o esconder. Hyuu começa a escavar enquanto os primos vão atrás da cobertura. Daia só observava, e comia algumas mangas para espantar a fome.

 Pouco antes das 15h00 a armadilha está completa. Daia fica do lado do buraco servindo de isca, os outros três ficam escondidos atrás das plantas esperando o filho de chocadeira eletrônica. O tinhoso chega e ao avistar a pequena Daia não resiste, vai em sua direção e... despenca cinco metros de profundidade.

 Tudo que aquela turma podia fazer era aquilo, agora era usar o aparelho do Ehlio para contactar a polícia. E o mais bacana: como o elemento era procurado pela justiça, sua captura estava valendo uma gorda recompensa. O dinheiro vai ser dividido entre os 4 jovens. Mas assim que os policiais levarem o criminoso para passear de viatura, devidamente algemado.

 Chega a turma na delegacia e logo eles têm uma surpresa: Também havia um abono para quem tivesse informações sobre Daia Mondo, filha do empresário Findo Mondo, essa que havia desaparecido faziam dois dias. Sorte grande!

 Passado mais uns tantos minutos, o empresário chega no DP e emocionado abraça e beija sua querida filha. Hyuu, Ehlio e Rubie aplaudem. Quanto ao elemento não identificado, este se lascou bonito, se não for assassinado em sua cela vai ver o sol nascer retangular por muuuuuuuuito tempo... Daia não ocultou nenhum detalhe sobre o que aquele pestilento a fez.

 Todos de bem saíram felizes e contentes no final. Ehlio e Rubie foram fazer uma festa dos doces com a mesada extra. Hyuu foi comprar presentes para suas duas irmãzinhas e Daia como era rica doou sua parte para o orfanato do bairro. Bonito gesto com os necessitados.

 No final dos cálculos de dano Daia ficou amiga do trio salvador de donzelas indefesas. Só que Hyuu já era adulto, não tinha fôlego para acompanhar os outros três jovens. Então apresenta suas irmãs para a Daia. Para o grupinho explorar a cidade, talvez subindo um morro e descendo a deslizar usando uma garrafa pet.

terça-feira, 4 de abril de 2023

Físico de atleta



Se continuar comendo seu mingau toda manhã vai ficar cada vez mais musculosa.

Oferecimento: zmo.ai


 

domingo, 2 de abril de 2023

sábado, 1 de abril de 2023

Há alguns anos atrás

  Vamos viajar para o passado. Um passado recente, agora iremos retroceder seis anos nesse capítulo, época onde o nosso caro Hyuu tinha 14 anos e nossas fofas Hinatsuki e Hanamaru tinham 2 e 2, respectivamente. Ah, vá, se elas são gêmeas é lógico que teriam a mesma idade!! Exceto por Hana ter saído minutos antes, o que pode ou não ter influenciado sua falta de paciência com determinados colegas. Não é bem o caso aqui porque ela ainda é um bebê.

 Hoje o homem da casa é o responsável e precoce Hyuusuke enquanto a mãe sai para o banco. Iria pegar um dinheiro que o recém expulso do país, seu esposo, tinha depositado para ajudar na despesa da casa na qual por motivo de força maior já não morava mais. Então, a mãe aproveitava sua folga para fazer esse saque e aproveitava-se do primogênito para servir de guardião das irmãzinhas pequenas.

 Por poucas horas Hyuu tomará conta da Hana e da Hina, já que o pai não pode mais fazer essa tarefa. Com muita satisfação e amor ele quebra esse galho para sua mãe, afinal o dinheiro seria em parte dele.

 Tudo na maior paz, o irmaozão apenas observava as pequenas andando pelos quatro cantos da residência. Na verdade Hana estava implicando com Hina, ia atrás dela para tentar arrancar sua chupeta. Mas ela não contava com o Hyuu que salva a Hina pondo-a nos braços. Agora só resta chupar o dedo mindinho pois Hana não curtia chupeta, preferia seu patinho com apito.

 Passa um tempo e a campainha toca. Tomara que ninguém tenha tomado um choque! Hyuu vai atender e as irmãs vão no embalo, uma a pé e a outra carregada. Era a turma da bagunça, amigos do rapaz. Rafaeo, 10 anos, amante da arte de fotografar; Ryuzaki, 12 anos, o piadista do bando e Ryuka, a caçula com 6 aninhos, irmã do Ryuzaki, era arrastada para todo canto pelo irmão por ordens dos pais.

 O trio elétrico tinha passado para convidar o amigo para um passeio no shopping, para entrar nas lojas e não comprar nada, tomar um cinema e assistir um sorvete, enfim, tudo que um bando de jovens com grana curta curte fazer. Claro que Hyuu não iria, pois prometeu para a mãe que cuidaria das gêmeas.

 Poderia levar as garotas junto, mas seria um transtorno, um empecilho, uma dificuldade a mais ficar vigiando-as constantemente, e a mãe ia se preocupar. É, Hyuu não tinha celular para avisar que saiu. Quem tinha um mais para menos era o Rafi que como um bobo tirava fotos da Hana e da Hina, o seu propósito de vida era registrar imagens de tudo que ele achava fofo ou bonito. Hyuu não gostava tanto disso, mas sempre comprava do amigo algumas fotos das suas irmãs.

 Bom, não tinha passeio por ora, então o jeito é usar o equipamento disponível. E o equipamento disponível era praticamente o mesmo do shopping, a diferença era que a ficha era infinita e grátis. O disco de jogo era a versão que rodava nas máquinas do local. Um divertido jogo de lutinha, briga, para dois jogadores simultâneos, então a regra era a seguinte: perdeu, passa o manche. Hina que gosta de assistir esse tipo de espetáculo senta logo no meio do sofá, Rafi e Ryuzaki que comam pelas beiras.

 Ryuka que não gosta de conteúdo violento sai de perto e vai brincar com a Hana. Batendo palminhas e cantando músicas com uma voz até que bonita, devia gravar uma fita cassete de 46 minutos. A outra gêmea ria dos personagens que levavam tabefe uns dos outros, parecia Hana quando estava nervosa e partia para a agressão.

 Passa um tempo razoável, Hinatsuki cansa do jogo e dos afagos e vai ver o que as duas outras garotas estão aprontando. E bem nessa hora a natureza dá o aviso na sua barriga: nossa pequena precisa comer. Como Hyuu está distraído destruindo seus oponentes, a irmãzinha vai procurar comida no lugar mais óbvio, na fêmea mais próxima. E sem Ryuka se dar conta Hina lhe levanta a camisa e começa a sugar seus mamilos, fazendo ela dar risadas pois tinha cosquinha.

 Começa um mini fuzuê, Ryuzão quer bater no Hyuu pelo ato obsceno que Hina estava fazendo, ele tentava explicar que a menina estava com fome e estava caçando leite fresco, Hana puxava o pé da irmã, que batia nas caixinhas de leite secas da Ryuzinha. E o Rafi só filmava tudo, aquilo poderia dar um roteiro de novela juvenil.

 A confusão cessa logo, e o Hyuu enche de arroz, feijão e carne moída mais vegetais os pratinhos das gêmeas. Para a visita chá de algum mato verde e biscoito sem recheio (obra da Hana). Hina comia devagar e mastigando, uma fofura! Sua irmã estabanada queria comer na pressa e do prato da outra, mas a comida estava quente então tinha que esperar o maninho soprar.

 Eis que chega a mãe! Boa, Hyuu está livre para reinar. Deixa Hana e Hina que a responsável vai pôr as bebês fofas para cochilar. O quarteto teria das 14 às 18 horas para moscar nas lojas do centro de compras. Mas antes... Rafaeo convida seus conhecidos para ver sua irmãzinha que naquele momento devia estar saindo da maternidade com a mãe. Elana acabara de nascer! Então a trupe vai ansiosa para a casa do menino fotogénico recepcionar a mais nova moradorazinha da cidade. 

 Lógico que limpos e em silêncio para não assustar a pequeníssima. A Ryuka foi a que mais se emocionou por causa de seu tamanhinho(há seis anos ela tinha essa mesma estatura). Na primeira oportunidade, agora não porque o quarto está escuro, com certeza Rafi tirará a primeira das bilhares de fotos da irmã Elana. E finalmente, não agora mas daqui a poucos anos, Ryuzinha terá outra amiga menina para brincar, chega de tanto marmanjinho mesmo eles sendo legais e divertidos.

E OLHA QUE O AMIGUINHO JANPIERRE NÃO PODE VIR BRINCAR COM A PROLE TODA.

segunda-feira, 27 de março de 2023

A escola dos sonhos

 É domingo, típico dia para não se ter aula. É dia de descanso, pelo menos para a maioria das pessoas. A excessão dessa vez é uma garota sabida chamada Sophie. Nesse domingo nem tão frio nem tão gelado a pequena fará um teste para entrar em um prestigiado instituto de ensino, uma escola chique e de elite.

 O sol brilha, o aquário está limpo e o vento sopra a favor. É a oportunidade perfeita para a pequena brilhar, dar muito mais orgulho para sua família e conseguir um emprego que tire seus pais da periferia barra pesada da comunidade. Fazer o quê, até nos lugares mais pacatos tem um pedacinho de chão minado...

 Todo ano a tal escola oferecia cinquenta vagas para os alunos mais pobres que não podiam pagar a matrícula e as prestações mensais. Bastava se sair bem no teste de admissão. Muito bem, pois as vagas eram disputadas no tapa.

 Sophie queria por que queria querendo com todas as forças uma das vagas por dois motivos: seus atuais colegas eram verdadeiros baderneiros bagunceiros e desordeiros. O outro ponto era que sua paixonite, Bernard, estudava lá.

 Logo Sophie trata de devorar os livros, estudando até a exaustão, alocando tudo de importante que com certeza cairia entre as 500 questões do exame. 200 questões de exatas, 250 de humanas e 50 de artes.

 Semana puxada, mas valeria a pena. Antes do domingo já tinha imprimido seu cartão de inscrição e já estava afiada em várias matérias. Na véspera teve que tomar muito suco de maracujá para acalmar a ansiedade e dormir tranquila. No grande dia foi só pegar sua caneta azul da sorte e a carteira com dinheiro para o lanche.

 Sophie para no ponto de ônibus para pegar a condução, o local da prova é na outra cidade, longe para ir a pé. Pé esquerdo, porque primeiramente seu passe livre estava bloqueado (domingo, normalmente não tem aula hoje!), Aí se foi parte da grana com a passagem. Empecilho dois: ônibus lotado, ficaria em pé cansando as pernas. Ah, a pequena é jovem, vai aguentar um tempo.

 Um tempo gigante, alguns quilômetros para frente havia manifestação e interdição da pista com direito a pneus incendiados. Sophie se irrita, por que essa palhaçada? Nada ia se resolver e ela seria prejudicada. Desejou que o motorista passasse por cima dos manifestantes e do fogo. Não foi preciso, o ônibus foi desviado por uma estreita estrada de barro. Um pequeno atraso, é a vida, depois dessa seria difícil algo mais dar errado.

 Mas deu. Deu com os pés na lama, pobre Sophie! Teria que achar uma torneira para limpar seus tênis. Achou, mas não de graça, teve que pagar umas moedas para um morador local que lhe cedeu a água, e um pano para secar os pisantes. Chega de sofrimento, a escola onde fará a prova está a apenas poucos passos.

 Haha, o calvário continua, o cartão da inscrição imprimido ficou na escrivaninha. O destino não queria que Sophie se juntasse com Bernard na escola. Sem problema, era só achar uma Lan house para reimprimir o vale, não custaria tanto assim. Por ser domingo quase todo o comércio ali estava fechado, por sorte tinha uma casa de informática aberta. E depois de ter terminado com o que tinha que fazer, acabou sobrando dinheiro apenas para a passagem de volta.

 Agora é correr para chegar antes do fechamento do portão. E antes que a chuva que começava a cair a encharcasse. Bem em cima da hora, que alívio... O professor responsável examina a pobre garota e gentilmente lhe empresta uma toalha para Sophie se secar. Ela entrega o cartão para o mestre e senta-se já mais tranquila para fazer a avaliação, difícil em exagero.

 Foram seis horas de tranquilidade e silêncio, que sentimento de paz! Que acaba em outro ônibus lotado até a boca. Sophie nem liga, vai dormindo em pé mesmo, apoiada nos outros passageiros. Só acordou quando chegou no seu ponto. Desceu com tudo, entrou em casa, tomou banho e engoliu a janta. E voltou a dormir tamanha era sua exaustão.

 Passa uma novena desde então, o resultado sairia hoje. Sem agonia dessa vez, Sophie verá sua nota online. Que alegria! De mil pontos possíveis ela fez 984!! Isso a classificava com a vaga número 50!!! Que se dane os 49 primeiros, agora nossa Sophie seria aluna da prestigiosa e respeitosa escola!!!!

 Que lugar diferente! Aquela escola era 6 vezes maior que a escola atual de Sophie, era tanta sala que o crachá do estudante vinha com um chip GPS para mostrar a localização de sua sala. Os corredores eram climatizados e haviam dois elevadores, além de rampas para acessibilidade. Era naquele luxo que nossa garota iria estudar.

 Chegava o novo semestre, e chegava Sophie e mais 49 novos alunos para progredir com seus estudos naquela instituição. A garota fica impressionada com sua sala de aula espaçosa. Ela também se diverte bastante com seus novos colegas e professores.

 Até a merenda escolar era diferente, era nutritiva e gostosa, não era só bolacha seca com suco de tinta artificial. Que felicidade! O domingo de azar seria obliterado por uma vida de estudante rica. Mas toda aquela maravilha não seria grande coisa comparado a hora que ela fosse de encontro ao seu amado nos dormitórios.

  Coincidentemente o professor responsável pela prova de admissão era o responsável pela distribuição dos novatos nos dormitórios da escola. E por ver que aquela garota era esforçada o professor deixou dessa vez que Sophie escolhesse o quarto. E adivinha: o dormitório escolhido foi o ao lado do quarto do Bernard. Pena que o casal não pôde ficar junto. Mas ao menos ninguém quis dividir quarto com Sophie. Então, quem sabe ela convide o rapaz para uma "sessão de estudos a seco"? Deixa só enviarem a bagagem da Sophie...

 

 Moral da história: não há nada que esteja ruim que não possa piorar. Mas no final tudo pode melhorar se ficar melhor!

 

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